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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

(IN) TOLERÂNCIA RELIGIOSA.....UMA REFLEXÃO PARA A PAZ E O ECUMENISMO - 01


ESPIRITISMO - PRECONCEITO E INTOLERANCIA RELIGIOSA - PADRE FABIO DE MELO FALA SOBRE CHICO XAVIER

Trecho editado da memorável entrevista que o Padre Fábio de Melo concedeu em 26.Jun.2010 no programa do SBT "De Frente com Gabi". Marília Gabriela perguntou tudo o que qualquer pessoa gostaria de perguntar (de forma respeitosa) a um padre da Santa Madre Igreja. Fábio a tudo respondeu com a classe e o equilíbrio que o caracteriza, e ao final, após comentar fatos reais que vivenciou com intolerância e preconceito religioso, enalteceu o trabalho que Chico Xavier realizou em favor do Bem Maior.

Uma pérola destilada por Fábio de Melo: "O mundo só vai ter solução no dia que a gente descobrir que, antes das nossas denominações religiosas, nós somos pessoas, com sonhos, esperanças e que o mundo vai ficar mais bonito, na medida em que, mesmo rezando em templos diferentes, depois do templo, a gente possa comer no mesmo restaurante." 

A entrevista completa pode ser vista nos links abaixo.

Padre Fábio de Melo no Programa De Frente com Gabi no SBT
Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=dHMFGl...
Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=ca8dS3...
Parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=jaoOjz...
Parte 4 - http://www.youtube.com/watch?v=NxsQr4...
Parte 5 - http://www.youtube.com/watch?v=XApQ-c...

Fábio de Melo
Wikipedia, a enciclopédia livre da Internet
http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1b...

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A mudança de hábitos não está nas palavras e nem nos atos

por André Ariovaldo em  http://www.andreariovaldo.com.br/artigo/53/a-mudanca-de-habitos-nao-esta-nas-palavras-e-nem-nos-atos.html

"A mudança de hábitos não está nas palavras e nem nos atos, mas na tomada de consciência e quando isto ocorre, a tela da nossa vida se modifica imediatamente."


Não somos um cisco, mas centelhas divinas cheias de recursos e com um horizonte que nos reserva uma felicidade inalterável e indizível.

Levanta-te e anda, eis a proposta do Evangelho.

Assumir a si mesmo e seguir em frente, sem medo de experimentar as provas que Deus põe em nosso caminho, nos faz avançar rapidamente na senda do progresso. Tudo o que temos na vida é um retorno do que damos a ela e se nos movimentarmos de forma diferente, obteremos resultados novos que nos remeterão à paz e à felicidade, ainda na Terra.

Nossas forças são ilimitadas e só esmorecemos quando a ignorância se torna maior que a confiança que depositamos em Deus. Se a visão que temos da vida tende ao materialismo, por consequência teremos uma vida difícil e sofrida, pesada e que sufoca, mesmo que financeiramente sejamos capazes de comprar nossa lista de desejos. A paz e a tranquilidade não estão na matéria e se nos mantemos aliados à vida física, mais que à espiritual, faremos prevalecer em nós uma visão deturpada e confusa sobre os nossos verdadeiros compromissos no mundo e perante Deus e nos estimularemos a não respeitar o próximo nem a nós mesmos, pois em falta de perspectiva de futuro, valorizaremos o presente, o aqui e o agora. Tal observação não é indicada somente aos materialistas, mas também a espiritualistas e mesmo a espíritas que, embora dotados de uma visão que se expanda além da matéria, insiste em adotar atos que indicam mais o materialismo imediato do que o espiritualismo imortal.

Observa ao teu redor o quanto você possui de recursos e oportunidades e verá que não utiliza nem 10% de todas as ferramentas que Deus lhe deu para a conquista da sua paz, esta mesma paz que você constantemente reivindica a Deus, como se Ele houvesse lhe privado disto.

Nossa intolerância e desonestidade com nós mesmos faz com que o mundo ao nosso redor se torne mesquinho e desonesto, pois é um reflexo do que carregamos no peito.

A mudança de hábitos não está nas palavras e nem nos atos, mas na tomada de consciência e quando isto ocorre, a tela da nossa vida se modifica imediatamente e naturalmente nos comportamos diferente e falamos coisas diferentes.

Que o nosso esforço nos impulsione a compreendermos e a nos conscientizarmos dos nossos deveres e do nosso poder pessoal; a valorizarmos a nós 
mesmos como os deuses que somos; a tomarmos consciência dos motivos que nos fazem sofrer. Nossa vida só possui sofrimentos porque a nossa dificuldade de escolha gera resultados insatisfatórios, mas somos nós mesmos os responsáveis pela história de dor ou felicidade que experimentamos, esteja a causa disto na vida atual ou mesmo em vidas passadas. 

Levanta-te e anda!

Só depende de nós a nossa felicidade e só o fato de compreendermos isto já é motivo de felicidade, pois indica que para sermos felizes não dependemos de ninguém, senão de nós mesmos.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O QUARTO REI MAGO


O Quarto Rei Mago
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Por: Henry Van Dyke
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Vocês sabem a história dos três reis magos que viajaram do Oriente para Belém para adorar a Jesus e lhe ofertar as dádivas de ouro, incenso e mirra.

Vou-lhes contar a história do quarto rei mago que também viu a estrela e resolveu segui-la e do seu grande desejo de adorar o Rei Menino e lhe oferecer as suas prendas. 

Ele morava nas montanhas da Pérsia e o seu nome era Artaban. Era um médico, alto, moreno, de olhos bem escuros: a fisionomia de um sonhador, a mente de um sábio. Um homem de coração manso e espírito indominável.

Era um homem de posses. A sua moradia era rodeada de jardins bem tratados com árvores de frutas e flores exóticas. Suas vestes eram de seda fina e o seu manto da mais pura lã. Era seguidor de Zoroastro e numa noite se reuniu em conselho com nove membros da mesma seita. Eram todos sábios!

Artaban lhes falou sobre a nova estrela que vira e o seu desejo de segui-la. Disse-lhes: 

"- Como seguidores de Zoroastro aprendemos que os homens vão ver nos céus, em tempo apontado pelo Eterno, a luz de uma nova estrela e nesse dia, nascerá um grande profeta e Ele dará aos homens a vida eterna, incorruptível e imortal, e os mortos viverão outra vez! Ele será o Messias, o Rei de Israel.

E continuou:

"- Os meus três amigos Gaspar, Melchior, Baltazar e eu, vimos a grande luz brilhante de uma nova estrela á vários dias e vamos sair juntos para Jerusalém para ver e adorar o Prometido, o Rei de Israel. Vendi a minha casa e tudo o que possuo e comprei estas jóias: uma safira, um rubi e uma pérola para oferecer como tributo ao Rei. Convido-os para virem comigo nesta peregrinação para juntos adorarmos o rei!”

Mas um véu de dúvida cobriu as faces de seus amigos: 

"- Artaban! Isso é um sonho em vão. Nenhum rei vai nascer de Israel! Quem acredita nisso é um sonhador!" 

E um a um, todos o deixaram. 

"- Adeus amigo!"

Artaban pesquisando os céus viu de novo a estrela. 

"- É o sinal!" Disse ele. "- O Rei vai chegar e eu vou encontrá-lo."

Artaban preparou o seu melhor cavalo, chamado Vasda, e de madrugada saiu ás pressas, pois, para encontrar no dia marcado com Gaspar, Melchior e Baltazar, que já estavam a caminho, ele precisava cavalgar noite e dia. Já estava escurecendo e ainda faltavam mais ou menos três horas de viagem para chegar ao sítio de encontro e ele precisava estar lá antes de meia noite ou os três magos não poderiam demorar mais à sua espera!

“- Mas, o que é isto?” 

Na estrada, perto de umas palmeiras, o seu cavalo Vasda, pressentindo alguma coisa desconhecida, parou resfolegando, junto a um objeto escuro perto da última palmeira.

Artaban desmontou. A luz das estrelas revelou a forma de um homem caído na estrada. Um pobre hebreu entre os muitos que moravam por perto. A sua pele estava seca e amarela e o frio da morte já o envolvia. Artaban depois de examiná-lo, deu-o por morto e voltou-se com um coração triste pois nada podia fazer pelo pobre homem.

“- Mas o que foi isto?”
"- Que devo fazer? Se me demorar, os meus amigos procederão sem mim. Preciso seguir a estrela! Não posso perder a oportunidade de ver o Príncipe da Paz só para parar e dar um pouco de água a um pobre hebreu nas garras da morte!"
"- Deus da Verdade e da Pureza, dirige-me no teu caminho santo, o caminho da sabedoria que só tu conheces!" 

E Artaban carregou o hebreu para a sombra de uma palmeira e tratou-o por muitos dias até que êle se recuperou.

"- Quem és tu?" perguntou ele ao mago.

"- Sou Artaban e vou a Jerusalém à procura daquele que vai nascer: O Príncipe da Paz e Salvador de todos os homens. Não posso me demorar mais, mas aqui está o restante do que tenho: pão, vinho, e ervas curativas." 

O hebreu erguendo as mãos aos céus lhe disse: 

"- Que o Deus de Abraão, Isaac e Jacó o abençoe; nada tenho para lhe pagar, mas ouça-me: Os nossos profetas dizem que o Messias deve nascer, não em Jerusalém mas em Belém de Judá."

Assim, já era muito mais de meia noite e vários dias mais tarde quando Artaban montou de novo o seu cavalo Vasda e num galope rápido prosseguiu ao encontro de seus amigos.

Aos primeiros raios do sol, checou ao lugar do encontro. Mas... onde estavam os três magos? Artaban desmontou e ansioso, estudou todo o horizonte. Nem sinal da caravana de camelos dos seus amigos! Então entre uma pilha de pedras achou um pergaminho e a mensagem: 

"- Não pudemos esperar mais, vamos ao encontro do Rei de Israel. Siga-nos através do deserto."

Artaban sentou-se e cobriu a cabeça em desespero! 

"- Como posso atravessar o deserto sem ter o que comer e com um cavalo cansado? Tenho mesmo que regressar à Babilónia, vender a minha safira e comprar camelos e provisões para a viagem. Só Deus, o misericordioso, sabe se vou encontrar o Rei de Israel ou não, porque me demorei tanto ao mostrar caridade,"

Artaban continuou a via pelo deserto e finalmente chegou em Belém, levando o seu rubi e a sua pérola para oferecer ao Rei. Mas as ruas da pequena vila. pareciam desertas. Pela porta aberta de uma casinha pobre, Artaban ouviu a voz de uma mulher cantando suavemente. Entrou e encontrou uma jovem mãe acalentando o seu bebê.

Três dias passados Ela lhe falou sobre os três magos que estiveram na vila a que disseram terem sido guiados por uma estrela ao lugar onde José de Nazaré, sua esposa Maria, e o seu bebé Jesus estavam hospedados. Eles trouxeram prendas de ouro, incenso e mirra para o menino. Depois, desapareceram tão rapidamente quanto apareceram. E a família de Nazaré também saiu à noite, em segredo, talvez para o Egito.

O bebê nos seus braços olhou para o rosto de Artaban e sorriu estendendo os braçinhos para ele. 

“Não poderia essa criança, ser o Príncipe Prometido? Mas não! Aquele que procuro já não está aqui e eu preciso encontrá-lo no Egito!”

A Jovem mãe colocou o bebê no leito e preparou um almoço para o estranho hospede que veio à sua casa. Subitamente, ouviu-se uma grande comoção nas ruas: gritos de dor, o chorar de mulheres, tocar de trombetas e o clamor: 

"- Soldados! os soldados de Herodes estão matando as nossas crianças!"

A jovem mãe, branca de terror escondeu-se no canto mais escuro da casa, cobrindo o filho com o seu manto para que ele não acordasse e chorasse.

Mas Artaban colocou-se em frente à porta da casa impedindo a entrada dos soldados. Um capitão aproximou-se para afastá-lo. A face de Artaban estava calma como se estivesse observando as estrelas. Fitou o soldado um instante e lhe disse: 

"- Estou sozinho aqui, esperando para dar esta jóia ao prudente capitão que vai me deixar em paz.” 

E mostrou o rubi brilhando na palma da sua mão como uma grande gota de sangue.

Os olhos do capitão brilharam com o desejo de possuir tal jóia! 

"- Marchem, Avante!" Gritou aos seus soldados. "- Não há criança aqui!" 

E Artaban olhando os céus orou: 

"- Deus da Verdade, perdoa o meu pecado! Eu disse uma coisa que não era, para salvar uma criança. E duas das minhas dádivas já se foram. Dei aos homens o que havia reservado para Deus. Poderei ainda ser digno de ver a face do Rei?"

E Artaban prosseguiu na sua procura entre as pirâmides do Egito, em Heliopólis, na nova Babilónia às margens do Nilo... Numa humilde casa em Alexandria, Artaban procurou o conselho de um velho rabi que lhe falou das profecias e do sofrimento do Messias prometido e receitado pelos homens. 

"- E lembre-se, meu filho: o Rei que procuras não o vais encontrar num palácio ou entre os ricos e poderosos. Isto eu sei: os que O procuram devem fazê-lo entre os pobres e os humildes, os que sofrem e são oprimidos."

E Artaban passou por lugares onde a fome era grande. Fez a sua morada em cidades onde os doentes morriam na miséria. Visitou os oprimidos nas prisões subterrâneas, os escravos nos mercados de escravos... 

Em toda a população de um mundo cheio de angústia ele não achou ninguém para adorar, mas muitos para ajudar! Ele alimentou os que tinham fome, cuidou dos doentes, e confortou os prisioneiros... E os anos passaram... 33 anos. 

E os cabelos de Artaban já não eram pretos, eram brancos como a neve nas montanhas. Velho, cansado e pronto para morrer era ainda um peregrino à procura do Rei de Israel e agora em Jerusalém onde havia estado muitas vezes na esperança de achar a família de Belém.

Os filhos de Israel estavam agora na cidade santa para a festa da Páscoa do Senhor e havia uma agitação e excitamento singular. Vendo um grupo de pessoas da sua terra, Artaban lhes perguntou o que se passava e para onde o povo se dirigia.

"- Para o Gólgota!" lhe responderam, "- ...pois não ouviste? Dois ladrões vão ser crucificados e com eles, um homem chamado Jesus de Nazaré, que dizem, fez coisas maravilhosas entre o povo. Mas os sacerdotes exigiram a Sua morte, porque disse ser o Filho de Deus. Pilatos O condenou a ser crucificado porque disseram ser Ele o Rei dos Judeus.”

"Os caminhos de Deus são mais estranhos do que o pensamento dos homens," pensou Artaban. "Agora é o tempo de oferecer a minha pérola para livrar da morte o meu Rei!" 

Ao seguir a multidão em direção ao portal de Damasco, um grupo de soldados apareceu arrastando uma jovem rapariga com vestes rasgadas e o rosto cheio de terror.

Ao ver o mago, a jovem reconheceu-o como da sua própria terra e libertando se dos guardas atirou-se aos pés de Artaban: 

"- Tenha piedade!...”, ela implorou,..."e pelo Deus da pureza, salva-me! Meu pai era mercador na Pérsia mas faleceu e agora vão me vender como escrava para pagar seus débitos! Salva-me!"

Artaban tremeu. Era o velho conflito da sua alma entre a fé, a esperança e o impulso do amor. Duas vezes as dádivas consagradas foram dadas para a humanidade. E agora? Uma coisa ele sabia: 

“- Salvar essa jovem indefesa era um gesto de amor. E não é o amor a luz da alma?”

Ele tirou a pérola de junto ao seu coração. Nunca ela pareceu tão luminosa! Colocou-a na mão da moça: 

"- Este é o teu pagamento, o último dos tesouros que guardei para o Rei!"

Enquanto ele falava uma escuridão profunda envolveu a terra que tremeu consultivamente! Casas caíram, os soldados fugiram mas Artaban e a moça protegeram-se de baixo do telhado sobre as muralhas do Pretório.

"- O que tenho a temer,” pensou ele," ...e para quê viver? Não há mais esperança de encontrar o Rei, a procura terminou, eu falhei.” 

Mas mesmo esse pensamento lhe trouxe paz pois sabia que viveu de dia a dia da melhor maneira que soube. Se tivesse que viver de novo a sua vida não poderia ser de outra maneira.

Mais um tremor de terra e uma telha desprendeu-se do telhado e feriu o velho mago na cabeça. Repousou no chão e deitou a cabeça nos ombros da jovem com o sangue a escorrer do ferimento.

Ao debruçar-se sobre ele, ela ouviu uma voz suave, como música vindo da distancia. Os lábios de Artaban moveram-se como em resposta e ela escutou o que o velho mago disse na sua própria língua: 

"- Não meu Senhor! Quando te vi com fome e te dei de comer? ou com sede e te dei de beber? ou quando te vi enfermo ou na prisão e fui te ver? 

Por 33 anos eu te procurei, mas nunca vi a tua face, nem te servi, meu Rei!"

E uma voz suave veio, mas desta vez dos céus. A jovem também compreendeu as palavras.

"- Em verdade, em verdade vos digo que quando o fizeste a um destes meus irmãos a mim o fizeste!"

Uma alegria radiante iluminou a face calma de Artaban. 

Um suspiro longo e aliviado saiu de seus lábios. 

A viagem para ele havia terminado. 

O quarto mago, Artaban, compreendeu que havia encontrado o seu Rei durante toda a sua vida! 
Henry van Dyke 
(1852 - 1933)
escritor, educador e pastor.

O QUARTO SÁBIO

História belíssima de uma quarto rei mago que perdeu a caravana com os outros reis magos. Assim mesmo ele decide seguir viagem, porém para a todo instante para ajudar as pessoas, finalmente quando encontra Jesus, este está sendo crucificado.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Um novo ano ! 2013 !



Neste ano que se inicia, abra os meus olhos,os meus ouvidos, os meus sentidos
e o meu coração. Que eu veja além do comum. Que eu enxergue, através dos homens,
o que há de melhor em cada um. Que eu ouça somente as palavras bonitas. Que eu sinta apenas as coisas boas. Que eu seja mais do que um simples mortal. Que eu seja eterna como eterna deve ser a esperança. Que eu seja maior que a própria vontade de crescer. Que eu queira mais do que o próprio querer. Que eu seja mais do que esperam de mim. Que eu possa expandir felicidade e perceber na simplicidade o valor de todas as coisas. Que eu seja a semelhança do bem. Que todos que de mim se aproximarem pressintam o amor que tenho a oferecer. Que eu nunca cobre nada dos outros, mas cobre de mim. Que eu consiga me doar sem esperar agradecimento. Que eu seja simples e grandiosa, como simples e grandiosa é a criação. Que eu permaneça voltada
ao que é bom e precioso - a vida em toda a essência de sua grandeza. E assim, serei humana e feliz, humilde e poderosa, amante e amada.

Estarei pronta e de braços abertos para colher os frutos de um novo tempo, que espera mais compreensão e tolerância de cada um para todos os seres do universo. Assim, teremos a verdadeira comunhão entre o ser e o mundo que o acolhe - todos os seres inteirados, respeitando o espaço comum. E o mundo ficará bem melhor e eu terei feito apenas, uma parte de tudo isso.
 Aquela pequena parte que poderá ser a grande diferença. Que eu tenha a felicidade de ver meus amigos e familiares unidos em um só pensamento, o de amor, paz e harmonia. Que eu tenha a felicidade de um ser privilegiado por sua bondade de encontrar no ano que se inicia um mundo melhor para todos os seres do universo. Então estarei em paz.  Que assim seja!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

O Natal Espírita









Promovida pelo Canal #Espiritismo
Centro Espírita Léon Denis
http://www.celd.org.br                                                                                                                   Palestrante: Altivo Pamphiro                                                                                                                                    Rio de Janeiro 23/12/1999

Oração Inicial:

Amigo Jesus, mais uma vez, aqui estamos reunidos, Mestre, com o objetivo de estudo e reflexão em torno da Doutrina Espírita. Auxilia a todos nós, ampara a todos, fortalecendo-nos, diante das dificuldades da jornada. Que seja em Teu nome, em nome dos amigos Cairbar Schutel e Gabriel Delane, mas, sobretudo, em nome de Deus, a realização desta palestra. Que assim seja!

 Desejo a todos uma boa noite e peço a Jesus nos abençoe no trabalho de hoje. O Natal de Jesus é a oportunidade que temos de comemorar a data de seu nascimento e também fazermos alguma coisa em favor do próximo, já que ainda não podemos fazer este bem ao próximo diariamente. Com Jesus temos a oportunidade desejada e sonhada. Por isso, os espíritas também comemoram o Natal de Jesus, como uma oportunidade de fazermos algo a alguém. (t)

Perguntas/Respostas:

 Como um espírita deve proceder nesta data, diante dos apelos da mídia?
 Devemos proceder com equilíbrio, uma vez que o Natal seria para comemorar o nascimento de Jesus. Com os presentes que a sociedade nos habituou a dar, uns aos outros, ficamos com uma despesa não prevista. Por isso, devemos agir com moderação e lembrar que, afinal de contas, o aniversariante pede que façamos ao outros aquilo que ele gostaria que fizéssemos, ou seja, compartilhemos com os outros a festa de comemoração de Jesus. (t)
A Doutrina dos Espíritos é sempre verdadeira em suas elucidações. Como manter-se fiel a esse princípio sem informar a verdadeira data do nascimento de Jesus? Se não o faz qual o objetivo?
 Não se sabe realmente quando Jesus nasceu. Há estudos dos nossos irmãos evangélicos que indicam como data provável o mês de setembro. A tradição firmou esta data como dezembro. Para nós, o importante é lembrarmos do Mestre, pelo menos nesse período, já que, muitas vezes, não o lembramos senão diante de apelos. Assim, devemos lembrar desta oportunidade de Jesus e agirmos como se ele estivesse realmente aniversariando naquele mês. (t)
 Que valor podemos/devemos dar aos auxílios de Natal que algumas pessoas fazem questão de preparar todos os anos, como que para descarregar a própria consciência, principalmente quando no restante do ano nada mais fazem em termos de, pelo menos, tentarem praticar a caridade?
 Realmente, as pessoas estão aprendendo a amar ao semelhante. As pessoas a que você se refere são iniciantes na sublime arte do dar sem esperar compensação de espécie alguma. Como iniciantes, podem realmente agir de modo a descarregar a própria consciência. Não devemos expulsá-los. Eles realmente são iniciantes na sublime arte do amor ao próximo. (t)
Qual a importância da comemoração da festa de Natal para os espíritas? Afinal, acreditando-se na reencarnação, não se tornam pouco importantes festividades ligadas ao nascimento de alguém?
 Devemos entender o Natal como a oportunidade de lembrarmos de Jesus com intensidade. Realmente a comemoração para nós está mais em função dos outros do que para nós mesmos. Exemplifico: Uma criança de um orfanato que foi habituada a crer em Papai Noel, nas festividades de Natal, enfim, está envolvida em todas essas comemorações. Como dizer a ela que Papai Noel não existe? Não é melhor esperar que ela mesma cresça, amadureça e se conscientize disso? O tempo fará este milagre.
Creio que dulcificamos os corações nestas ocasiões de festividades coletivas como o caso citado do orfanato, em que as crianças geralmente ficam sós com a dura realidade da vida. Assim, entendemos que os espíritas, pessoalmente, não compartilham de uma festividade como a de Natal, mas nada impede deles colaborarem com a alegria, com o sentimento fraternal entre as criaturas e, até mesmo, com uma grande dose de amor aos outros, pelo simples gesto de dar-se às mãos. (t)
Sabemos que Jesus é um espírito puro, altamente evoluído e sabemos também que a atmosfera terrena é incômoda para os espíritos puros. Contudo, nesta ocasião de Natal, Jesus se aproxima mais do planeta? Em caso afirmativo, qual a causa (ou causas) disso?
 Chico Xavier informa que Jesus se aproxima da Terra nesta ocasião. Acredito que seja em função das lembranças inúmeras que os homens têm dele. E entendemos também que esta é uma oportunidade de solidariedade que os homens praticam e que Jesus aproveita-se da mesma para distribuir suas bênçãos. (t)
 Como se dá a influência dos espíritos para que se modifique a forma como vivenciamos o Natal?
 Os espíritas estão aprendendo a solidariedade humana com os espíritos. As mensagens inúmeras que eles nos enviam, sugerindo-nos a prática do bem, já faz começar uma nova mentalidade acerca do verdadeiro espírito de Natal. Acredito também que é a oportunidade que os mesmos espíritos de sugerirem que aprendamos o desprendimento dos bens terrenos. Vejamos como os espíritas se solidarizam mais ainda no Natal de Jesus. Com o decorrer dos séculos, a humanidade aprenderá, certamente, a viver em espírito e verdade. (t)
 Nossos irmãos cristãos costumam crer que Jesus tenha nascido devido a obra e poder do "Espírito Santo" sobre Maria. Como o Espiritismo explica o nascimento de Jesus?
 A doutrina espírita não acredita em milagres. Assim, Jesus, com certeza, nasceu como todos os homens nascem. Se alguns acreditam que Jesus nasceu de outra forma, perguntaríamos se ele se prestaria a "quebrar" a Lei de Deus. Por outro lado, entendemos, ainda com a doutrina espírita, que a Natureza não dá saltos e as pessoas podem até crer de forma equivocada acerca de Jesus, etc. Mas os espíritas devem entender de modo bem claro a Lei de Deus. (t)
 Uma festa de Natal com mesa farta de carnes, polpudos leitões e faisões, pernis e bacalhau, chesters e cabritos. E esses irmãos animais sacrificados para essa data? Como é que eles ficam (especialmente levando-se em conta a consciência de espírita que deveríamos possuir)?
 Realmente estamos aprendendo a comemorar o Natal moderadamente. E devemos compreender que "o governo" está nos ajudando com uma festa bem mais modesta. :)
De qualquer modo, devemos agir como espíritas e, portanto, moderadamente, procurando, inclusive, dar de nossa mesa para aqueles que não a tem. Há centros, como o Centro Espírita Léon Denis, no Rio de Janeiro, que se esmeram em atender aos assistidos que ele conhece. Esta é uma oportunidade de comemorarmos o Natal de Jesus minorando as dores dos semelhantes. (t)
 A aproximação de Jesus, aludida em uma resposta anterior, não quer dizer ausência de Jesus na Terra, mas a nossa aproximação mental?
 Não, quer dizer que ele está localizado mais ou menos distante da Terra e quando se aproxima ele está mais próximo da Terra. E a aproximação mental somos nós quem fazemos. Jesus estará sempre atento às menores manifestações de acesso a ele, se assim o fizermos. (t)
Como devemos encarar a figura do "Papai Noel" dentro do Espiritismo? Apenas uma figura com apelo comercial, ou devemos evidenciar os valores do "velhinho que distribuía presentes aos pobres", segundo nos contam alguma lendas a respeito de São Nicolau?
 Devemos entender que Papai Noel é um apelo comercial realmente, mas que a sociedade está impulsionando na direção de fazermos com que saiamos de dentro de nós mesmos e nos dirijamos aos nossos semelhantes. Entendemos, assim, que Papai Noel é um comércio, mas nós vamos ultrapassar esta barreira e sentir o nosso próximo, realmente, com amor. (t)
 O que é comemorar o Natal todos os dias?
 É lembrarmo-nos de que Jesus existe e nós iremos praticar a Lei de Amor ao Próximo que ele nos ensinou diariamente, ao mesmo tempo que iremos doar de nós mesmos conforme ele mesmo o fez. (t)
 Qual deve ser o verdadeiro espírito de Natal?
 Pensarmos em Jesus, termos alegria real quando estivermos reunidos com os nossos amigos e lembrar de que se eu não posso estar com Jesus na data do seu aniversário, eu posso estar com os meus amigos praticando o sentimento que Jesus nos ensinou. (t)
 Como você vê o excesso de discursos bonitos e pouca prática do que se prega, principalmente nos meios ditos Cristãos?
 É uma falha do nosso espírito ou do espírito dos outros. Na verdade, nossos pensamentos e palavras e também os atos deveriam ser unos, mas o que vemos são pessoas falando do que não pensam, pensando no que não devem e, acima de tudo, esquecendo da realidade de que todos devemos nos unir na prática do bem. (t)
Sair de dentro de nós e fazer com que os olhos nas vitrines aumente o desejo de posse negligenciando o espírito da reencarnação. Isto não será conviver em omissão com o passado imposto no presente, pelos potentados de César?
Entendo que estamos na Terra para dirigirmos os nossos pensamentos e conduzirmos os nossos atos. Se estamos diante de uma vitrine que nos acena com forças ou prazeres acima das nossas possibilidades, precisamos exercitar, com maior vigor, a vontade para controlarmos a ação do passado sobre nós. Por outro lado, o homem moderado, ao ver os apelos da sociedade moderna, estará aprendendo a controlar-se. Ele não deve ter medo desses apelos. Deve ter medo de si mesmo quando se ver como uma pessoa imoderada. (t)
Você poderia nos falar um pouco sobre o histórico do Natal?
 Foi um papa que estabeleceu um costume cristão sobre uma festa pagã igual ao que foi feito com relação ao Carnaval, em outra circunstância. Mas podemos dizer que foi um piedoso costume que se tentou passar à Humanidade. Lembre-se que o grande apelo comercial em torno das festividades natalinas não existia no século passado. Isto é fruto da sociedade moderna que tem a seu dispor poderosos veículos de intercomunicação entre os seres, que são o rádio, a televisão e outros mais. (t)
 No momento em que nossa família estiver reunida em torno da mesa para as comemorações do Natal, quais as suas recomendações para nossas atitudes (uma prece, um papo sobre Jesus, um silencio pessoal)?
 Dependerá da sua família. Se você puder falar de Jesus uns cinco ou dez minutos, será ótimo. Mas se você não puder falar, faça o seu silêncio pessoal. O mesmo com referência à prece. Se não devemos ser insistentes incomodando aos outros, que não compartilham com as nossas crenças, também temos o direito de pensarmos em como agir segundo os atos cristão. E esse "como agir" pode ser, como já foi dito, ficarmos em silêncio, pensando. (t)
Assim como os espíritos romperam com a idéia do sobrenatural, não nos cabe a responsabilidade de começar a trabalhar a idéia espírita do Natal?
 Sim. E os espíritas já estão fazendo isso. Quando atendemos aos pobres, já estamos lembrando de Jesus, porque estamos agindo em nome dele. Quando oramos, também já estamos fazendo isso. Finalmente, o fato de não comemorarmos o Natal com bebedeiras já mostra que estamos modificando o Natal. (t)

Considerações Finais do Palestrante:

 A cada Natal sentimos que os seres humanos estão se solidarizando e os espíritas têm uma grande contribuição neste sentido. Não desgostemos do Natal, apenas tornemos o mesmo compatível com Jesus. Digo compatível porque não podemos fugir de certas realidades, como presentear a filhos, a pais, mas podemos ir convivendo com uma realidade mais humana, menos comercial e com aumento de sentimento. E que Jesus nos ensine a distinguir as coisas de modo bem claro e positivamente. Abraços a todos e até breve! (t)

Oração Final:

 Queridos amigos, que possamos abrir nossos corações a esse sentimento tão lindo de amor e possamos, juntamente com nossos familiares, sentir e transmitir os ensinamentos deixados por Jesus. Que nossas lembranças estejam voltadas para o bem, formando uma corrente de amor, atingindo toda a humanidade. Que possamos ser iluminados por esses sentimentos bons e que tenhamos todos o amparo de nossos amigos espirituais. Que possamos conservar em nós, por muito tempo, esse sentimento fraterno despertado nessa data e possamos exemplificar com atos todo o conhecimento e experiência adquiridos nessa noite. Obrigada. Assim seja!




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

NÃO SE ESQUEÇA, MAS NÃO SE ESQUEÇA MESMO! -Dr Inácio Ferreira / Carlos A. Baccelli

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Gostaria de pedir à todos os amigos para ler essa mensagem e espalhá-la por aí, obrigada!
Semíramis 22/10/2012
NÃO SE ESQUEÇA, MAS NÃO SE ESQUEÇA MESMO!
Leia os seus livros, discuta as suas teses, exerça a mediunidade, divulgue os postulados de sua crença, enfim, demonstre o conhecimento teórico que, porventura, você já tenha adquirido do Espiritismo...
Participe de Congressos e Simpósios, Seminários e Reuniões, procurando, assim, ampliar os horizontes de sua compreensão de nossa amada Doutrina...
Através de blog, site, facebook, etc., com a frequência que desejar, esteja você ao teclado do computador a fim de conectar-se com o mundo, em suas Dimensões Física e Espiritual...
Todavia, não se esqueça, mas não se esqueça mesmo, de arranjar um tempinho para demonstrar, na prática, o que você já conseguiu assimilar da essência da Mensagem que abraça.
Pelo menos uma vez por semana – o ideal seria mais de uma vez:
- procure participar do trabalho de confecção de uma sopa na periferia, destinada às pessoas carentes...
- visite alguém que esteja doente, à espera de uma palavra de esperança – pode ser inclusive alguém que faça parte de seu grupo de atividades no Centro Espírita, aguardando a visita dos companheiros que não aparecem...
- participe da Campanha do Quilo, com o propósito de arrecadar alimentos para as famílias assistidas...
- vá até o Lar de Idosos mais próximo (não precisa ser uma Instituição espírita!) e ofereça-se para auxiliar no banho dos velhinhos, ou ainda para lhes dar alimento na boca...
- integrando a “equipe da vassoura”, coopere na limpeza de uma Instituição – não tem nada demais, uma vez por semana, você dedicar-se a lavar banheiros e varrer quintais... (Eu não conheço melhor método de desenvolvimento mediúnico do que este! Mas, caso isto não venha desenvolver a sua mediunidade, garanto que irá livrá-lo da obsessão!)...
- se consegue enfiar linha numa agulha, você, praticamente, está apto a colaborar na restauração de roupas usadas a serem distribuídas com os que vivem ao relento – quem sabe se, por detrás dessa sua carranca, esconda-se um excelente estilista, concorda?!...
- e se, em praticamente tudo, você for uma nulidade como eu sou, a sua presença, com a sua alegria, pelo menos uma vez por semana, será incentivo aos irmãos que necessitam de estímulo na tarefa que executam com a habilidade que não possuímos...
Claro que a lista acima está muito incompleta, porque você, com o propósito de, no mundo atual, testemunhar a sua fé em Jesus Cristo, felizmente não necessita mais morrer na fogueira ou no caldeirão de azeite fervente...
Não obstante, meu amigo, se você não souber, ou não se dispuser a sujar de poeira na periferia os seus sapatos sempre engraxados, e não conseguir não se aborrecer, caso a pintura de seu carro seja riscada por algum garoto traquinas, creio que, antes de dizer-se espírita-cristão, você deveria pensar um pouquinho mais!...
INÁCIO FERREIRA
Uberaba – MG, 22 de setembro de 2012.
FONTE:
http://inacioferreira-baccelli.zip.net/

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

ESPIRITISMO BY ANDRE LUIZ


"O Espiritismo tem por missão fundamental, entre os homens, a reforma interior de cada um, fornecendo explicações ao porquê dos destinos, razão pela qual muitos conceitos usuais são por ele restaurados ou corrigidos." (ANDRÉ LUIZ, O Espírito da Verdade, FEB, 8)

"Desde a primeira hora da Doutrina Espírita recomendam os Emissários da Esfera Superior uma reforma urgente, inadiável, intransferível: a reforma de cada um de nós, nas bases traçadas pelo Evangelho de Jesus." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 39, CEC)

"O raciocínio descobre a vizinhança entre a fé e o entendimento e a distância entre a fé o fanatismo." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 19, CEC)

"O espírita está informado de que o acaso não existe." (ANDRÉ LUIZ,Conduta Espírita, FEB, 18)
"A Doutrina Espírita está alicerçada na lógica e para ser espírita é impossível fugir dela." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 9)

"O Espiritismo é a doutrina da fé raciocinada." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 26)

"A Doutrina Espírita nos recomenda a fé raciocinada para que, desde a existência terrestre, possamos compreender que é lícito admirar o pensamento alheio e até seguí-lo, quando a isso nos decidamos, mas é preciso pensar por nós, a fim de que não venhamos a cair irrefletidamente no resvaladouro do erro ou no visco da obsessão." (ANDRÉ LUIZ, Sol nas Almas, 17)

"A Doutrina Espírita é o instituto universal de ensino e proteção, instalado por Allan Kardec, sob orientação do Mestre dos Mestres - Jesus Cristo." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 46)
"O Espiritismo abrange com a sua influência regenerativa e edificante não apenas a individualidade, mas também todos os círculos de atividade em que a pessoa respire." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 5)

"Doutrina que restaura o Cristianismo em sua pureza, é a religião natural da consciência na Terra e no Universo." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 55, CEC)

"O Espiritismo não é simples religião igual às demais: é um método de viver." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 58, CEC)

"O Espiritismo é religião de livre exame, sem poderes humanos que lhe domestiquem as manifestações." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 4, CEC)

"O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos." (ANDRÉ LUIZ, Conduta Espírita, 10, FEB)

"A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana." (ANDRÉ LUIZ, Conduta Espírita, 10, FEB)
"O Espiritismo não tem chefes humanos e nenhum dos seareiros do seu campo de multiformes atividades é imprescindível no cenário de suas realizações." (ANDRÉ LUIZ, Conduta Espírita, 46, FEB)

"A Doutrina Espírita entra no cenário do mundo, precisamente quando a investigação científica arreda para longe todos os resíduos das superstições humanas, a fim de mostrar que religião é sinônimo de vida eterna." (ANDRÉ LUIZ, Sol nas Almas, 22, CEC)
"Doutrina do discernimento, o Espiritismo nos acorda para a valorização das forças da vida, ensinando-nos a preservá-la e a empregá-la com o proveito devido." (ANDRÉ LUIZ, Sol nas Almas, CEC, 3)

"Doutrina Espírita é mensagem de Cristo, anunciando-nos que a felicidade de crer não está unicamente conjugada à responsabilidade de agir, mas também ao júbilo de criar, sentir, continuar e viver." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas,22, CEC)

"Espiritismo é sublime manancial de energia espiritual." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 51, CEC)

"Pode-se caminhar de muitas maneiras, com inúmeros padrões existenciais, porem, para seguir segundo o Espiritismo só existe uma única medida em todas as situações da romagem humana - o metro da caridade sob a luz da consciência." (ANDRÉ LUIZ, Sol Nas Almas, 58, CEC)

"Espiritismo é caridade em movimento." (ANDRÉ LUIZ, O Espírito da Verdade, 2, FEB)

"A Doutrina Espírita, revivescendo o ensino de Jesus, não desconhece que a necessidade humana espera corações, cérebros e braços empenhados em resolver-lhes os trágicos desafios." (ANDRÉ LUIZ, Sol nas Almas, 40, CEC)

"O espírita vive como vivem os outros, mas em todas as manifestações da existência é chamado a servir aos outros, através da atitude." 9ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 3, CEC)

"O amor é o coração do Evangelho e o espírito do Espiritismo chama-se caridade." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 19, CEC)

"O Espiritismo ensinar-te-á como viver proveitosamente, em plenitude de alegria e de paz, ante o determinismo da evolução." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, 35, CEC)

"Justa, dessa forma, a iniciativa de trazer a Doutrina Espírita à concorrência honesta das normas que as religiões e as filosofias apresentam às criaturas, no sentido de lhes facilitar a existência." (ANDRÉ LUIZ, Opinião Espírita, Prefácio)