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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Reforma Íntima – Porque é tão difícil e como fazer?

Afinal, porque é tão difícil realizar a reforma íntima?
É o que tentaremos, humildemente, ajudar a entender. Depois, compreendendo a dificuldade, é possível entender como fazê-la.
Primeiro, devemos analisar o que visa a reforma íntima: alterar nossos hábitos diários, deixando para trás hábitos infelizes e introduzindo em nossas vidas hábitos edificantes, o que resultará na sublimação de nosso espírito, com a elevação moral e intelectual.
Porém, a impressão que possuímos é que somente espíritos evoluídos conseguem manter hábitos edificantes durante o dia a dia. Nós, pessoas normais, temos enorme dificuldade de fazer a reforma íntima.
Essa dificuldade surge de vários fatores, vejamos:
1º – Nossa mente está habituada a determinado padrão vibratório. Conforme ensinamentos da Espiritualidade Superior, todo e qualquer pensamento emite vibrações. Assim, ao longo das vidas, possuímos o reflexo condicionado de manter determinado padrão vibratório. O resultado disso é a acomodação natural de nossa mente neste padrão vibratório. Até porque ele está em sintonia com todas as outras consciências que estão na mesma escala evolutiva. Dessa forma, naturalmente, a mente tende a emitir sempre o mesmo padrão de ondas mentais.
2º – Nosso subconsciente está alimentado de reflexos condicionados inferiores de outras vidas e de outros estágios da evolução. Antes de chegarmos na fase Humana, quando ainda éramos apenas uma crisálida de consciência nos reinos inferiores, foi necessário o desenvolvimento de instintos que, aos poucos, agora na fase humana, vão dando lugar à razão e ao sentimento. Na nossa atual fase, estamos lutando para largar estes instintos inferiores, ainda de ordem animalizada, para chegarmos no estágio da Razão e Sentimento.
Nossas reencarnações anteriores ainda eram muito inferiores. Basta pensarmos que há 200 anos atrás havia a escravidão no Brasil.
Disso resulta que ao longo dessas reencarnações em épocas ainda atrasadas da Humanidade, desenvolvemos reflexos condicionados ligados a hábitos grosseiros e inferiores.
Com a nova reencarnação trazemos, em nosso subconsciente, esses reflexos condicionados que, se não possuirmos controle mental rígido, manterão hábitos inferiores, impossibilitando a reforma íntima.
3º – A influência religiosa do passado, faz com que consideramos ruim fazer a reforma íntima. Soa como “chato” largar de beber cerveja, controlar a mente quanto a pornografia, não fumar, não usar drogas. São consideradas bobas as pessoas tranquilas, pacíficas, caridosas. Isso tudo porque ainda temos a mente presa a esta dimensão densa. Não conseguimos elevar um pouco nossa mente para entender que nas outras dimensões mais sutis a matéria, onde o espírito vive, é completamente diferente. Nestes lugares, a alegria e felicidade, com seus naturais prazeres, vale infinitamente mais do que qualquer vício que mantemos aqui, nesta vida imersa em dimensão grosseira.
4º – A influência espiritual. Atualmente possuímos mais de 7 bilhões de habitantes encarnados no planeta. Assim, aumentou o número de desencarne de consciências em conjunto e numa época em que o vícios materiais se multiplicam. Com isso, muitos desses espíritos permanecem na crosta terrestre, procurando viver entre os encarnados para manter os vícios de suas mentes.
O resultado dessa maior convivência é, naturalmente, uma maior influência, procurando nos levar a manter hábitos inferiores.
*Disso tudo resulta que precisamos lutar contra os estímulos inferiores que nascem de nosso próprio subconsciente e da influência externa dos espíritos infelizes, entendendo que a reforma íntima nos capacitará para a verdadeira Vida Maior (que não nasce apenas do desencarne, mas sim da nossa elevação para planos de vida superiores, em dimensões vibratórias mais sutis).
Precisamos reprogramar nossas mentes.
Necessitamos largar os hábitos inferiores e adquirir hábitos edificantes. Com isso alteraremos nosso padrão vibratório e não receberemos influências inferiores.
Porém, ninguém conseguirá fixar “a partir de amanhã não serei mais egoísta”.
Isso porque, o vícios internos do espírito, ligados a moral, levam anos e até mesmo vidas para depuração.
De outro lado, os vícios externos podem ser combatidos imediatamente.
Sabendo disso precisamos estipular uma estratégia para a reforma íntima.
Esta estratégia envolve tanto os vícios internos quanto externo do Espírito, com a diferença de que terá repercussão imediata nos vícios externos e mediata nos vícios internos.
Dentro desse cenário, devemos adotar em nossa vida diária, como hábitos que não podem ser adiados:
1 – oração diária (ao acordar, ao dormir, indo para o trabalho, voltando, caminhando, correndo, sempre é possível elevar o pensamento e fazer uma prece agradecendo a Deus tudo que possui e pedindo proteção para a vida diária).
2 – Evangelho no Lar (estabelecer um dia na semana, em determinado horário, para orar em família, ver “artigo” a respeito no site).
3 – Ler mensagens edificantes (as mensagens trazidas pela Espiritualidade Superior iluminam nossas mentes e ampliam nossos conceitos, ensinando a praticar condutas edificantes).
4 – Meditação diária (reservar 5 minutos do dia para ouvir música relaxante, evitando pensar nos problemas do trabalho, da família, apenas elevar o pensamento a Deus e meditar).
5 – Alimentação saudável e exercícios físicos regulares (precisamos conservar a saúde de nosso veículo de manifestação nesta dimensão vibratória). A prática de exercícios físicos regulares ajuda a elevar a sensação de bem estar, contribuindo na manutenção do padrão vibratório.
Estas cinco práticas caracterizam-se por serem hábitos edificantes que catalisarão bons pensamentos e proporcionarão a elevação de nosso padrão vibratório, além da mudança interna de nossas condutas inferiores.
Em conjunto com estes hábitos, devemos vigiar nossos pensamentos, cortando no nascedouro qualquer estímulo não edificantes. Se o estímulo era de nosso subconsciente, demos um passo para reprogramação de nossa mente; se o estímulo era influência de espírito infeliz, afastamos a má companhia.
Imaginar fazer a reforma íntima sem conhecê-la e sem traçar uma estratégia é ineficaz, porque estamos lutando contra uma programação de nossa mente de milhares de anos, além da influência de espíritos infelizes que habitam a Crosta Terrestre.
Ao estabelecer estas cinco condutas edificantes, dificilmente a reforma íntima não avançará em nossa vida mental.
Com certeza nossos amigos espirituais aguardam ansiosamente pela nossa elevação, por isso, ajuda não faltará!
*
Por Breno Costa - http://avidanomundoespiritual.com.br/reforma-intima-porque-e-tao-dificil-e-como-fazer/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Como você pode superar a mágoa?





A Vida, realmente, é dura e profunda. Muitas vezes, embora as pessoas não dêem importância, as coisas acontecem e isso não tem relação com você estar preparado ou não. Infelizmente... A vida é como um teste que ignora se você está preparado! As coisas acontecem e você tem que lidar com isso! Você não estará preparado para lidar, por exemplo, com a morte de sua mãe em tempo algum, mas é provável que isso aconteça... Essa é a lei da Vida. Coisas ruins podem acontecem! Então, Como você pode superar as mágoas, os momentos de lamúrias, de machucados e as feridas que você vem passando? (...) Essa é uma questão central da Vida! A Vida nos coloca frente à problemas para que possamos lidar e aprender algo realmente relevante com isso! As coisas acontecem e nós temos que aprender como superar e aproveitar das situações, para então crescermos e principalmente, ajudar os outros! Tudo que acontece com você tem um sentido! Nossas vidas não são sem sentido, embora algumas vezes nossos sentimentos digam que isso não é verdade! A vida é bem maior do que nossos sentimentos, nossas habilidades para lidar e aceitar a dura realidade da dor... A dor é uma dádiva! Sim... Isso mesmo que eu acabo de dizer: A dor é uma benção!!! A dor nos mostra que estamos indo na direção errada. Ela nos diz que algo está fora do lugar, e diz: “EI, você está indo muito longe de onde gostaria, deseja e quer estar. Acorde!!!” Respondendo a pergunta, o primeiro passo para superar a dor e a mágoa, é estar consciente de que você foi ferido. O próximo passo é compreender que embora você esteja ferido, você não tem o direito de permanecer assim o resto de sua vida! Alguma vez você já soube que você tem o poder de escolher os caminhos de sua vida? As pessoas te machucaram... e você? O que vêm fazendo com você mesmo? O que vem fazendo com as feridas da vida? Você TEM o poder de escolher o que você quer ser, para além das feridas!!! E então o que vai escolher? Ser ferido ou ser curado? Você quer viver ferido ou livre? Você precisa liberar perdão!!! Para seu próprio bem!!! Você realmente não precisa viver o resto da vida ferido! Eu te encorajo a deixar as mágoas, as dores e perdoar! O perdão nos faz ser livres da dor e dos sentimentos ruins! O perdão é uma escolha que nos deixa completamente abertos para a Vida! E finalmente, se você perdoar, você certamente estará em paz, feliz e livre do passado, para viver o presente e o futuro sem estar repetindo sua história familiar! Muitos me chegam ao consultório sem saberem que seus maiores “fantasmas” de hoje são “fantasmas” de sua família também! Então... O que você está esperando para perdoar? Você se lembrou de alguém enquanto estava lendo? Perdoe ele ou ela e VOCÊ viverá livre do poder da dor, e por consequência, das mágoas. Recomendo carinhosamente Exerça perdão hoje mesmo! Por Raphael dos Anjos
ww.raphaeldosanjospsicologo.com/blog_psicologo_itaguai_rj/perfil_materia.asp?id=18

sábado, 30 de março de 2013

Perdoando mesmo que em silêncio


"Imagino que para lidar com as diferenças entre nós e as outras pessoas, temos que aprender compaixão, autocontrole, piedade, perdão, simpatia e amor – virtudes sem as quais nem nós, nem o mundo, podemos sobreviver."(Wendell Berry)

Uma das virtudes mais difíceis de alcançar é a capacidade de perdoar! Perdão de verdade, que não seja da boca para fora, mas vindo do coração, mesmo que não seja verbalizado. Perdão que tira do peito todo ressentimento e afasta as amarguras. Perdão que sara as feridas provocadas por alguém ou por acontecimentos do dia-a-dia. Perdão que alivia a vida e nela restaura a paz. Perdão que refaz o estado anterior à dor. Perdão que tranqüiliza a mente e acalma a alma. Perdão que permite abrandar as reações e apaziguar as relações. Perdão que desfaz manchas de mágoas e cicatriza os sofrimentos.

Existem muitas maneiras de definir o perdão, porque o perdão é muitas coisas ao mesmo tempo. É uma decisão, uma atitude, um processo e uma forma de vida. Algo que oferecemos a outras pessoas e algo que aceitamos para nós mesmos.

O perdão é uma decisão, a de ver além dos limites da personalidade de outra pessoa, de seus medos, particularidades, neuroses e erros. A decisão de ver a essência pura, não condicionada por histórias pessoais, que tem uma capacidade ilimitada e sempre é digna de respeito e amor. O perdão é a opção de “ver a luz da lâmpada e não a tela”.

O perdão é uma atitude, que pressupõe estar disposto a aceitar a responsabilidade das próprias percepções, compreendendo que são opções, não fatos objetivos. É a atitude de optar por olhar para uma pessoa que talvez alguém tenha julgado e perceber que na realidade, é algo mais que a pessoa “terrível” ou insensível que vemos.

O perdão é um processo, que exige que mudemos nossas percepções uma vez ou outra. Não é algo que aconteça de uma vez por todas. Nossa visão habitual está obscurecida pelos juízos e percepções do passado projetados no presente. Nisto, as aparências nos enganam com facilidade. Quando optamos por mudar nossa perspectiva por uma visão mais profunda, mais ampla e abrangente, podemos reconhecer e afirmar a maior verdade a respeito de quem somos nós e quem são os demais. Como resultado desta mudança, surgem de um modo natural uma maior compreensão e compaixão por nós mesmos e pelos demais.

O perdão é uma forma de vida que nos converte gradualmente de vítimas de nossas circunstâncias em poderosos e amorosos co-criadores de nossa realidade. Enquanto forma de vida, pressupõe o compromisso de experimentar cada momento livre de percepções passadas, de ver cada instante como algo novo, com clareza e sem temor. É o desaparecimento das percepções que dificultavam nossa capacidade de amar.

Ao perdoar nós nos desvinculamos da tristeza, embora permaneça o registro do que vivemos. Somos capazes de lembrar sem desgosto, e depois de algum tempo, que é curador, tudo poderá ser apenas uma lembrança, nada mais. Isso é caminho para o esquecimento

O verdadeiro perdão não precisa ser dito. Ele deve ser vivido mesmo que o outro não saiba, porque, às vezes, o outro não quer mesmo saber se perdoamos ou não. Isso pode não importar para a outra pessoa, embora tenhamos marca profunda dela, como bicho que tem dono. Enquanto não perdoamos, somos prisioneiros de alguém ou de uma situação. Sem perdoar não nos libertamos.

O perdão é algo que vai além da nossa emoção, não importa se o outro sabe ou não que perdoamos. Perdoamos aqueles que nos importam e os que não têm, absolutamente, nenhum significado para nós. O amor ajuda a perdoar, e perdoamos muito por causa dele. Esquecemos em nome do amor, se é maior do que a dor que nós vivemos. E se a pessoa que nos feriu não nos importa, podemos perdoar, porque, simplesmente, não tem relevância na nossa vida a ponto de cultivarmos por ela qualquer sentimento, nem raiva, ódio, o que seja. Nós perdoamos quem amamos para desviar do ressentimento e para reconstituir e reforçar os laços que nos unem a essas pessoas. Com aquelas outras não há laços, elas não têm significado para nós. Melhor perdoar e esquecer.

O perdão flui quando conseguimos restaurar o nosso estado de felicidade, quando recuperamos o que tínhamos antes, mesmo que não seja igual ao que perdemos, e que até pode ser melhor. Quando temos de volta em nossas mãos o que nos foi tirado, nós perdoamos a quem nos tirou, ainda que não seja essa a pessoa a trazer de volta o que era nosso. Nós perdoamos quando sentimos que a vida nos devolveu o que estava perdido. É uma sensação de justiça, ainda que tardia e por outro caminho.

Daí a importância da felicidade, que é a melhor de todas as vinganças, senão a única. A felicidade nos mostra que vale a pena perdoar não só os outros, mas a nós também. Afinal, se não nos perdoamos, jamais saberemos como faz bem o perdão que se dá ao outro, mesmo que em silêncio.

http://xiruzada.blogspot.com.br/2012/07/perdoando-mesmo-que-em-silencio-imagino.html


PERDÃO - Perguntas e respostas com Richard Simonetti



1 – Um dos temas preferidos de Jesus é o perdão. Em inúmeras passagensevangélicas o recomenda. Onde fica a justiça?
A justiça é assunto de Deus. O perdão é necessidade nossa. Não fazemos nenhumfavor ao perdoar o ofensor.  A mágoa, o ressentimento, o rancor, o ódio, corroem nossas entranhas. Se perdoamos, ficamos livres.
2 – Deus perdoa?

Está superado o Jeová, o Deus implacável da tradição mosaica, disposto a vingar-se até a quarta geração daqueles que o aborreciam. Jesus nos mostra o Deus Pai, de infinito amor e misericórdia, sempre pronto a relevar nossas impertinências. Ocorre que o Senhor nos programou para o Bem, de tal forma que quando nos comprometemos com o mal é como se nos agredíssemos, colhendo desajustes e dores que reajustam nossas emoções e corrigem nossos rumos.
3  – Por isso Jesus diz, na cruz, que seus ofensores não sabiam o que estavam fazendo?
O envolvimento com o mal, quando levamos prejuízos ao semelhante, tem consequências danosas para nós. Se as pudéssemos avaliar em toda sua extensão haveríamos de cortar a própria mão antes de agredir alguém, ou a própria língua,antes de nos comprometermos na injúria.
4 – Considerando que o ofendido é uma vítima, não tem o direito de sentir-se magoado e ressentido?
Sem dúvida, mas não é conveniente. Mágoas, rancores, ressentimentos, são desajustantes. Perturbam os mecanismos imunológicos e favorecem a evolução de doenças graves, como o câncer.
5 – E quando a pessoa diz: “perdoo, mas nunca mais lhe dirigirei a palavra?”
Não perdoou. Apenas emitiu uma sentença condenatória. O desafeto pode até gostar, mas não é conveniente, principalmente quando essa situação surge no relacionamento familiar. Quando pais e filhos, marido e mulher, castigam-se mutuamente com o mutismo, a afetividade, a alegria e o bem-estar vão embora.
6  – Perdoar talvez não seja difícil; o problema é esquecer… esquecer, apenas cultiva a volúpia da mágoa. E cada vez que lembra o mal que lhe fizeram, exercitando a vocação para vítima, sofre tudo outra vez. É como jogar ácido num ferimento, ao invés de curá-lo com cicatrizante.
7 – Isso significa que esquecer os prejuízos que nos causaram é o mínimo que podemos fazer em favor de nossa própria estabilidade?
Exatamente. Se os ofensores não sabem o que fazem, algo semelhante ocorre com os que não perdoam. Não têm idéia dos desajustes e sofrimentos a que se submetem, não pelo mal que lhes fizeram, mas pelo mal que estão fazendo a si mesmos.
8 – Qual a atitude mais razoável, diante das ofensas?
Não ter que perdoar. Basta que cultivemos a compreensão. Quem compreende jamais se sente ofendido. Com ela aprendemos que cada pessoa está numa faixa de evolução, de entendimento. Não podemos exigir que  mais do que tem. E ninguém é intrinsecamente mau. Somos todos filhos de Deus