Embarque em uma jornada de autodescoberta e transformação espiritual com nosso blog. Aqui, buscamos a meditação, a paz interior e a cura emocional como ferramentas para a busca de si mesmo. Nossos conteúdos abrangem temas que fazem bem a nosso espírito,histórias inspiradoras que iluminam o nosso caminho para a espiritualização. Celebramos a rica tapeçaria do conhecimento da vida,sem distinções.Apreciamos o belo,as trocas significativa, um espaço seguro para compartilhar, aprender e crescer.
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quinta-feira, 3 de outubro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
sábado, 29 de janeiro de 2011
ESCOLHAS
por http://conhecerkardec.blogspot.com/2011/01/escolhas.html
A qualquer instante, cada um de nós tem a possibilidade de reescrever o texto, de reelaborar o conteúdo do livro da própria existência.
É a compreensível resistirmos ou ficarmos receosos quando a vida nos solicita tomar uma decisão, mas não podemos nos esquecer de que os “amanhãs” cuidarão de si mesmos e que o importante é vivermos bem o dia de hoje. Disse Jesus: “se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje e amanhã será lançada no forno, quanto mais a vós, homens fracos na fé!”.
O procedimento utilizado diante de cada fato ou acontecimento influenciará, de modo incontestável, nosso desenvolvimento futuro e, acima de tudo, determinará nossa qualidade de vida no presente.
Decidir qual o melhor momento de aceitar ou discordar, conceder ou renunciar, ir junto ou retirar-se, não é tão fácil quanto pensamos, pois fazer escolhas apropriadas requer um trabalho interior intenso ao longo do tempo, alicerçado sobre exame paciencioso e reflexões constantes.
Optar por decisões convenientes é o resultado de um exercício contínuo de afinação com a “vontade de Deus”, que reside em todas as criaturas. Ela – a “imago Dei” – representa um “livro sagrado” que deve desvendar-se no íntimo de cada um. Tem por fim atrair o ponteiro da “bússola interior”, que indica o norte, o porto seguro, na travessia do mar da existência.
Todos aqueles que sintonizaram com essa “bússola interna” conquistaram a fé raciocinada, o senso crítico, a uniformidade no proceder, o nexo causal e a coerência de pensamentos.
O aumento da capacidade de se relacionar com o “Eu Superior” exige treino, coragem, paciência e determinação. A habilidade de escolher adequadamente não é jamais produto do acaso ou de reações acidentais, mas é diretamente proporcional à dedicação da criatura que sabe silenciar a mente e permanecer num estado de espírito que favoreça o isolamento de seu interior dos estímulos externos.
Em muitas ocasiões, o medo de escolhermos errado provém dos inúmeros “erros de cálculo” que fizemos em nosso reino íntimo. Nós não sentimos errado, mas interpretamos errado.
Ao escolhermos, é preciso prestar muita atenção em nossas sensações internas. Em certos momentos, ensinou Buda, “a mente precisa estar presente quando ocorrem os fatos e acontecimentos, e se esvaziar quando eles terminam”.
Nós precisamos estar presente. A mente precisa estar a todo momento ligada aos nossos sentidos e emoções mais profundos, para poder diferenciar quando a vida nos pede uma ação radical ou uma atitude de aceitação.
As nossas escolhas, adequadas ou não, devem ser por nós exercitadas, devem ocorrer por nossa livre escolha. A Espiritualidade Superior não deseja fazer-nos seus dependentes ou indivíduos inconscientes do processo da vida, que pedem e esperam eternas orientações.
Os benfeitores da Terra, ou de qualquer dimensão do Invisível, não querem nos transformar em seres vacilantes ou inseguros, nem em andróides ou fantoches, guiados pelos outros, e sim despertar nossa “dimensão esquecida” e religar nosso “elo perdido” ao Poder da Vida, a fim de que façamos escolhas proveitosas e ajustadas à realidade material e à espiritual.
Vale lembrar que: quem não toma decisões por si só é inseguro e imaturo; e quem não se permite utilizar o livre-arbítrio ou a liberdade de consciência é um escravo das opiniões alheias.
Do livro: UM MODO DE ENTENDER, UMA NOVA FORMA DE VIVER
Francisco do Espírito Santo Neto/ Espírito Hammed
A qualquer instante, cada um de nós tem a possibilidade de reescrever o texto, de reelaborar o conteúdo do livro da própria existência.
É a compreensível resistirmos ou ficarmos receosos quando a vida nos solicita tomar uma decisão, mas não podemos nos esquecer de que os “amanhãs” cuidarão de si mesmos e que o importante é vivermos bem o dia de hoje. Disse Jesus: “se Deus veste assim a erva do campo, que existe hoje e amanhã será lançada no forno, quanto mais a vós, homens fracos na fé!”.
O procedimento utilizado diante de cada fato ou acontecimento influenciará, de modo incontestável, nosso desenvolvimento futuro e, acima de tudo, determinará nossa qualidade de vida no presente.
Decidir qual o melhor momento de aceitar ou discordar, conceder ou renunciar, ir junto ou retirar-se, não é tão fácil quanto pensamos, pois fazer escolhas apropriadas requer um trabalho interior intenso ao longo do tempo, alicerçado sobre exame paciencioso e reflexões constantes.
Optar por decisões convenientes é o resultado de um exercício contínuo de afinação com a “vontade de Deus”, que reside em todas as criaturas. Ela – a “imago Dei” – representa um “livro sagrado” que deve desvendar-se no íntimo de cada um. Tem por fim atrair o ponteiro da “bússola interior”, que indica o norte, o porto seguro, na travessia do mar da existência.
Todos aqueles que sintonizaram com essa “bússola interna” conquistaram a fé raciocinada, o senso crítico, a uniformidade no proceder, o nexo causal e a coerência de pensamentos.
O aumento da capacidade de se relacionar com o “Eu Superior” exige treino, coragem, paciência e determinação. A habilidade de escolher adequadamente não é jamais produto do acaso ou de reações acidentais, mas é diretamente proporcional à dedicação da criatura que sabe silenciar a mente e permanecer num estado de espírito que favoreça o isolamento de seu interior dos estímulos externos.
Em muitas ocasiões, o medo de escolhermos errado provém dos inúmeros “erros de cálculo” que fizemos em nosso reino íntimo. Nós não sentimos errado, mas interpretamos errado.
Ao escolhermos, é preciso prestar muita atenção em nossas sensações internas. Em certos momentos, ensinou Buda, “a mente precisa estar presente quando ocorrem os fatos e acontecimentos, e se esvaziar quando eles terminam”.
Nós precisamos estar presente. A mente precisa estar a todo momento ligada aos nossos sentidos e emoções mais profundos, para poder diferenciar quando a vida nos pede uma ação radical ou uma atitude de aceitação.
As nossas escolhas, adequadas ou não, devem ser por nós exercitadas, devem ocorrer por nossa livre escolha. A Espiritualidade Superior não deseja fazer-nos seus dependentes ou indivíduos inconscientes do processo da vida, que pedem e esperam eternas orientações.
Os benfeitores da Terra, ou de qualquer dimensão do Invisível, não querem nos transformar em seres vacilantes ou inseguros, nem em andróides ou fantoches, guiados pelos outros, e sim despertar nossa “dimensão esquecida” e religar nosso “elo perdido” ao Poder da Vida, a fim de que façamos escolhas proveitosas e ajustadas à realidade material e à espiritual.
Vale lembrar que: quem não toma decisões por si só é inseguro e imaturo; e quem não se permite utilizar o livre-arbítrio ou a liberdade de consciência é um escravo das opiniões alheias.
Do livro: UM MODO DE ENTENDER, UMA NOVA FORMA DE VIVER
Francisco do Espírito Santo Neto/ Espírito Hammed
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
FELICIDADE ESPIRITUAL SEGUNDO A DOUTRINA ESPÍRITA
A felicidade espiritual (incondicional) não depende de um fator externo para existir: ela existe simplesmente e jamais deixa de existir. Por isso, tantos a desejam.
A partir daí podemos afirmar que a felicidade espiritual vem de dentro para fora, independente de como o mundo está (os acontecimentos), diferente do prazer que vem de fora para dentro.
“... Jesus disse: “meu reino não é desse mundo, porquanto, não obstante a felicidade não possa ser totalmente fruída na Terra, aqui pode e deve ser trabalhada, constituída para atingir o seu estágio superior...” (Angelis, Joanna de, Alerta). Algumas pessoas utilizam essa frase de Jesus errôneamente como desculpa para viverem desanimados e justificarem sua falta de vontade em viver.
O estágio atual de evolução espiritual média do ser humano não lhe garante ausência total de sentimentos de ódio, inveja rancor, egoísmo e de atitudes compatíveis com esses sentimentos. O ser humano ainda não está apto, em sua maioria, para cumprir o que diz o mandamento maior da Lei: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Por isso a felicidade absoluta ainda é uma utopia – (Jornal Mundo Espírita de Janeiro de 1998).
O homem só irá experimentar a verdadeira felicidade, a felicidade eterna, no paraíso - região astral (colônias de luz) onde moram os Espíritos puros e os bons Espíritos, que já adquiriram saber e moralidade. São lugares de trabalho e ação no campo do Bem e do Saber.
"A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não está na ociosidade contemplativa, que seria, como frequentemente se diz, uma eterna e fastidiosa inutilidade.
"...A suprema felicidade consiste em desfrutar todos os esplendores da Criação, que nenhuma linguagem humana poderia exprimir, que a mais fecunda imaginação não poderia conceber.
Consiste no conhecimento e compreensão de todas as coisas, na ausência de qualquer sofrimento físico e moral, na satisfação íntima, na serenidade do Espírito que nada altera, no amor que une a todos os seres e portanto na ausência de todo o aborrecimento proveniente da relação com os maus, e acima de tudo na visão de Deus e na compreensão de seus mistérios revelados aos mais dignos" - (Allan Kardec - O Céu e o Inferno, cap. III, item 12).
Uma boa ferramenta usada nessa trilha para alcançar a felicidade espiritual é a fé. Não devemos nos deter nos obstáculos tão comuns encontrados por todo aquele que deseja a felicidade plena.
“Inspiração divina, a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. É a base da regeneração. (...) (E.S.E., cap. 19, it 11). Respeitável, portanto, toda expressão de fé dignificadora em qualquer campo do comportamento humano. No que tange ao espiritual, o apoio religioso à Vida Futura, à justiça de Deus, ao amor indiscriminado e atuante, à renovação moral para melhor, é de relevante importância para a felicidade do homem”. (Divaldo – Loucura e Obsessão, cap. 25).
Esse é o caminho das pedras para um ser que quer subir um degrau na escalada evolutiva espiritual, aproximando-se mais e mais um pouquinho de Deus.
FELICIDADE E CARMA
A felicidade relativa é possível e se encontra ao alcance de todos os indivíduos, desde que haja neles a aceitação dos acontecimentos conforme se apresentam. Nem exigências de sonhos fantásticos, que não se corporificam em realidade, tampouco o hábito pessimista de mesclar a luz da alegria com as sombras densas dos desajustes emocionais.
As heranças do passado espiritual ressumam em manifestações cármicas, que devem ser enfrentadas naturalmente por fazerem parte da vida, elementos essenciais que são constitutivos da existência.
Como decorrência de uma vida anterior dissoluta, surgem os conflitos, as castrações, os tormentos atuais, da mesma forma, como efeito do uso adequado das funções se apresentam as bênçãos de plenificação.
“O fatalismo cármico da evolução é a felicidade humana, quando o ser, depurado e livre, sentir-se perfeitamente integrado na Consciência Cósmica (O homem integral – D. Franco)”.
A sua marcha, embora as aparências dissonantes de alegria e tristeza, de saúde e doença, está incursa no processo das conquistas que lhe cumpre realizar, passo a passo, com dignidade e com iguais condições delegadas aos seus semelhantes, sem protecionismos vis ou punições cerceadoras Indevidas, que formaram os arquétipos de privilégio e recusa latentes em muitos.
A resolução para ser feliz rompe as amarras de um carma negativo, face ao ensejo de conquistar mérito através das ações benéficas e construtivas, objetivando a si mesmo, o próximo e a sociedade.
Nenhum impedimento na vida à felicidade.
Uma resignação dinâmica ante o infortúnio — a naturalidade para enfrentar o insucesso negando-se a que interfiram no estado de bem-estar íntimo, que independe de fatores externos — realiza a primeira fase do estágio feliz.
O amadurecimento psicológico, a visão correta e otimista da existência são essenciais para adquirir-se a felicidade possível. (O homem integral – D. Franco)”.
Na sofreguidão da posse, o homem supõe que o apego às coisas, a disponibilidade de recursos, a ausência de problemas são os fatores básicos da felicidade e, para tanto, se empenha com desespero.
Ao desfrutar deles, porém, dá-se conta que não se encontra ditoso, embora confortado, porque é no seu mundo íntimo, de satisfação e lucidez em torno das finalidades da vida, que estão os valores da plenitude.
As leis cármicas são a resposta para que alguns indivíduos fruam hoje o que a outros falta, ao mesmo tempo são a esperança para aqueles que lutam e anelam, acenando-lhes a possibilidade próxima de aquisição dos elementos que felicitam.
Idear a felicidade sem apego e insistir para consegui-la; trabalhar as aspirações íntimas, harmonizando-as com os limites do equilíbrio; digerir as ocorrências desagradáveis como parte do processo; manter-se vigilante, sem tensões nem receios e se dará o amadurecimento psicológico, liberativo dos carmas de insucesso, abrindo espaço para o auto-encontro, a paz plenificadora (O homem integral – D. Franco)”.
Podemos dizer que é possível encontrar a felicidade mesmo padecendo de carmas terríveis, ao optar pela nossa regeneração. Decidindo não mais permitir que nossos defeitos afetem a nossa vida, mudando a nossa conduta, focando só as nossas qualidades e desenvolvendo nossos talentos.
Se o carma é estabelecido através dos pensamentos, palavras e as ações que praticamos, então tudo o que precisamos é antes de tudo, de um arrependimento sincero e uma vontade obstinada em corrigir-se.
Aprofundar a nossa fé e a nossa prática dos ensinamentos adquiridos, obtendo assim companhias mais luminosas que possam nos influenciar positivamente.
Totalmente determinados à superação das nossas limitações, podemos imaginar que não ficaremos confinados em nosso carma repetidas vezes. Podemos até sonhar que na próxima reencarnação viremos melhores e no planeta de regeneração.
DE FELICIDADE PARA FELICIDADE
Podemos nos considerar felizes aqui neste mundo quando atingimos um estado confortável de equilíbrio, quando estamos confortáveis com nossa saúde física e psíquica, em paz consigo mesmo e com todos evitando enxergar as limitações do próximo. É ajudar o nosso próximo com alegria e responsabilidade.
A felicidade desse mundo também é boa quando aprendemos a nos amar nos aceitando do jeito que somos. Felicidade terrena existe em não esperar ela acontecer, é estar participando dessa grande festa que é a vida, esse presente divino que nos surpreende a cada dia com vários momentos diferentes, às vezes alegres e às vezes tristes. Por isso devemos aproveitá-la ao máximo e sempre agradecer a Deus todas as oportunidades, todas as experiências vivenciadas boas ou ruins pois nesse caso o saldo sempre será positivo, afinal mudando para melhor seremos mais felizes.
Podemos nos considerar felizes quando estamos com a consciência tranqüila. O que dá mais valor ao homem é um juízo sereno e uma firme capacidade de trabalho. Juízo sereno é sinônimo de pureza de consciência. Tendo esta em plenitude, não importa onde estivermos, estaremos sempre usufruindo a felicidade relativa de que somos merecedores.
Os amigos espirituais não nos cansam de ensinar que a nossa felicidade será do tamanho da felicidade que proporcionarmos ao nosso próximo. Esforcemo-nos, então, para distribuir bom ânimo aos nossos companheiros de jornada. Esta é uma boa fórmula para prepararmos um desencarne tranqüilo e, conseqüentemente, uma vida futura feliz.
Podemos nos considerar felizes quando as pessoas que você ama te admiram pelo que você é, quando ganhamos cada novo amigo, quando conquistamos o respeito das pessoas, quando sentimos a nossa força espiritual crescer, e aceitamos bem esse nosso mundo também pois, apesar das misérias mundiais, sabemos que para tudo há um propósito e nada é por acaso.
Podemos nos considerar felizes quando reconhecemos que temos um Pai Todo Poderoso lá em cima que tudo pode, mas que por respeito à nossa individualidade nos deu a liberdade de escolha, e ainda, por amor, nos deu o mapa da felicidade.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
por Bella Burgos - JEMB.
Hoje,decidi iniciar nossas postagens do dia com uma pequena reflexão minha.Sem a pretenção de nada mais do que me comunicar. Deixar vazar,esvaziar esta avalanche de pensamentos que habitam a minha mente nos últimos dias. Estamos desenvolvendo este mês, uma coletânea de postagens sobre renovação espiritual, planejamennto para 2011,reforma íntima,etc.
Falamos de vida, fazemos planos mas esquecemos que em nossa caminhada encontraremos a transformação/passagem chamada morte, que faz parte do destino de todo ser humano.
Mas enquanto isso a vida continua acontecendo, fazendo concretizar as nossas programações reencarnatórias e a do nosso planeta. As mortes coletivas continuam ocorrendo intensamente,a migração do estágio de planeta de expiação para regeneração,para um planeta mais amoroso e solidário, acontece diante de nós,basta ler o noticiário e perceber.
De outro lado,nós,parte integrante deste processo vivemos nossas proprias transições.Tenho um tio-amigo que se encontra num leito de hospital ,sedado, aguardando o seu coração para de resistir.Ele vivia plenamente.Trabalho, filhas,amigos e há apenas dois meses, uma única dor e um diagnóstico ,câncer em estágio terminal, sem possibilidade de tratamento ou medicamentos. E,hoje,os médicos informaram que é questão de horas.Todos passaram pelo seu leito para se despedirem .Olharam, oraram e continuaram a passar. Ele está a caminho do reencontro pleno consigo mesmo. Sem barreiras, sem esquecimento como atenuante. Se reconciliando com sua própria históriaNão presenciei mas soube de algumas observações suas, num momento de relativa trégua da doença,após uma transfusão de sangue. Falava com voz fraca,quase inaudível.
Dizia as filhas: " - Está vendo quando eu digo para rezar todo dia.VIU COMO ESTÁ SENDO FÁCIL?"
"_ Não se revoltem com Deus por isso".
" _ Quando eu me sinto pior, nas crises, me sinto balançando como se estivesse num barco". ( bem sabemosdo que se tratou,não é amigos?)
Me surpreendeu estas colocações, que transcrevi conforme me foi narrado.Ele era reconhecidamente medroso, não gostava de hospital e estava agora tão forte diante desta díficil transição.
Sua esposa , leal companheira,sempre ao lado, se desdobrando em cuidados, fortalecendo-o e as filhas apesar de todo sofrimento. Toda despedida por mais curta que seja o tempo que se ficará distante é sempre muito dolorida. E, nossas certezas, quase sempre são vacilantes diante da dor.
Você deve está pensando: Que exagero! pergunto,então a você: quantas horas do seu dia, sua semana, seu mês, seu ano você usou para a sua vida espiritual, para cuidar do ser espiritual que é você em 2010 ? E o que planeja , no mesmo sentido, para 2011? Se você faz parte daquelas pessoas que faz uma listinha de metas para o ano que começou ( feito eu!), dê lá uma espiadinha rápida e veja quantas metas espirituais você registrou . Eu reli a minha. Pouco ou quase nada,tinha lá especificamente espiritual. Estudo,trabalho, familia. Acredita que nao tinha na minha lista nenhum defeito a vencer, nenhum hábito a mudar , ninguém com quem me reconciliar,nenhuma tarefa nova a assumir?!!
Se temos a consciência que estamos aqui,nesta encarnação, numa stapa espiritual para expiação e evolução, por que consideramos a vida espiritual real como aquela que teremos após desercarnarmos? É comum escutarmos dizerem quando alguém desencarna: " _ Foi para o mundo espiritual". "_ Vamos sintonizar com o mundo espiritual".
E aqui,então, que mundo é este?!Não é a terra uma escola espiritual?!!Se estamos aqui para nos aprimorarmos,para provarmos que verdadeiramente mudamos, se as ações/decisões que tivermos aqui neste mundo, encarnados, definirão nosso estado espiritual futuro, como consequência das leis de causa e efeito , ação e reação, então este mundo é totalmente espiritual - o laboratório do espírito.
Nenhuma ação, pensamento, emoção nossa aqui deixará de ser registrada no livro espiritual da vida,sendo avaliadas na contabilidade divina na definição de nossas penas e gozos futuros.
Se é assim, por que não atentamos para isso?
Vivendo no automatismo,casa,trabalho,estudo,lazer,viagens?!
Santo Agostinho falou da avaliação que deveríamos fazer ao final de cada dia. Será que pelo menos fazemos isso uma vez no mês? !
Percebi,que falar do evangelho do Cristo é muito fácil mas experencia-lo em cada momento de nossa vida, por mais simples que seja,é tarefa muito árdua. Porque precisariíamos orar e vigiar integralmente,a cada instante. Vigiar para não reagir diante dos acontecimentos com ira, impaciência, orgulho, vaidade.
Quando digo momentos simples, falo de calar aquela resposta rispida que sentimos o ímpeto de dar quando alguem contraria nossa opiniao ou gosto.A paciência com aquele parente difcil que nos tira do sério. De reconhecer um erro e humildemente pedir desculpas ( sem cair na tentação de achar que mudando de atitude a pessoa vai entender que você se arrependeu - isso é orgulho), de perdoar uma traição, de não fazer comentários maldosos mesmo com aquelas pessoas "impossíveis".
A vida espiritual é uma só.Contínua.Com vestimentas diferentes , só isso. Precisamos ficar alertas para isso, orar mais, sintonizar com nossos amigos espirituais e criar metas diárias de melhoramento espiritual.
Um passo de cada vez.
Um passo de cada vez.
Podemos nos concentrar na vida espiritual sem perdermos a alegria de viver o esplendor que é a nossa encarnação.Verdadeira prova do imenso amor do criador por cada um de nós, transbordando sua graça e sua misericordia a cada momento.
Escrevo isso para mim mesma. Por isso falarei na primeira pessoa.Não tenho direito de avaliar ninguém. E, talvez, você também possa refletir sobre esta minha conversa, um monologo.
Deixar de tratar a morte como uma surpresa de mal gosto, como algo sobrenatural.
Falo de superação, mas trago em mim o medo que meus filhos morram.
Este temor me atormenta. Então,reflito : Que tipo de fé é a minha na continuidade da vida que não evita que eu pense e me sinta assim? Eu respondo. Vivo pouco para o evangelho do Mestre, penso pouco nas suas lições, oro mais para pedir ou mais intensamente quando sofro. Vivo ocupada com meu trabalho,minha casa,meus filhos, meu esposo, contas a pagar,coisas para fazer. Vivo perdida dentro de mim mesma porque ainda nao consigo me ver em primeiro lugar como um espírito e,sim, como pessoa humana.Eu ainda nao deixei minha fé atingir o tamanho do grão de mostarda,ela ainda nao chega a tanto.
Este temor me atormenta. Então,reflito : Que tipo de fé é a minha na continuidade da vida que não evita que eu pense e me sinta assim? Eu respondo. Vivo pouco para o evangelho do Mestre, penso pouco nas suas lições, oro mais para pedir ou mais intensamente quando sofro. Vivo ocupada com meu trabalho,minha casa,meus filhos, meu esposo, contas a pagar,coisas para fazer. Vivo perdida dentro de mim mesma porque ainda nao consigo me ver em primeiro lugar como um espírito e,sim, como pessoa humana.Eu ainda nao deixei minha fé atingir o tamanho do grão de mostarda,ela ainda nao chega a tanto.
Não estou sendo severa demais, só realista.Não estou dando um jeito de me desculpar de nao viver mais amplamente a tarefa do amor , na seara do Cristo. Não vou dizer que é o cansaço, a falta de tempo, de dinheiro, a familia. Não. Se não faço mais é porque decidi nao fazê-lo. E o tempo perdido é sempre uma lamentação no mundo espiritual.
Mas esta atitude realista também me acresce porque começo a entender que tudo é amor. Que no dia que eu me amar de verdade, vou querer uma situação espiritual melhor. Não vou mais adiar.Não vou mais procurar desculpas. Vou arranjar tempo,vencer o cansaço,conversar com a familia. Vou deixar de ser um espírito de boa vontade para ser um espírito de vontade forte. E, quando fraquejar, buscarei forças neste amor imenso de Deus por mim para recomeçar. Porque agora entendi o primeiro e maior mandamento: "_ Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo COMO A TI MESMO."
Precisamos cultivar o auto-amor,o auto perdão e fazer um novo final para esta encarnação.Sem dores,nem sofrimentos, sem mágoas, sem resentimentos.E,se nao conseguirmos desta vez, pelo menos ja estaremos no caminho certo. E, quem sabe,em nossa hora derradeira nesta vida , possamos também dizer em meio a dor
" - VIU COMO ESTÁ SENDO FÁCIL?"
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Teu Carma
Carma - tuas ações, atos e atitudes geram ações, atos e atitudes.
Teu carma é o efeito daquilo que causaste.
Ao transformares teu modo de ser, transformarás as reações na tua existência.
Quem joga rosas é a primeira pessoa a se perfumar.
Quem atira lama, por consequência é o que mais se enlameia.
Podes modificar o teu carma, aceitando o teu hoje e reprogramando tuas atitudes desagradáveis.
Ninguém te machuca, tu é que e machucas, mas não percebes; por isso, acusas os outros.
Ninguém te faz infeliz, tu é que esperas que os outros te façam feliz.
A lei do retorno, isto é, a ciclicidade inexorável do tempo, faz com que tudo sempre volte ao ponto de partida; logo, é importante lembrares que:
. se mudares tuas ações,estarás mudando teu carma;
. erros acontecem para ensinar;
. edificação íntima requer esforço pessoal;
. aquilo que deste receberás multiplicado;
. teu carma é o resultado de tuas ações, pois "a cada um de acordo com o seu comportamento".
Analisa atentamente a ligação entre situações, ideias e acontecimentos. Observa o nexo causal de tudo o que acontece em tua existência e verás que não são os fatos de vidas passadas que te complicam a existência na atualidade, e sim a perpetuação dos velhos modos de pensar e de agir, das crenças incoerentes e dos pontos de vista contraditórios.
http://cantoterapeutico.blogspot.com/2011/01/carma-tuas-acoes-atos-e-atitudes-geram.html
Teu carma é o efeito daquilo que causaste.
Ao transformares teu modo de ser, transformarás as reações na tua existência.
Quem joga rosas é a primeira pessoa a se perfumar.
Quem atira lama, por consequência é o que mais se enlameia.
Podes modificar o teu carma, aceitando o teu hoje e reprogramando tuas atitudes desagradáveis.
Ninguém te machuca, tu é que e machucas, mas não percebes; por isso, acusas os outros.
Ninguém te faz infeliz, tu é que esperas que os outros te façam feliz.
A lei do retorno, isto é, a ciclicidade inexorável do tempo, faz com que tudo sempre volte ao ponto de partida; logo, é importante lembrares que:
. se mudares tuas ações,estarás mudando teu carma;
. erros acontecem para ensinar;
. edificação íntima requer esforço pessoal;
. aquilo que deste receberás multiplicado;
. teu carma é o resultado de tuas ações, pois "a cada um de acordo com o seu comportamento".
Analisa atentamente a ligação entre situações, ideias e acontecimentos. Observa o nexo causal de tudo o que acontece em tua existência e verás que não são os fatos de vidas passadas que te complicam a existência na atualidade, e sim a perpetuação dos velhos modos de pensar e de agir, das crenças incoerentes e dos pontos de vista contraditórios.
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