sexta-feira, 15 de março de 2013

Nas horas difíceis da ingratidão e da injustiça...




Não te preocupes com a ingratidão, a inveja, o ciúme e a falta de reconhecimento dos outros. Eles não sabem o que fazem; se soubessem, certamente não te tratariam da forma como trataram.
Segue o teu caminho fazendo o que te parece certo e tentando acertar, sem medo de ser feliz. O teu ego e o teu orgulho ferido só servem para deixar as coisas como estão: ruins.
Não te preocupes com as percepções que esses outros têm a teu respeito: eles só podem ver o que os seus olhos lhe permitem ver, de acordo com seus paradigmas.
Pensa de forma positiva, faz o melhor que puderes; se for a vontade de Deus, tudo se resolverá da forma que tu desejas; caso contrário, mais tarde, poderás perceber que, ainda assim, tudo está bem e correto. O Pai celestial nunca abandona seus filhos; Ele sempre nos ajuda, mesmo quando não percebemos.
Evita cultivar sentimentos de mágoa, rancor, raiva e desprezo pelas fraquezas e falhas alheias; respeita teus sentimentos, identifica-os, porém não os cultive. Livra te deles e segue em frente. Tudo se resolverá!
UM CARINHOSO ABRAÇO. CÉSAR: Cerikky!
http://psicologiaevidalivres.blogspot.com.br/2009/02/nas-horas-dificeis-da-ingratidao-e-da.html

quinta-feira, 14 de março de 2013

ATIVIDADES ESPÍRITAS - PERNAMBUCO 01





As inscrição para o EJEPE 2013 foram encerradas!

Aqueles que ainda não confirmaram suas inscrições terão até o dia 20/03/2013 para irem até o DIJ da Federação Espírita Pernambucana. Caso a confirmação não seja realizada até essa data, as inscrições não confirmadas serão reabertas para novos participantes. Qualquer dúvida entre em contato com a gente, pelos endereços e telefones abaixo.
(..)
Você deve levar a ficha de confirmação e o comprovante de pagamento da inscrição ao DIJ da FEP para efetivar sua inscrição no EJEPE.
Os horários de atendimento do DIJ-FEP são: quartas-feiras (das 19h às 21h) e aos domingos (das 14h30 às 17h30)
Endereço: Av. João de Barros, 1629 - Espinheiro - Recife - PE
E-mails: dijfep@gmail.com ou dij@fepernambucana.org - Telefones: (81) 3241-2157 ou 3427-6904
Um ótimo EJEPE pra você!

Quem fala o que quer…


Quem fala o que quer...
Quem fala o que quer…
por Morel Felipe Wilkon emhttp://www.espiritoimortal.com.br/quem-fala-o-que-quer
Acredito que você esteja em busca do autoaperfeiçoamento, da reforma íntima. Você comete erros, como eu cometo, como todo mundo comete, mas a sua intenção é melhorar a si próprio.
Nessa procura da verdade, nessas tentativas de equilíbrio, nos deparamos com as mais variadas opiniões e conceitos. Todos os dias surgem soluções miraculosas pra tudo. Dentro do próprio espiritismo há pessoas com posicionamentos muito diversificados.
Nós sabemos que as doenças são causadas por nós mesmos, pelas nossas emoções desreguladas. Muitas doenças são provocadas por sentimentos não externados, como a mágoa, o rancor, a raiva, a tristeza. Se nós não as externamos, se nós não sabemos como agir com elas, o corpo se encarrega disso. O corpo procura purgar, pôr pra fora essas emoções que funcionam como um veneno para o corpo físico. Assim nascem as gastrites, as úlceras, as alergias.
Parece não haver dúvida de que devemos externar os nossos sentimentos e emoções. Não podemos guardar dentro de nós mesmos tudo o que sentimos. Você concorda? Só que algumas pessoas levam isso às últimas consequências, e falam tudo o que passa em suas cabeças. São pessoas que se apresentam como sinceras, francas, diretas.
Acontece que não dá pra ser sempre sincero. Que direito eu tenho de ferir alguém com a minha sinceridade? Como querer ser verdadeiro em todas as ocasiões? Foram precisos milênios de evolução para que a nossa espécie desenvolvesse a fala. Você sabia que o ser humano, por natureza, não tem nenhum órgão especial para a fala? Nenhuma parte de nosso corpo serve exclusivamente para falar. Foi preciso um gigantesco esforço de adaptação. Graças à fala, podemos selecionar os nossos pensamentos, escolher os pensamentos que merecem ser externados.
Você acha que tem o direito de botar pra fora tudo o que você pensa? A pretexto de ser verdadeiro, de ser franco, de não guardar emoções, você acha que pode sair por aí dizendo o que bem entende?
A sinceridade é uma qualidade maravilhosa. Mas nem todas as virtudes são boas o tempo todo. Até bondade demais é prejudicial. Uma mãe ou um pai excessivamente bons para o seu filho o estão prejudicando. Até para as virtudes deve haver equilíbrio.
Não, você não pode dizer sempre tudo o que você quer dizer. Aliás, eu acho que muita, mas muita coisa deve ficar guardada. Entre uma doença psicossomática e um monte de pessoas feridas pelo verbo solto, acho preferível a doença. Dos males, é o menos egoísta.
Você acha que pode dizer pra uma mulher que o novo corte de cabelo dela ficou esquisito? Ou que o vestido novo é muito extravagante? Ou que a maquiagem que ela usa fica melhor em mulheres mais jovens? Você pensa que pode dizer para um homem que ele é muito inseguro? Que ele não tem pulso firme? Você pensa que pode falar pra alguém numa situação grave, de doença ou problema familiar, que o causador de tudo é ele mesmo?
Foram precisos milênios de civilização para chegarmos aonde chegamos.  E um dos motivos de a civilização ter se afirmado foi o respeito à hierarquia e à ordem. A hierarquia e a ordem nos dão noções de comportamento em sociedade que devem ser seguidos. E o resumo desse comportamento é o respeito. Respeito pelo professor porque sabe mais e pelo colega inexperiente porque sabe menos. Respeito pela mãe e pelo pai por suas responsabilidades e respeito pelos filhos por sua imaturidade. Respeito pelos que ensinam e pelos que aprendem, pelos que falam e pelos que calam, pelos que aparecem muito e pelos que quase não aparecem. Antes de dizer o que você pensa, pergunte a si mesmo se isso não vai magoar ou incomodar alguém. Na maioria das vezes vale mais a pena ficar calado.

Encontro Fraterno com Divaldo Franco em Pernambuco


A Federação Espírita Pernambucana promove no sábado, dia 30 de março de 2013, o Encontro Fraterno com Divaldo Franco em Pernambuco. Divaldo ministrará Simpósio com o seguinte tema:Mediunidade – Desafios e Bençaos, título de um dos livros de sua psicografia, ditado pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda.
Atente para as seguintes informações:
Local: Centro de Convenções da UFPE
Horário: 14h00 às 19h00
Ingressos à venda na Livraria da FEP. Em breve, à venda Livraria Renascer, Banca do Livro Espírita, GEFA – Grpo Espírita Francisco de Assis de Piedade, NEIL – Núcleo Espírita Investigadores da Luz, Abrigo Espírita Batista de Carvalho e Loja Gramophone do Shopping Recife.
Programação:
14h00 – Recepção – Boas Vindas.
14h20 – Apresentação Cultural.
14h50 – Abertura do Simpósio com Divaldo Franco – Prece Inicial.
16h30 – Intervalo. Momento de Autógrafo com Divaldo Franco.
17h00 – Reinício do simpósio.
18h00 – Interação com o Público – Perguntas e respostas.
19h00 – Encerramento – Agradecimentos – Prece Final.
Mais informações pelo e-mail: inscricaoemeventonafepe@gmail.com
No domingo, dia 31 de março, Divaldo Franco estará no Shopping Difusora em Caruaru, para ministrar simpósio e proferir palestra, conforme a seguinte programação:
15 às 17h00 – Simpósio
20 às 21h00 – Palestra
Mais informações pelo e-mail: nelioesperanto@hotmail.com

Jovem Atriz



     por Maria Dolores  
    Do livro: Momentos de Ouro, Médium: Francisco Cândido Xavier

    Sala de sanatório. Ampla secretaria.
    A jovem funcionária de plantão
    Ouve dois cavalheiros da chefia,
    Diretores da casa,
    Ambos em franca zombaria,
    De verbo destilando espinho, lama e brasa,
    Criticando uma atriz,
    Notada pelos dois de maneira infeliz;
    Uma atriz que atuava em peça fescenina,
    Mulher quase menina
    Que haviam ido ver na noite precedente.
    Nisso, entra na sala
    Uma pálida moça,
    Pobremente vestida,
    Revelando no todo a existência sofrida...

    A todos cumprimenta gentilmente.
    Em seguida,
    Procura ouvir a funcionária em frente
    E pergunta:
    - Como passa meu pai na cela do internato?
    Responde a outra, lado a lado:- Vai melhor mas precisa de cuidado...
    A recém-vinda exalta de gratidão,
    Demonstra o amor filial que traz no coração
    E erguendo a velha bolsa agora, continua dizendo:
    - Vim pedir à senhora
    A conta deste mês...
    A outra estuda as notas que se fez, investiga papéis, extrai assentos
    E diz, após somar frações e números inteiros:
    - O preço total é de novecentos mil cruzeiros.
    A menina abre a bolsa,
    Preenche um cheque, decisiva e pronta.
    E imediatamente paga a conta.
    Os chefes aproximam-se mostrando,apreço, cortesia e por sinal,
    Eis que um deles indaga:-
    Senhorita,
    Seu pai, há muito tempo é um doente mental?
    -Há seis anos, senhor, vivo eu em ação
    Para trazê-lo à recuperação.
    Aproveitando a pausa, o outro diretor
    Comentou sem piedade:
    - A mulher alterou-se, minha filha, e a demência alcançou a humanidade.
    Inda agora falávamos aqui
    De uma peça que eu vi
    No teatro que temos nesta rua...
    Chama-se a peça:”A Nova Maravilha”.
    Onde uma jovem quase nua,
    Mais animal que um ser humano,
    A contorcer-se num bailado insano,
    Cria tantos convites indecentes
    Que, a meu ver
    Põe louco qualquer homem deste mundo...

    Seu pai decerto viu alguma cousa destas.
    Os homens, hoje em dia,
    Na mais simples das festas,
    Acham loucas assim
    E adoecem, por fim,
    Neuróticos, cansados, infelizes,
    Principalmente olhando essas atrizes.
    Essa atriz que vi ontem, aplaudida por loucos marmanjos,
    Age em cena
    De modo a enlouquecer os próprios anjos,
    E ninguém a demite, nem condena...

    Porque a menina generosa e humilde
    Ali se enternecesse e emocionasse,
    Entremostrando lágrimas na face,
    O severo censor fez pausa e perguntou:
    -Acaso a senhorita
    Chegou a ver a peça?
    E terá, porventura, aplaudido uma loucura dessa?

    Mas a jovem tristonha replicou:
    -Senhor,
    Não menospreze tanto a minha dor!
    Trabalho no teatro honestamente
    Para manter aqui meu pai velho e doente...
    E em choro convulsivo, esclareceu:
    - Essa atriz de que fala... Essa jovem sou eu...