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sábado, 9 de agosto de 2014

PROGRAMAÇÃO DA 11ª SEMANA ESPÍRITA DE CARPINA - De 23 a 31 de agosto de 2014


PROGRAMAÇÃO DA 11ª SEMANA ESPÍRITA DE CARPINA




Tema central: VIVÊNCIA DO EVANGELHO: DIRETRIZ PARA SER FELIZ

Dia 23/08 – ABERTURA:

19h30 – MOMENTO MUSICAL – VALDA SEDÍCIAS – AUDITÓRIO DA PREFEITURA

20h00 – PALESTRA: VIVÊNCIA DO EVANGELHO:DIRETRIZ PARA SER FELIZ – Palestrante: OSCAR DE LIRA (PB)

Dia 24/08 – AUDITÓRIO DO CEAC – Centro Espírita Amor e Caridade

09 às 12h30 – SEMINÁRIO: ROTINA, ANSIEDADE, MEDO, SOLIDÃO: É HORA DE SUPERÁ-LOS – OSCAR DE LIRA (PB)

14 às 16h00 – FUNCIONALIDADE DO PERISPÍRITO – ADEMAR FARIA (ES)

16h15 – PALESTRA: O MAU RICO E LÁZARO: UM DIÁLOGO DO OUTRO MUNDO – ADEMAR FARIA (PB)

Dia 25/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DA PREFEITURA

19h30 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: ANTÍDOTO À OBSESSÃO – ALISSON GUEDES (PE)

Dia 26/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DO CEAC – Centro Espírita Amor e Caridade

19h00 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: ANTÍDOTO AO SUICÍDIO – SUELY WERKHAUSER (PE)

Dia 27/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DA PREFEITURA

19h30 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: ANTÍDOTO AO ABORTO – ARTURO JORDAN

Dia 28/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DA PREFEITURA

19h30 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO UM ANTÍDOTO AOS VÍCIOS – ALEXANDRE SALSA (PE)

Dia 29/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DA PREFEITURA

19h30 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: ANTÍDOTO À DEPRESSÃO – CONCEIÇÃO CORREIA

Dia 30/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DO GENOL – Grupo Espírita Nosso Lar

19h30 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: UM CONVITE AO TRABALHO – ANDRÉA ARAÚJO

Dia 31/08 – PALESTRA – AUDITÓRIO DO RANCHO DO HIMALAIA

15h00 – VIVÊNCIA DO EVANGELHO: UM CONVITE AO AMOR E TRABALHO – BRUNO TAVARES (PE)

Dia 31/08 – PALESTRAS – AUDITÓRIO CEAC – Centro Espírita Amor e Caridade

16h15 – JÁ NÃO VOS DIGO AMANHÃ. O EVANGELHO DO SENHOR NOS CONCLAMA: É AGORA! – DENIS MARTINS (PE)

17h15 – VEM, SEGUE-ME! – SÍLVIO ROMERO (PE)


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

A PORTA DA DOR



O velho jargão de que se busca um grupo espírita pelo amor ou pela dor, infelizmente ainda é real.
As portas do amor são buscadas por quem procura o conhecimento, por ele mesmo.
É aquela criatura que pensa e sente o mundo com uma espiritualidade natural, ou seja, é a pessoa que vislumbra que há mais nesse universo infinito do que pode conceber a nossa vã filosofia. Então, ela caminha, procura aqui e acolá explicações para a vida. O que essas pessoas possuem é uma saudável inquietação intelectual. Às vezes, estão confusas, mas são facilmente acalmadas em grupos de estudo com o conhecimento da filosofia espírita contida em O Livro dos Espíritos. E, em geral, ao se encontrarem com ela a abraçam felizes e harmonizados.
Outros, porém, sequer enxergam essas portas. Trilham os caminhos da dor, chegam como soldados retornando da guerra, feridos, maltratados, sofridos e, o pior de tudo, em desespero e ansiosos. O sofrimento é para eles como uma batata quente nas mãos, e não sabem o que fazer com ele. Correm de um lado a outro, fazem de tudo um pouco, acedem uma vela para Deus e outro para o diabo, lado a lado, e na mesma hora.
Trabalhar nas portas do amor é um bálsamo revigorante. Mas trabalhar nos portais da dor humana exige muito. Precisamos ter bom conhecimento do Espiritismo e da sua ferramenta de ação, que é o Magnetismo; precisamos nos apoiar em conhecimentos científicos especializados, para mais bem aplicá-los. E, acima, de tudo precisamos compreender a natureza humana e conhecer a nós mesmos.
Lidar com as feridas, os males e dores, até pode ser simples. Difícil mesmo é ver o desespero e socorrê-lo. Não aquele desespero que grita e chora a altos brados; mas, aquele silencioso que rói a alma e desfaz tudo que se pode conquistar de bom, em qualquer forma de tratamento e/ou atendimento.
Ele vem recheado com falta de aceitação, com falta de reflexão sobre a vida, com um acentuado materialismo e hedonismo (tão divulgados em nossa cultura atual), ele tem pressa. Meu Deus! Como tem pressa. É indisciplinado, credo e descrente ao mesmo tempo, pede orientação e faz o que bem entende, não escuta. Traz consigo a ansiedade e a depressão, que ganharão rapidamente grande espaço. É avesso ao conhecimento. Quer um guia, alguém que lhe diga o que fazer, exige atenção.
Amigos, esse é o acompanhante invisível de muitas pessoas que buscam as sociedades espíritas e, em especial, o atendimento magnético. Ele é mil vezes mais difícil de atender do que um obsessor desencarnado, não tem passe dispersivo que afaste e corte ligações mentais.
Exige dos magnetizadores muito diálogo, muita compreensão e paciência, tolerância, e o aprendizado de suportar a ingratidão (não estou falando do muito obrigado nem do reconhecimento público, falo da entrega e da confiança com que o atendido gratifica o magnetizador, tal como o bebê gratifica a mãe largando-se confiante e alegre em seus braços), e aprendermos que o outro tem direito de errar, que não existe aprendizado a força para questões da alma, portanto não podemos interferir que o sofrimento pode ser muito amenizado apenas pela forma equilibrada com que é visto e vivido, e, que, por fim, não nos cabe socorrer quem deseja sofrer e tão pouco podemos nos afligir com essa decisão.
O trabalho na porta da dor necessita grande preparo para lidar com nossas emoções que são desafiadas por esses comportamentos desesperados e diante dos quais precisamos manter o equilíbrio tanto emocional quanto mental, enxergando o que de fato faz a pessoa sofrer, além das suas queixas imediatas.
Se a compreensão que nos oferece a Doutrina Espírita sobre a condição humana não for muito firme, poderemos encontrar magnetizadores que não se julgarão jamais aptos ao trabalho. Faltará autoconhecimento, logo serão carentes de compreensão do outro e se perderão nos conflitos emocionais aos quais esse trabalho nos expõe.
As virtudes do amor ao conhecimento, da disciplina, da perseverança e da confiança, não necessitam ser aprendidos pelos magnetizadores espíritas apenas para o trabalho direto, mas para serem vividos e ensinados aos atendidos.
Nas portas da dor existe a invisível sinalização para a porta do amor, ajudá-los a enxergá-la e percorrê-la é também nossa tarefa.
Jornal Vórtice ANO II, n.º 10, março/2010
http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2012/11/a-porta-da-dor.html