quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

TRABALHAR COM ALEGRIA
Texto encaminhado por ADRIANA CASÉ - NEMB.

Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros. Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições. Todos que viviam ali trabalhavam na roça do Sr. João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.


Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho. Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.

O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova. Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos. Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.

Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria. Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?

O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho. Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições. Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor àquilo que aceitei fazer. Os outros que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: "como ele pode pensar assim?"

O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância. Um dia o Sr. João pensou: "alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda". "Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda".

Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda. O rapaz aceitou prontamente.

Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:

"O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?"

A resposta do jovem veio logo: "em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas. Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agirmos, jogamos a responsabilidade do nosso insucesso nos ombros alheios. Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos".

As pessoas não resistem a mudanças,
resistem a ser mudadas.

Peter Senge - Professor (MIT), Administrador

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Mensagens de paz de Dalai Lama

“Todos queremos a felicidade. Mas para criar uma atmosfera agradável em nós mesmos, nas nossas famílias e em nossas comunidades, precisamos compreender que a fonte desse bem-estar está dentro do indivíduo, dentro de cada um de nós. (...) Devemos construir relacionamentos mais próximos, de confiança mútua e compreensão. Para isso, não é necessário seguir filosofias complicadas. Nosso próprio cérebro, nosso próprio coração é o nosso templo. O cultivo de sentimentos amorosos ajuda a remover quaisquer temores ou inseguranças que possamos ter e nos dá força para enfrentarmos quaisquer obstáculos que encontrarmos pelo caminho. (...) Enquanto vivemos neste mundo, estamos destinados a encontrar problemas. Se, nessas ocasiões, perdemos a esperança e nos desencorajamos, diminuímos nossa habilidade de encarar as dificuldades. Cada novo obstáculo deve ser encarado como mais uma valiosa oportunidade de aprimorar nossa mente. Como resultado, a nossa força interior crescerá”.


Ensinamentos retirados de uma palestra proferida em Melbourne, Austrália; do Seminário sobre Valores Humanos Universais e sua Prática na Vida Cotidiana; e de artigos do site www. dalailama.org.br
FELICIDADE ESPIRITUAL SEGUNDO A DOUTRINA ESPÍRITA




A felicidade espiritual (incondicional) não depende de um fator externo para existir: ela existe simplesmente e jamais deixa de existir. Por isso, tantos a desejam.


A partir daí podemos afirmar que a felicidade espiritual vem de dentro para fora, independente de como o mundo está (os acontecimentos), diferente do prazer que vem de fora para dentro.

“... Jesus disse: “meu reino não é desse mundo, porquanto, não obstante a felicidade não possa ser totalmente fruída na Terra, aqui pode e deve ser trabalhada, constituída para atingir o seu estágio superior...” (Angelis, Joanna de, Alerta). Algumas pessoas utilizam essa frase de Jesus errôneamente como desculpa para viverem desanimados e justificarem sua falta de vontade em viver.

O estágio atual de evolução espiritual média do ser humano não lhe garante ausência total de sentimentos de ódio, inveja rancor, egoísmo e de atitudes compatíveis com esses sentimentos. O ser humano ainda não está apto, em sua maioria, para cumprir o que diz o mandamento maior da Lei: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”. Por isso a felicidade absoluta ainda é uma utopia – (Jornal Mundo Espírita de Janeiro de 1998).

O homem só irá experimentar a verdadeira felicidade, a felicidade eterna, no paraíso - região astral (colônias de luz) onde moram os Espíritos puros e os bons Espíritos, que já adquiriram saber e moralidade. São lugares de trabalho e ação no campo do Bem e do Saber.

"A felicidade dos Espíritos bem-aventurados não está na ociosidade contemplativa, que seria, como frequentemente se diz, uma eterna e fastidiosa inutilidade.

"...A suprema felicidade consiste em desfrutar todos os esplendores da Criação, que nenhuma linguagem humana poderia exprimir, que a mais fecunda imaginação não poderia conceber.

Consiste no conhecimento e compreensão de todas as coisas, na ausência de qualquer sofrimento físico e moral, na satisfação íntima, na serenidade do Espírito que nada altera, no amor que une a todos os seres e portanto na ausência de todo o aborrecimento proveniente da relação com os maus, e acima de tudo na visão de Deus e na compreensão de seus mistérios revelados aos mais dignos" - (Allan Kardec - O Céu e o Inferno, cap. III, item 12).

Uma boa ferramenta usada nessa trilha para alcançar a felicidade espiritual é a fé. Não devemos nos deter nos obstáculos tão comuns encontrados por todo aquele que deseja a felicidade plena.

“Inspiração divina, a fé desperta todos os instintos nobres que encaminham o homem para o bem. É a base da regeneração. (...) (E.S.E., cap. 19, it 11). Respeitável, portanto, toda expressão de fé dignificadora em qualquer campo do comportamento humano. No que tange ao espiritual, o apoio religioso à Vida Futura, à justiça de Deus, ao amor indiscriminado e atuante, à renovação moral para melhor, é de relevante importância para a felicidade do homem”. (Divaldo – Loucura e Obsessão, cap. 25).

Esse é o caminho das pedras para um ser que quer subir um degrau na escalada evolutiva espiritual, aproximando-se mais e mais um pouquinho de Deus.

FELICIDADE E CARMA

A felicidade relativa é possível e se encontra ao alcance de todos os indivíduos, desde que haja neles a aceitação dos acontecimentos conforme se apresentam. Nem exigências de sonhos fantásticos, que não se corporificam em realidade, tampouco o hábito pessimista de mesclar a luz da alegria com as sombras densas dos desajustes emocionais.

As heranças do passado espiritual ressumam em manifestações cármicas, que devem ser enfrentadas naturalmente por fazerem parte da vida, elementos essenciais que são constitutivos da existência.

Como decorrência de uma vida anterior dissoluta, surgem os conflitos, as castrações, os tormentos atuais, da mesma forma, como efeito do uso adequado das funções se apresentam as bênçãos de plenificação.

“O fatalismo cármico da evolução é a felicidade humana, quando o ser, depurado e livre, sentir-se perfeitamente integrado na Consciência Cósmica (O homem integral – D. Franco)”.

A sua marcha, embora as aparências dissonantes de alegria e tristeza, de saúde e doença, está incursa no processo das conquistas que lhe cumpre realizar, passo a passo, com dignidade e com iguais condições delegadas aos seus semelhantes, sem protecionismos vis ou punições cerceadoras Indevidas, que formaram os arquétipos de privilégio e recusa latentes em muitos.

A resolução para ser feliz rompe as amarras de um carma negativo, face ao ensejo de conquistar mérito através das ações benéficas e construtivas, objetivando a si mesmo, o próximo e a sociedade.

Nenhum impedimento na vida à felicidade.

Uma resignação dinâmica ante o infortúnio — a naturalidade para enfrentar o insucesso negando-se a que interfiram no estado de bem-estar íntimo, que independe de fatores externos — realiza a primeira fase do estágio feliz.

O amadurecimento psicológico, a visão correta e otimista da existência são essenciais para adquirir-se a felicidade possível. (O homem integral – D. Franco)”.

Na sofreguidão da posse, o homem supõe que o apego às coisas, a disponibilidade de recursos, a ausência de problemas são os fatores básicos da felicidade e, para tanto, se empenha com desespero.

Ao desfrutar deles, porém, dá-se conta que não se encontra ditoso, embora confortado, porque é no seu mundo íntimo, de satisfação e lucidez em torno das finalidades da vida, que estão os valores da plenitude.

As leis cármicas são a resposta para que alguns indivíduos fruam hoje o que a outros falta, ao mesmo tempo são a esperança para aqueles que lutam e anelam, acenando-lhes a possibilidade próxima de aquisição dos elementos que felicitam.

Idear a felicidade sem apego e insistir para consegui-la; trabalhar as aspirações íntimas, harmonizando-as com os limites do equilíbrio; digerir as ocorrências desagradáveis como parte do processo; manter-se vigilante, sem tensões nem receios e se dará o amadurecimento psicológico, liberativo dos carmas de insucesso, abrindo espaço para o auto-encontro, a paz plenificadora (O homem integral – D. Franco)”.

Podemos dizer que é possível encontrar a felicidade mesmo padecendo de carmas terríveis, ao optar pela nossa regeneração. Decidindo não mais permitir que nossos defeitos afetem a nossa vida, mudando a nossa conduta, focando só as nossas qualidades e desenvolvendo nossos talentos.

Se o carma é estabelecido através dos pensamentos, palavras e as ações que praticamos, então tudo o que precisamos é antes de tudo, de um arrependimento sincero e uma vontade obstinada em corrigir-se.

Aprofundar a nossa fé e a nossa prática dos ensinamentos adquiridos, obtendo assim companhias mais luminosas que possam nos influenciar positivamente.

Totalmente determinados à superação das nossas limitações, podemos imaginar que não ficaremos confinados em nosso carma repetidas vezes. Podemos até sonhar que na próxima reencarnação viremos melhores e no planeta de regeneração.


DE FELICIDADE PARA FELICIDADE


Podemos nos considerar felizes aqui neste mundo quando atingimos um estado confortável de equilíbrio, quando estamos confortáveis com nossa saúde física e psíquica, em paz consigo mesmo e com todos evitando enxergar as limitações do próximo. É ajudar o nosso próximo com alegria e responsabilidade.

A felicidade desse mundo também é boa quando aprendemos a nos amar nos aceitando do jeito que somos. Felicidade terrena existe em não esperar ela acontecer, é estar participando dessa grande festa que é a vida, esse presente divino que nos surpreende a cada dia com vários momentos diferentes, às vezes alegres e às vezes tristes. Por isso devemos aproveitá-la ao máximo e sempre agradecer a Deus todas as oportunidades, todas as experiências vivenciadas boas ou ruins pois nesse caso o saldo sempre será positivo, afinal mudando para melhor seremos mais felizes.

Podemos nos considerar felizes quando estamos com a consciência tranqüila. O que dá mais valor ao homem é um juízo sereno e uma firme capacidade de trabalho. Juízo sereno é sinônimo de pureza de consciência. Tendo esta em plenitude, não importa onde estivermos, estaremos sempre usufruindo a felicidade relativa de que somos merecedores.

Os amigos espirituais não nos cansam de ensinar que a nossa felicidade será do tamanho da felicidade que proporcionarmos ao nosso próximo. Esforcemo-nos, então, para distribuir bom ânimo aos nossos companheiros de jornada. Esta é uma boa fórmula para prepararmos um desencarne tranqüilo e, conseqüentemente, uma vida futura feliz.

Podemos nos considerar felizes quando as pessoas que você ama te admiram pelo que você é, quando ganhamos cada novo amigo, quando conquistamos o respeito das pessoas, quando sentimos a nossa força espiritual crescer, e aceitamos bem esse nosso mundo também pois, apesar das misérias mundiais, sabemos que para tudo há um propósito e nada é por acaso.

Podemos nos considerar felizes quando reconhecemos que temos um Pai Todo Poderoso lá em cima que tudo pode, mas que por respeito à nossa individualidade nos deu a liberdade de escolha, e ainda, por amor, nos deu o mapa da felicidade.

Espiritualidade e Felicidade


quarta-feira, 26 de setembro de 2007


Espiritualidade e Felicidade / Spirituality and Happiness

Desde a Antiguidade se tem a compreensão de que o maior desejo humano é o da felicidade. Não importa o que as pessoas digam. Você pode até dizer que o que todo mundo quer é dinheiro, fama e poder. Mas o que está por de traz disso é a crença de que essas coisas possam trazer a tão desejada felicidade.

A pergunta que deve ser feita nesse sentido é: o que realmente produz satisfação ao ser humano? O problema para responder a essa pergunta é que não sabemos corretamente que felicidade é essa que possa alcançar o homem, motivando-o a ações dinâmicas para desvendar o segredo de um sucesso duradouro.

Ao longo da história do pensamento humano, a felicidade pôde ser vista por três modos diferentes. O primeiro entende a felicidade como prazer. O segundo entende a felicidade como uma paz interior. O terceiro entende a felicidade como uma ação.

Ainda que vivamos um tempo em que se valoriza o princípio hedonista, felicidade não é sinônimo de prazer. Felicidade não é prazer, mas não há felicidade sem prezar. Assim como felicidade não é alegria, mas não há felicidade sem alegria. A noção de prazer acontece quando há recompensa, principalmente quando esta é representada pelo dinheiro, pelo status e pelo reconhecimento que nossas realizações possam produzir. Mas, no processo em que esses prazeres acontecem, a felicidade encontra-se muito além desses fatores. Se você quiser que as pessoas que convivem com você experimentem a felicidade ou se você quer ser feliz com aquilo que faz, precisa ir além da noção de remuneração, de poder e de reconhecimento.

Ainda que vivamos um tempo de vida agitada, em que a tecnologia que deveria gerar tranqüilidade acaba gerando estresse, felicidade não é sinônimo de paz interior. É certo que não podemos viver felizes com os nervos à flor da pele. Pessoas a beira de um ataque de nervos não são pessoas felizes. Essa realidade, porém, gera a ilusão de que podemos adquirir um estado de calma e paz interior livre das tensões da vida. Mas a vida é estar constantemente sob tensão. O que o homem precisa não é de se livrar da tensão, mas de atribuir sentido para o conflito, uma razão para poder continuar na luta. Na verdade, não nos desenvolvemos em meio à tranqüilidade, mas em meio à mudança constante. Para crescermos, precisamos da tensão, dos problemas, e isso é saudável.

Uma outra constatação é que a felicidade não existe no meio da passividade. Ela não acontece por acaso. O homem realiza seus sonhos e planos por meio do trabalho. Você já deve ter ouvido falar que trabalho não traz felicidade. Mas pense o quanto uma ação em favor de algum projeto pode trazer realização para a sua vida. Se você está angustiado por causa de suas perdas e fracassos, vá a um hospital que cuida de pacientes com câncer em estado terminal. Você vai se sentir motivado a fazer algo. E o mínimo que você fizer vai trazer para você prazer e paz interior.

16 regras básicas para ser mais feliz

por Eunice Ferrari

Se você parar para refletir sobre sua vida, o que exatamente irá encontrar? Pare agora e faça um balanço de sua infância, desde o lugar onde nasceu até agora, percorrendo sua adolescência, idade madura e, se for o caso, a velhice.


O que você encontra? Você se considera uma pessoa feliz? Acha que conseguiu realizar a maior parte de seus sonhos, mesmo aqueles que você considerava "impossíveis" de se realizar? Ou não. Sente-se frustrado, triste, até um pouco recalcado por não ter conseguido realizar nenhum de seus sonhos, deixando esse trabalho para Deus ou seja lá quem for?

É lógico, para mim, que Deus e o universo, sua criação, estão ao nosso lado para dar aquele empurrãozinho que, inevitavelmente, pedimos. Mas você precisa, ao menos, saber para onde quer que Deus te empurre, não é mesmo?

Acredito, e isso não é novidade para nenhum de meus leitores, que somos responsáveis pela criação de nossa realidade, contanto que nossos desejos estejam de acordo com as leis do universo.

Por isso achei interessante oferecer um "guia prático" de bem viver, para, quem sabe, você utilizá-lo para criar um dia a dia mais feliz para você, seus familiares e amigos. Mas a construção dessa nova realidade requer atitude, comprometimento e determinação para a transformação de antigos hábitos, já desnecessários em suas vidas, em hábitos mais positivos e saudáveis. E isso se faz de duas maneiras: consciência e treino. Achei interessante enumerá-los, para facilitar o desenvolvimento de alguns, ou de todos eles, conforme a sua necessidade:

1. Determine-se a sofrer menos. Lide de forma mais tranqüila com as adversidades, não se desespere. Na maioria das vezes, quando nos desesperamos perdemos a capacidade de raciocínio e tomamos atitudes que, em sã consciência, não tomaríamos.

2. Procure compreender, não só racionalmente, mas com o coração, que uma das maiores leis que existe do planeta é a da transitoriedade. Nada é permanente, tudo passa. A vida é uma grande roda na qual estamos atados. Em um momento estamos em cima, e nessa hora devemos agradecer ao universo e não deixar passar as oportunidades e as bênçãos que este nos dá, e nos preparar para "os dias mais frios" que, inevitavelmente, chegarão. Quando sabemos que o inverno virá, de uma forma ou de outra, deixamos alguma lenha reservada para nos aquecer nas noites frias.

3. Busque o prazer. Pare de fazer o que não gosta só para agradar a pessoas que não dão a mínima pra você. Não seja tolo, ame-se, seja mais amoroso com você, não se violente fazendo o que não gosta. Permita-se dizer não.

4. Se a vida te dá um limão, aprenda a fazer uma refrescante limonada. Pare de se queixar do que não possui. Aprecie o que a vida deu a você e, se tiver disponibilidade interna para isso, poderá observar que tem o bastante para este momento, e que se acha pouco, deve começar desde já a construir um futuro mais abundante. A queixa só mostra que você ainda está atrelado à sua criança abandonada, impotente em sua dependência. Coloque em sua cabeça que não somos marionetes nas mãos de uma grande força invisível. Se sua vida não está boa, faça melhor daqui para frente!

6. Ocupe-se de poucas coisas. Se você é o tipo de pessoa viciada em fazer muitas coisas, ter diversas atividades em um só dia, desculpa, mas você nunca conseguirá tranqüilidade. Sua alma estará sempre ansiosa e atormentada. Seja mais amoroso com você, observe seus limites e respeite-os.

7. Busque dentro de você pensamentos de paz e harmonia. Saia do desassossego. Comece por diminuir seu ritmo de respirar, de andar e até de pensar. Momentos de ócio são ótimos remédios para o corpo e a alma.

8. Aceite os obstáculos que a vida impõe a você sem se achar a pessoa mais sofredora deste planeta. Acredite, existem pessoas que neste exato momento estão sofrendo bem mais do que você. Busque a compreensão e a serenidade. mesmo em meio às adversidades.

9. Busque e pratique a simplicidade. Diminua o tamanho de sua ambição. Já parou para pensar nisso? Ou ainda está preso na armadilha social de "somente ser alguém se for bem-sucedido"? Será que você precisa mesmo de tudo o que considera importante neste momento? Seja simples e natural - no falar, no vestir, no pensar. Lembre-se: a vida é uma só e o momento é agora.

10. Viva cada momento a seu tempo, um dia de cada vez. Para isso, desenvolva a fé de que há algo ou alguém cuidando de você. Faça a sua parte e entregue o que não está sob seu controle a Deus. Confie, ele se encarregará de cuidar para que tudo dê certo.

11. Não se submeta aos humores dos outros - viva e seja você mesmo, independentemente do que o outro é e sente em relação a você.

12. Procure ser independer. Deposite a construção de sua felicidade apenas em você. Quando você aprender a se amar, tudo te será dado. Ame-se, namore-se, cuide-se, apaixone-se por você. Não de maneira narcisista, mas como filho de Deus que você é.

13. Pare de fazer planos a longo prazo, pois dessa forma você perde o controle sobre sua vida. Faça-os ano a ano, pois dessa forma é possível organizar seus passos. Mas planeje fazer coisas que estão sob seu controle.

14. Tenha como objetivo melhorar e desenvolver o que tem de melhor e aperfeiçoar o que ainda não está bom, mas de maneira amorosa e racional.

15. Você pensa na morte? Pois pense. Você é mortal, sabia? Nenhum de nós escapará desse destino. Não pense na morte de maneira mórbida, mas como o final natural e inevitável desta linda jornada por este planeta.

16. Aprenda a envelhecer com dignidade. Cultive sua alma, suas melhores qualidades, seu amor e cuide de seu corpo, sem neuroses. Seja feliz!