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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

ADOLESCENTE E A SUA SEXUALIDADE



A ignorância responde por males incontáveis que afligem a criatura humana e confundem a sociedade. Igualmente perversa é a informação equivocada, destituída de fundamentos éticos e carente de estrutura de lógica.

Na adolescência, o despertar da sexualidade é como o rom­per de um dique, no qual se encontram represadas forças inco­mensuráveis, que se atiram, desordenadas, produzindo danos e prejuízos em relação a tudo quanto encontram pela frente.

No passado, o tema era tabu, que a ignorância e a hipocrisia preferiam esconder, numa acomodação na qual a aparência deveria ser preservada, embora a conduta moral muitas vezes se encontrasse distante do que era apresentado.

Estabelecera-se, sub-repticiamente, que o imoral era a sociedade tomar conhecimento do fato servil e não o praticá­lo às ocultas.

          À medida que os conceitos se atualizaram, libertando-se dos preconceitos perniciosos, ocorreu o desastre da liber­tinagem, sem que houvesse mediado um período de amadurecimento emocional entre o proibido e o liberado, o que era considerado vergonhoso e sujo e o que é biológico e normal. 

Evidentemente, após um largo período de proibição, imposta pela hegemonia do pensamento religioso arbitrário, ao ser ultrapassado pelo imperativo do progresso, surgiriam a busca pelo desenfreado gozo a qualquer preço e a entrega aos apetites sexuais, como se a existência terrena se resumisse unicamente nos jogos e nas conquistas da sensualidade, terminando pelo tombo nas excentricidades, nos comporta­mentos patológicos e promíscuos do abuso.

A sociedade contemporânea encontra-se em grave momento de conduta em relação ao sexo, particularmente na adolescência. Superada a ignorância do passado, contempla, assustada, os desastres morais do presente, sofrendo terríveis incertezas acerca do futuro.

A orientação sexual sadia é a única alternativa para o equilíbrio na adolescência, como base de segurança para toda a reencarnação.

A questão, faça-se justiça, tem sido muito debatida, porém as soluções ainda não se fizeram satisfatórias. A visão materialista da vida, estimulando uma filosofia hedonista, responde pelos problemas que se constatam, em razão do conceito reducionista a que se encontra relegada a criatura humana.

Sem dúvida, o sexo faz parte da vida física, entretanto, tem implicações profundas nos refolhos da alma, já que o ser humano é mais do que o amontoado de células que lhe constituem o corpo.

Por essa razão, os conflitos se estabelecem tendo-se em vista a sua realidade espiritual, com anterioridade à forma atual, e complexas experiências vividas antes, que não foram felizes.

Talvez, em razão de ignorarem ou negarem a origem do ser, como Espírito imortal que é, inúmeros psicólogos, sexólogos e educadores limitam-se, com honestidade, a preparar a criança de forma que apenas conheça o corpo, identifique suas funções, entre em contato com a sua realidade física. A proposta é saudável, inegavelmente; todavia, o corpo reflete os hábitos ancestrais, que provêm das experiências anteriores, vivenciadas em outras existências corporais, que imprimiram necessidades, anseios, conflitos ou harmonias que ora se apresentam com predominância no comportamento.

O conhecimento do corpo, a fim de assumir-lhe os impulsos, propele o adolescente para a promiscuidade, a perversão, os choques que decorrem das frustrações, caso não esteja necessariamente orientado para entender o complexo mecanismo da função sexual, particularmente nas suas expressões psicológicas.

Inseguranças e medos, muito comuns na adolescência, procedem das atividades mal vividas nas jornadas anteriores, que imprimiram matrizes emocionais ou limitações orgânicas, deficiências ou exaltação da libido, preferências perturbadoras que exigem correta orientação, assim como terapia especia­lizada.

Aos pais cabe a tarefa educativa inicial. Todavia, mal equipados de conhecimentos sobre conduta sexual, castram os filhos pelo silêncio constrangedor a respeito do tema, deixando­-os desinformados, a fim de que aprendam com os colegas pervertidos e viciados, ou os liberam, ainda sem estrutura psicológica, para que atendam aos impulsos orgânicos, sem qualquer ética ou lucidez a respeito da ocorrência e das suas conseqüências inevitáveis.

Reunindo-se em grupos para intercâmbio de opiniões e experiências de curiosidade, os adolescentes ficam a mercê de profissionais do vício, que os aliciam mediante as imagens da mídia perversa e doentia ou da prostituição, hoje disfarçada de intercâmbio descompromissado, para atender àqueles impulsos orgânicos ou de viciação mental, em relacionamentos rápidos quão insatisfatórios.

Quando se pretende transferir para a Escola a responsa­bilidade da educação sexual, corre-se o risco, que deverá ser calculado, de o assunto ser apresentado com leveza, irresponsabilidade e perturbação do próprio educador, que vive conflitivamente o desafio, sem que o haja solucionado nele próprio de maneira correta.

Anedotário chulo, palavreado impróprio, exibição de aberrações, normalmente são utilizados como temas para as aulas de sexo, a desserviço da orientação salutar, mais aturdindo os adolescentes tímidos e inseguros e tornando cínicos aqueles mais audaciosos.

A questão da sexualidade merece tratamento especiali­zado, conforme o exige a própria vida.

O ser humano não é somente um animal sexual, mas também racional, que desperta para o comando dos instintos sob o amparo da consciência.

Todos os seus atos merecem consideração, face aos efeitos que os sucedem.

No que diz respeito ao sexo, este requer o mesmo tratamento e dignificação que são dispensados aos demais órgãos, com o agravante de ser o aparelho reprodutor, que possui uma alta e expressiva carga emocional, desse modo requisitando maior soma de responsabilidade, assim como de higiene e respeito moral.

O controle mental, a disciplina moral, os hábitos saudáveis no preenchimento das horas, o trabalho normal, a oração ungida de amor e de entrega a Deus, constituem metodologia correta para a travessia da adolescência e o despertar da idade da razão com maturidade e equilíbrio.

O sexo orientado repousa e se estimula na aura do amor, que lhe deve constituir o guia seguro para eqüacionar todos os problemas que surgem e preservá-lo dos abusos que alucinam.

Sexo sem amor é agressão brutal na busca do prazer de efêmera duração e de resultado desastroso, por não satisfazer nem acalmar.

Quanto mais seja usado em mecanismo de desesperação ou fuga, menos tranqüilidade proporciona.

Tendo-se em vista a permuta de hormônios e o fenômeno biológico procriativo, o sexo deve receber orientação digna e natural, sem exagero de qualquer natureza ou limitação absurda, igualmente desastrosa.

A força, não canalizada, deixada em desequilíbrio, danifica e destrói, seja ela qual for.

A de natureza sexual tem conduzido a história da humanidade, e, porque, nem sempre foi orientada corretamente, os desastres bélicos que sucederam as hecatombes morais, sociais, espirituais, têm sido a colheita dos grandes conquistadores e líderes doentios, reis e ditadores ignóbeis, que dominaram os povos, arrastando-os em cativeiros hediondos, porque não conseguiram dominar-se, controlar essa energia em desvario que os alucinava.

Examine-se qualquer déspota, e nele se encontrarão registros de distúrbios na área do comportamento sexual.

Desse modo, na fase da irrupção da adolescência e dos órgãos secundários, impõe-se o dever de completar-se a orientação do sexo que deve ser iniciada na infância, de forma que o jovem se dê conta que o mesmo existe em função da vida e não esta como instrumento dele.

DIVALDO PEREIRA FRANCO DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS 

domingo, 31 de março de 2013

SE O CORPO ADOECE É PORQUE A MENTE ADOECEU.

Somos o que pensamos, se o corpo adoece é porque a mente adoeceu. O Corpo é resultado da mente.Cada pensamento que temos gera uma emoção, e cada emoção mobiliza um circuito hormonal que terá impacto em trilhões de células. Pensamentos positivos, de entusiasmo, alegria, bem-querer promovem a secreção de Serotonina – substância responsável pelo humor, sensação de bem-estar, regulação do sono, apetite, atividades motoras e funções cognitivas. Da mesma forma, pensamentos negativos como de raiva, culpa, ressentimento, impaciência, desconfiança, medo facilitam a secreção de Cortisol – chamado o hormônio do stress que afeta os sistemas fisiológicos e imunológicos, provocando insônias, depressão, alterações de humor, perda muscular, retenção de líquidos, aumento da gordura abdominal e mesmo a compulsão alimentar.Isso acontece porque nosso cérebro é “BURRO” e não faz distinção entre o que é realidade ou mera imaginação.Imagine uma pessoa que trabalhou até mais tarde e quando sai do trabalho percebe que já não há mais ninguém na rua, olha para o relógio e se dá conta de que já são quase meia noite e poucas luzes permanecem acessas. Apreensiva ela continua caminhando e, de repente, ela ouve uma explosão..  BUMMM…  sente medo… Imediatamente um arrepio sobe por sua espinha e ela começa a pensar  “Ai meu Deus deve ser um ladrão, eu aqui sozinha, meu celular sem bateria, nem que eu grite muito alto não há ninguém por perto para me socorrer..  A respiração começa a acelerar, o corpo fica tenso, as mãos frias, o suor começa a escorrer pela testa,os olhos se abrem em estado de alerta.


Diante desse pensamento de temor, o corpo dessa pessoa tem uma resposta emocional e consequentemente uma resposta física:
  • A glândula pineal avisa as supra renais “mais adrenalina na corrente sanguínea”
  • As supra renais enviam adrenalina através do sangue direto para o coração
  • O coração bombeia sangue mais rapidamente
  • As veias se contraem, forçando a elevação da pressão arterial
  • O fígado produz mais glicose aumentando a energia corporal
  • O pâncreas fabrica mais insulina
  • O estômago e o intestino reduzem o seu funcionamento poupando energia que poderá ser desviada para outro lugar
  • E ela esta pronta para CORRER..
Acontece que era só um rojão, a imaginação fez todo o resto..     Se pensarmos que algo ruim pode acontecer, o cérebro entende que já esta acontecendo. O cérebro não faz diferença entre essa imaginação de perigo e o perigo real. Nesse instante todo o organismo se prepara para reagir ao perigo iminente, mas que, na verdade, não passa de imaginação. Vale ressaltar, que essa sabedoria corporal tem origem em nossos ancestrais que, diferente do mundo moderno, precisavam estar sempre prontos para correr, ou virariam alimento para algum animal faminto. Essa reação era derivada de um perigo real de ataque, voltando o corpo ao estado natural uma vez que a ameaça fosse vencida. Na atualidade, nosso comando mental produz no organismo todas essas substâncias, mas por IMAGINAÇÃO de perigo, de raiva, de insegurança e, na maioria das vezes, ela não cessa, pois, a eternizamos em nossos pensamentos. Sendo assim, pessoas que tem pensamentos negativos com frequência, geram no organismo esses tipos de consequências danosas, que com o passar do tempo fatalmente afetarão sua saúde física e mental, desenvolvendo males como a ansiedade crônica, depressão, síndrome do pânico, sem falar no sistema imunológico que quando afetado possibilita ataques de vírus e bactéria causadores de alergias, gripes, e um sem número de enfermidades.
Lembre-se de se lembra de nunca esquecer que SE O CORPO ADOECE É PORQUE A MENTE ADOECEU.
A vida que vivemos nada mais é do que a exteriorização de nossos pensamentos constantes, assim como o equilíbrio e o desequilíbrio da nossa saúde física e mental.
O que você anda pensando ultimamente? Onde tem colocado o foco da sua atenção? Como tem estado sua saúde? A quem, ou ao que voce tem responsabilizado por esses males?
Ítala Masruha - http://www.italarmasruha.com.br/slider/somos-o-que-pensamos-se-o-corpo-adoece-e-porque-a-mente-adoeceu-o-corpo-e-resultado-da-mente/

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

CUIDADO COM A MEMÓRIA DE SUA CASA





Franco Guizzetti
  O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. Tudo o que pensamos e fazemos, as escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, são energias. O resultado reflete nos ambientes, pessoas e situações. O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história.

        Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos - muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.

        Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes, espelhos, instrumentos do feng shui, é possível atrair bons fluidos e equilíbrio para dentro de casa. Mas, é muito pouco, pois a personalidade de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa. Além de atrair bons fluidos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do próprio ambiente.

        O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora. Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independente da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores. Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, ainda que sejamos bem tratados.

        O que poucos sabem é que as paredes, objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão.

        Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinho. Não pense mal dos outros. Pragas, nem pensar! Selecione muito bem as pessoas que vão freqüentar sua casa. Festas, brindes e comemorações alegres são bem-vindas porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos. Nada de bebedeiras e muito menos uso de drogas, que atraem más energias.

        Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada. Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e ambiente onde mora. Alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza já estão bons para começar, não é mesmo? Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu humor e reclamações do seu dia-a-dia. Tudo isto interfere no seu astral.

PS: Egrégora - A Egrégora pode ser definida como uma energia resultante da união ou da soma de várias energias individuais. Ela é formada pelo afluxo dos desejos e aspirações individuais dos membros daquele grupo. Um exemplo é o amor familiar que gera um fenômeno espiritual que mantém a união da família, cria a empatia entre essas pessoas, o telessomatismo etc.
   
Postado por às