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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Adoção de crianças por parte de homossexuais (visão espírita)


Homossexualidade e família                                                                                                                 Como é vista a adoção de crianças, para a construção de uma família, por parte de homossexuais masculinos ou femininos?
O Pai-Criador vê sempre as intenções que inspiram as ações. Assim, vale refletir que o amor que se dedica a uma criança, tornando-a filha sentimental, independe da inclinação sexual adotada pelos pais ou pelas mães postiços.
Acompanhamos inúmeras situações em que os cuidados desenvolvidos para atender a criança fizeram com que os indivíduos ou pares homossexuais alterassem a rota dos próprios passos, enobrecendo o sentimento paternal ou maternal, ausentando-se da promiscuidade ou do desassossego íntimo, passando a sintonizar com frequências luminosas, acalmando o coração e os pensamentos - quando antes experimentavam tormentos – conquistando, então valores espirituais de grande significação, superando imensas no cerne d' alma.
A adoção, desse modo, corresponde a um gesto sublime que Deus sempre abençoará.

Uma criança que seja criada por homossexuais de quaisquer dos gêneros não poderá assimilar os mesmos hábitos e tendências e complicar-se na vida? Não haveria isso uma distorção nos propósitos educacionais dessa criança no mundo?

Restará saber onde uma criança correria mais riscos, se nas ruas da amargura, vivenciando de tudo o que a sombra do abandono costuma propiciar, ou se no aconchego de um lar, mesmo que postiço, liderado por irmãos ou irmãs situados na faixa da homossexualidade.
O bom senso aplicado ao conhecimento espírita leva-nos a pensar na ação de vários fatores sobre a vida do ser reencarnado, tais como as experiências do seu pretérito; a bagagem intelectual e moral trazida pelo espírito; as influências espirituais às quais está sujeito; a educação que receba desde o berço; a nutrição afetivo-emocional que tenha recebido. Tudo isso somado ao livre-arbítrio de sua inteira responsabilidade, tão logo comece a ajuizar a respeito de si mesmo e da própria vida, na fase psicológica devida.
Não deveremos apelar para a fatalidade e supor que alguém agasalhado afetivamente por homossexuais tenha que copiar-lhes as posturas todas. Não, não pode ser assim.
Caso enveredemos pela proposta fatalista, sem as considerações que apresentamos, teremos muita dificuldade em entender e explicar como é que filhos e filhas de pais heterossexuais, amados, bem instruídos e educados, se apresentam homossexuais em alguma fase da vida, muitas vezes desde a infância.
Quantos são os casos em que os pais, heterossexuais convictos, ao descobrir as inclinações filiais para algum nível de homossexualidade, aplicam-lhes corretivos físicos ou psicológicos agressivos - correspondendo à maturidade dos seus entendimentos -, conduzem-nos a terapias específicas com profissionais respeitáveis, levam-nos a práticas sexuais que julgam compatíveis com a sua morfologia, principalmente em se tratando de meninos, e acabam vencidos, frustrados, perante o vigor com que esses filhos e filhas mostram suas inclinações inversivas.
Sem que exploremos outros filões reflexivos, importante é saber que o amor em família. nuclear ou não-nuclear, será sempre a melhor chave para alcançarmos o íntimo dos nossos seres queridos, fazendo-nos seus amigos e confidentes, evitando-se, então, que se prostituam, que enlouqueçam, que se suicidem, instigados por ódios ou por complexos de culpa motivados pela forma preconceituosa, zombeteira ou cruel com que são discriminados.
O lar deve ser o porto seguro para todo o viajor da evolução, visto ser muito raro achar alguém que, ostensivamente ou à surdina do mundo íntimo, não tenha experimentado ou ainda experimente os conflitos da sexualidade, conseqüências previsíveis do direcionamento das bagagens emocionais dos dois gêneros sexuais, já que são os mesmos os espíritos que ora renascem homens, ora mulheres. 1
Os casos de aberrações em que menores são explorados sexualmente, mal direcionados, chantageados, são incontáveis mundo afora, seviciados muitas vezes por pais, mães ou por outros membros da consangüinidade, o que é matéria permanente nas páginas da mídia jornalística.
Onde vibram, pois, o amor, a maturidade e a vontade de servir, tudo segue para abençoados fins.(do livro Desafios da Vida Familiar, pelo Espírito Camilo, psicografia de J. Raul Teixeira)
http://www.sebemnet.org.br/index.php/espiritismo/artigos-item-menu/551-adocao-de-criancas-para-a-construcao-de-uma-familia-por-parte-de-homossexuais-visao-espirita

sexta-feira, 15 de março de 2013

O poder do perdão VI

Irmãos da Terra, aprendei a tolerar e perdoar

O perdão é o remédio que nos recompõe a alma doente…

Não admita que o desespero lhe subjugue as energias!… Guardar ofensas é conservar a sombra. Esqueçamos o mal para que a luz do bem nos felicite o caminho…

O ódio reveste o perispírito de sombras espessas. 
O perdão sincero dissipa as pesadas nuvens do ódio que revestem o organismo perispiritual.
André Luiz
Se somarmos as inquietações e sofrimentos que infligimos a nós mesmos por não perdoarmos aos entes amados pelo fato de não serem eles as pessoas que imaginávamos ou desejávamos fossem, surpreenderemos conosco volumosa carga de ressentimento que nada mais é senão peso morto, a impelir-nos para o fogo inútil do desespero.
EMMANUEL – Psicografado por Francisco Cândido Xavier
Irmãos da Terra, aprendei a tolerar e perdoar
Irmãos da Terra, em meio às vicissitudes da experiência humana, aprendei a tolerar e perdoar!…
Por mais se vos fira ou calunie, injurie ou amaldiçoe, olvidai o mal: fazendo o bem!…
Vós que tivestes a confiança traída ou o espírito dilacerado nas armadilhas da sombra, acendei a luz do amor onde estiverdes!…
Companheiros que fostes vilipendiados ou insultados em vossas intenções mais sublimes, apagai as ofensas recebidas e bendizei os ultrajes que vos burilam o coração para a Vida Maior!…
Irmãs que padecestes indescritíveis agravos na própria carne, desprezadas pelos carrascos risonhos que vos enlouqueceram de angústia, depois de vos acenarem com mentirosas promessas, abençoai aqueles que vos destruíram os sonhos!…
Mães solteiras que fostes banidas do lar e batidas até a queda na prostituição, por haverdes tido suficiente coragem de não assassinar no próprio ventre os filhos de vossa desventura, com a insânia do aborto provocado, mães agoniadas às quais tantas vezes se nega até mesmo o direito de defesa, conferido aos nossos irmãos criminosos nas cadeias públicas, perdoai os vossos algozes!…
Pais que trazeis nos ombros escalavrados de sofrimento a carga dolorosa dos filhos ingratos, filhos que aguentais na carne e na alma o despotismo e a brutalidade de pais insensíveis e cônjuges flechados entre as paredes domésticas pelos estiletes da incompreensão e da crueldade, absolvei-vos uns aos outros!…
Obsidiados de todos os climas, tecei véus de piedade e esperança sobre os seres infelizes, encarnados ou desencarnados, que vos torturam as horas! Criaturas prejudicadas ou perseguidas de todos os recantos do mundo, perdoai a quantos se fizeram instrumentos de vossas aflições e de vossas lágrimas!…
Quando sentirdes a tentação de revidar, lembrai-vos daquele que nos concitou a «amar os inimigos» e a «orar pelos que nos perseguem e caluniam»! Recordai o Cristo de Deus, preferindo ser condenado, a condenar, porque, em verdade, quantos praticam o mal não sabem o que fazem!… Convencei-vos de que as leis da morte não excetuam ninguém e não vos esqueçais de que, no dia do vosso grande adeus aos que ficarem na estância das provas, somente pela bênção da paz e do amor na consciência tranquila é que podereis alcançar a suspirada libertação!…
André Luiz
“Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos quem nos tem ofendido”
Jesus de Nazaré no Pai Nosso
 http://bemviverapometria.wordpress.com/2010/03/

O poder do perdão V



Modifique a sua história de ressentimento
Os nove passos do perdão

1 Saiba exatamente como você se sente sobre o que ocorreu e seja capaz de expressar o que há de errado na situação. Então, relate a sua experiência a umas duas pessoas de confiança.
2. Compromete-se consigo mesmo a fazer o que for preciso para se sentir melhor. O ato de perdoar é para você e ninguém mais. Ninguém mais precisa saber sua decisão.
3. Entenda seu objetivo. Perdoar não significa necessariamente reconciliar-se com a pessoa que o perturbou, nem se tornar cúmplice dela. O que você procura é paz.
4. Tenha uma perspectiva correta dos acontecimentos. Reconheça que o seu aborrecimento vem dos sentimentos negativos e desconforto físico de que você sofra agora, e não daquilo que o ofendeu ou agrediu dois minutos – ou dez anos – atrás.
5. No momento em que você se sentir aflito, pratique técnicas de controle de estresse para atenuar os mecanismos de seu corpo.
6. Desista de espera, de outras pessoas ou de sua vida, coisa que elas não escolheram dar a você. Reconheça as “regras não cobráveis” que você tem para sua saúde ou para o comportamento seu e dos outros. Lembre a si mesmo que você pode esperar saúde, amizade e prosperidade e se esforçar para consegui-los. Porém você sofrerá se exigir que essas coisas aconteçam quando você não tem o poder de fazê-las acontecer.

7. Coloque sua energia em tenta alcançar seus objetivos positivos por um meio que não seja através de experiência que o feriu. Em vez de reprisar mentalmente sua mágoa, procure outros caminhos para seus fins.

8. Lembre-se de que uma vida bem vivida é a sua melhor vingança. Em vez de se concentrar nas suas mágoas – o que daria poder sobre você à pessoa que o magoou – aprenda a busca o amor, a beleza e a bondade ao seu redor.
9. Modifique a sua história de ressentimento de forma que ela o lembre da escolha heróicas que é perdoar. Passe de vítima a herói na história que você contar.
O Poder do Perdão – Dr. Fred Luskin –www.learningtoforgive.com
“Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos quem nos tem ofendido”

Jesus de Nazaré no Pai Nosso

http://bemviverapometria.wordpress.com/2010/03/