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terça-feira, 20 de julho de 2010

FUNDAMENTOS DA REFORMA INTIMA

Graça e Paz,


Que sua semana seja abençoada e pela luz do DIvino Amigo Jesus. Que a infinita misericordia seja sua eterna companhia livrando-te dos males, acidentes, violencias, de toda dor e sofrimento.
Em email anterior enviamos um roteiro de sites espiritas interessantes estimando democratizar o acesso as informações e para que cada um, incividualmente, possa selecionar assunto que desperte mais seu interesse pela afinidade.
No inicio do aprendizado espirita, do estudo sistematizado da doutrina conhecido por ESDE - Ensino Sistematizado da Doutrina, tomamos contato com a tarefa da reforma intima.Encaminho a referencia de um excelente material para nortear este belo e ardoroso caminho.
Observo que a referida obra tras a pureza doutrina por principio e segue o ordenamneto da Federação Espirita brasileira.
Da sua irma em Cristo,
Bella



FUNDAMENTOS DA REFORMA ÍNTIMA
http://www.comunidadeespirita.com.br/reformaintima/FUNDAMENTOS/fundamentos.htm

Quando pensamos em REFORMA ÍNTIMA sempre devemos começar com um estudo relativo autocrítica e à conscientização dela decorrente, sempre devemos nos lembrar de Santo Agostinho. Cada pessoa, para estar motivada a se conhecer, admitindo erros ao menos para si mesma, precisa exercitar a força de vontade inerente a todo ser humano, mas muitas vezes adormecida.

A motivação nesse percurso nascerá do confronto da meditação com o cotidiano nem sempre ideal que muitos adotam. Unindo, pois, a teoria à prática, tendo por finalidade descortinar o ente cristão que há por trás das barreiras insensíveis que o materialismo impõe como regra geral na jornada terrena, o indivíduo sentir-se-á mais leve quando praticar a REFORMA ÍNTIMA.

É sabido que, na prática, mais fácil é ler e julgar entender os ensinamentos de Jesus, hoje estudados à luz da Doutrina Espírita, do que exercitá-los e realmente assimilá-los no dia-a-dia, consolidando posturas cristãs e aprimorando qualidades morais.

Nada de estranho nisso, pois sabe-se que nosso mundo é ainda de expiação e provas e, por isso mesmo, todo homem tem muitas imperfeições a sanar. Pessoas mais esclarecidas dos seus defeitos e melhor empenhadas no processo de reforma íntima conseguem conviver mais harmoniosamente entre si, alcançando maior êxito em suas realizações.

Do estudo da autocrítica passou-se à análise do que leva o ser humano a permanecer silente e impassível diante dos erros e desvios que até pode admitir que possui. Se sozinho não está conseguindo vislumbrar luz ao final do túnel, haveria condições de auxiliá-lo de algum modo eficaz? E a resposta resultou positiva bastando que houvesse interiorizado o impulso à melhora de caráter, à escorreita formação da personalidade e, fundamentalmente, existisse, forte e fiel, o desejo de seguir os passos de Jesus.

Descoberta a necessidade da autocrítica, encontrada a premissa de que há seres humanos inertes diante do óbvio, vale dizer, dos erros praticados, o degrau seguinte seria o estudo de formas a conduzir o indivíduo à reforma interior, tão essencial ao aprimoramento do ser. E mais: é certo que a maioria que estuda atentamente os livros espíritas, a partir da Codificação de Allan Kardec, que representa a base da Doutrina dos Espíritos, sente a necessidade de melhor se conhecer e pôr em prática a reforma íntima. Todavia, nem sempre sabe como agir nesse sentido.
Vamos tentar fornecer subsídios nessa direção proporcionando ao internauta interessado elementos de reflexão através dos quais possa, de forma voluntária e consciente, trabalhar os seus sentimentos e a sua razão, seja racionalizando sentimentos por intermédio do bom senso e da lógica, seja iluminando a inteligência e os pensamentos com as luzes dos bons sentimentos.

Temas de suma importância nesse campo: egoísmo, orgulho e seus derivados, materialismo, desvios de conduta e vícios, sexualidade, aids, aborto, pena de morte, eutanásia, entre outros. "POR QUE NÃO TENHO FÉ BASTANTE PARA VENCER TODOS OS PERCALÇOS QUE SURGEM À MINHA FRENTE?" É uma indagação que o encarnado habitualmente se faz ao entrar em choque com problemas do cotidiano, que o abalam profundamente.


A chave para esta questão pode ser encontrada no contexto desta obra, que poderá servir de manual auxiliar de reforma íntima para o internauta, contribuindo para o sucesso da sua EVOLUÇÃO ESPIRITUAL. A Reforma Íntima deve ser compreendida como a chave mestra para o sucesso de sua melhoria interior e, consequentemente, de sua felicidade exterior. O internauta pode notar que há mais vantagem em sacrificar-se no presente para que seu futuro seja efetivamente melhor, afinal a reforma íntima é temporária e serve à evolução do Espírito, imortal, permitindo-lhe o ingresso em planos espirituais mais elevados.


Lapidar os próprios sentimentos é tarefa árdua, mormente para o encarnado que não os têm em relativo desenvolvimento, nem tampouco em contínuo exercício. Reforma Íntima sem amor no coração é, no entanto, uma falácia. Aprender a cultivá-la verdadeiramente é um exercício significativo de abnegação e submissão a Deus.


O egoísmo, por seu lado, é a raiz de todos os males morais que existem no humano, fonte de todos os seus desvios e vícios de comportamento e causa primária das suas tendências negativas de toda ordem porque ele é a negativa do mandamento maior: "AMARÁ A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS E AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO."


Todos são capazes de vencer o mal que há no âmago individual e coletivo. O amor opera autênticas modificações positivas no ser humano e na humanidade. Portanto, ainda que não exista fórmula mágica para tal, há caminhos práticos a seguir. É justamente o objetivo nosso: demonstrá-los.


O processo de reforma íntima é, por certo, demorado e delicado. Necessita de determinação e interesse permanente daquele que o abraça para que alcance bons frutos. O saldo positivo exige exercício de paciência, tolerância, desprendimento, perdão, compreensão e amor nas relações humanas.


A reforma íntima e seus fundamentos representam verdadeira luz no ímo da alma a todo encarnado que pretende desenvolver-se espiritualmente ao longo da sua trilha pela crosta terrestre. Começar a reforma interior pelos problemas mais simples é uma das fórmulas indicadas. Depois, com naturalidade, os desvios mais complexos vão sendo enfrentados e vencidos, tudo a seu tempo e à sua hora. Sem precipitação mas com determinação o homem alcança seus objetivos.

CAIRBAR SCHUTEL E SUA EQUIPE ESPIRITUAL

..I - INTRODUÇÃO

..II - SENTIMENTOS

.III - EGOÍSMO

..IV - ORGULHO

..V - DERIVADOS DO EGOÍSMO E DO ORG.

..VI - NECESSIDADE DA REFORMA ÍNTIMA

..VII - DIFICULDADES NA PRÁTICA DA R.I.

..VIII - O FATOR OBSESSÃO NO CONTEXTO DA R.I.

..IX - A R. Í. E EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO

..X - VANTAGENS IMEDIATAS

..XI - DESVANTAGENS EVID. P/ O EGOÍSTA

..XII - SOLÚVEIS ARESTAS NAS REL. HUMANAS

..XIII - BARREIRAS NO APRIMORAMENTO

..XIV - TEORIA E PRÁTICA

..XV - A IMPORTÂNCIA DO DIÁLOGO

..XVI - DOIS PESOS E DUAS MEDIDAS

..XVII - AS PREVENÇÕES

..XVIII - MODELO MAIOR

..A - SOFRIMENTO

..B - FELICIDADE

..C - FÉ E RESIGNAÇÃO

..D - FORÇA DE VONTADE

..E - RAZÃO E SENTIMENTO

..F - CENTRO DE INTERESSES

MATERIALISMO

..1 - NOÇÕES GERAIS

..2 - ESCAPES E COMPENSAÇÕES

..3 - AMBIÇÃO

..4 - HERANÇA

..5 - RELIGIÃO E MATERIALISMO

..6 - CRIANÇA E MATERIALISMO

..7 - SEXO E MATERIALISMO

..8 - OUTRAS FORMAS DE MATERIALISMO

..A1 - JUSTIÇA DIVINA

..B2 - FÉ

..C3 - INSINCERIDADE NA FÉ

..D4 - A CENTELHA DIVINA EM CADA UM

..E5 - TEORIA E PROGRAMAÇÃO

..F6 - PLANO MÍNIMO DE ACERTOS

..G7 - PROGRAMAÇÃO GENÉRICA E P.E.

..H8 - DESVIOS DE CONDUTA E VÍCIOS

..I9 - SEXUALIDADE

..J10 - HOMOSSEXUALIDADE

..K11 - CELIBATO

..L12 - MASTURBAÇÃO

..M13 - A.I.D.S.

..N14 - ABORTO

..O15 - RESPONSABILIDADE

..P16 - A RESPONS. NO COTIDIANO CRISTÃO

..Q17 - PREGUIÇA

..R18 - DISCIPLINA DA SAÚDE FÍSICA

..S19 - HARMONIA

..T20 - ABERTURA DE CORAÇÃO

..U21 - PUREZA DE CORAÇÃO

..V22 - LEI MOSAICA

..W23 - PENA DE MORTE

..X24 - CARIDADE E ISOLAMENTO

..Y25 - A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA

..Z26 - VAIDADE, EUTANÁSIA E SUICÍDIO


PAZ E ALEGRIA!! VAMOS ESTUDAR!!

segunda-feira, 19 de julho de 2010

FICAR OU NAMORAR? - por http://grupoallankardec.blogspot.com/2010/02/ficar-ou-namorar_22.html

                FICAR OU NAMORAR?

Um costume muito comum entre os jovens é o de "ficar". Namoro por uma noite, por um fim de semana. Qual a postura do jovem espírita diante dessa situação?


A do auto-respeito. Quando nos respeitamos, aprendemos a respeitar os outros. O "ficar" da atualidade é como alguém que aluga uma roupa numa loja, veste no dia da festa e depois a devolve, sem nenhum compromisso com ela. O "ficar" é a expansão dos instintos, enquanto o amar é a elaboração da vida. Se se gosta de uma pessoa, não se quererá ficar com ela uma noite, mas, sim, a vida toda. Para "ficar" uma noite é como se se alugasse um ser humano para estar com ele, atendendo tão somente os impulsos, os desejos, e isso é prostituição. Por mais que envolvamos tal fato com nome bonito, com panos dourados, isso não passará de prostituição. Por mais que sejam filhos ou filhas de boas famílias, não passarão de prostituídos, nessa área.O ideal seria que se educassem os sentimentos para que se descobrisse de quem se gosta de verdade e se pudesse viver, de fato, com quem se ama.

Do livro: Ante o vigor do Espiritismo
Resposta de: J. Raul Teixeira

O JOVEM ESPÍRITA E A BALADA


                O JOVEM ESPÍRITA E A BALADA
grupoallankardec.blogspot.com/2010/02/o-jovem...

Existe algum impedimento para um jovem espírita com relação ao carnaval e a sua presença em boates?

CARLOS BACCELLI: Não, a Doutrina, em nenhum caso, nos cerceia a liberdade de escolha em nossas preferências. Somos livres, mas devemos sê-lo com responsabilidade.


O moralismo exacerbado é tão prejudicial quanto a sua ausência naquilo que prescrevemos para os outros, mas não nos encontramos dispostos a vivenciar em nós mesmos.


Advertiu-nos o apóstolo Paulo: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". O mal não está tanto na coisa em si; está em como nos conduzimos dentro dela . . .


O carnaval não seria o que é, se não fôssemos o que somos . . .


É natural a presença do jovem espírita em festas e boates; no entanto, ao adentrar uma casa de diversão, ele não pode deixar lá fora a sua condição religiosa, como se tal condição lhe fosse uma capa da qual ele pudesse despir-se à vontade.