Definitivamente, ser jovem nos dias de hoje não é nada fácil. Ser jovem espírita, então, é mais difícil ainda. Afinal, a sociedade atravessa um momento de transição, onde todos os valores tradicionais são colocados na berlinda, contestados, mas sem que ainda se tenha um novo paradigma ou novas propostas para substituir o modelo anterior. No caso do jovem espírita, ele ainda precisa falar lidar com os preconceitos da própria Doutrina, que se confronta em diversos pontos com os apelos da instantaneidade, sensualidade e consumismo que tanto seduzem a todos nós na atualidade.
Embarque em uma jornada de autodescoberta e transformação espiritual com nosso blog. Aqui, buscamos a meditação, a paz interior e a cura emocional como ferramentas para a busca de si mesmo. Nossos conteúdos abrangem temas que fazem bem a nosso espírito,histórias inspiradoras que iluminam o nosso caminho para a espiritualização. Celebramos a rica tapeçaria do conhecimento da vida,sem distinções.Apreciamos o belo,as trocas significativa, um espaço seguro para compartilhar, aprender e crescer.
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terça-feira, 25 de setembro de 2012
O Jovem Espírita na Sociedade
São inúmeros os desafios a serem enfrentados pelo jovem espírita hoje. As propostas e modelos sociais estão em xeque. O conceito de “globalização” impõe, praticamente sem resistência, o domínio do capital transnacional, sem pátria, sem bandeira e sem escrúpulos. Por sua vez, a falta de critérios justos na movimentação das riquezas oriundas desse capital sem pátria coloca hoje toda da economia mundial em profunda crise.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
FICAR OU NAMORAR? - por http://grupoallankardec.blogspot.com/2010/02/ficar-ou-namorar_22.html
FICAR OU NAMORAR?
Um costume muito comum entre os jovens é o de "ficar". Namoro por uma noite, por um fim de semana. Qual a postura do jovem espírita diante dessa situação?
A do auto-respeito. Quando nos respeitamos, aprendemos a respeitar os outros. O "ficar" da atualidade é como alguém que aluga uma roupa numa loja, veste no dia da festa e depois a devolve, sem nenhum compromisso com ela. O "ficar" é a expansão dos instintos, enquanto o amar é a elaboração da vida. Se se gosta de uma pessoa, não se quererá ficar com ela uma noite, mas, sim, a vida toda. Para "ficar" uma noite é como se se alugasse um ser humano para estar com ele, atendendo tão somente os impulsos, os desejos, e isso é prostituição. Por mais que envolvamos tal fato com nome bonito, com panos dourados, isso não passará de prostituição. Por mais que sejam filhos ou filhas de boas famílias, não passarão de prostituídos, nessa área.O ideal seria que se educassem os sentimentos para que se descobrisse de quem se gosta de verdade e se pudesse viver, de fato, com quem se ama.
Do livro: Ante o vigor do Espiritismo
Resposta de: J. Raul Teixeira
Um costume muito comum entre os jovens é o de "ficar". Namoro por uma noite, por um fim de semana. Qual a postura do jovem espírita diante dessa situação?
A do auto-respeito. Quando nos respeitamos, aprendemos a respeitar os outros. O "ficar" da atualidade é como alguém que aluga uma roupa numa loja, veste no dia da festa e depois a devolve, sem nenhum compromisso com ela. O "ficar" é a expansão dos instintos, enquanto o amar é a elaboração da vida. Se se gosta de uma pessoa, não se quererá ficar com ela uma noite, mas, sim, a vida toda. Para "ficar" uma noite é como se se alugasse um ser humano para estar com ele, atendendo tão somente os impulsos, os desejos, e isso é prostituição. Por mais que envolvamos tal fato com nome bonito, com panos dourados, isso não passará de prostituição. Por mais que sejam filhos ou filhas de boas famílias, não passarão de prostituídos, nessa área.O ideal seria que se educassem os sentimentos para que se descobrisse de quem se gosta de verdade e se pudesse viver, de fato, com quem se ama.
Do livro: Ante o vigor do Espiritismo
Resposta de: J. Raul Teixeira
O JOVEM ESPÍRITA E A BALADA
O JOVEM ESPÍRITA E A BALADA
grupoallankardec.blogspot.com/2010/02/o-jovem...
Existe algum impedimento para um jovem espírita com relação ao carnaval e a sua presença em boates?
CARLOS BACCELLI: Não, a Doutrina, em nenhum caso, nos cerceia a liberdade de escolha em nossas preferências. Somos livres, mas devemos sê-lo com responsabilidade.
O moralismo exacerbado é tão prejudicial quanto a sua ausência naquilo que prescrevemos para os outros, mas não nos encontramos dispostos a vivenciar em nós mesmos.
Advertiu-nos o apóstolo Paulo: "Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém". O mal não está tanto na coisa em si; está em como nos conduzimos dentro dela . . .
O carnaval não seria o que é, se não fôssemos o que somos . . .
É natural a presença do jovem espírita em festas e boates; no entanto, ao adentrar uma casa de diversão, ele não pode deixar lá fora a sua condição religiosa, como se tal condição lhe fosse uma capa da qual ele pudesse despir-se à vontade.
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