quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Perdoar para se libertar


Você se encontra angustiada, com o coração apertado, como se estivesse com a alma aprisionada? Para se libertar, a única saída é perdoar!

Perdoar é necessário, começando por si próprio. De uma vez por todas, esqueça, delete os sentimentos negativos da sua vida. Você não precisa mais deles para continuar vivendo.
Se alguém te fez algum mal, tente relevar, não dê muita importância.
Vamos supor que você está magoada com alguém. Se não consegue perdoar de jeito nenhum, ao menos não pense naquilo todo o tempo. Com o tempo, você vai esquecendo e essa mágoa vai amenizando até se dissipar por completo.
Chega de auto-punição! Sempre que sentir raiva de alguém ou de algo, repita a seguinte frase: “a partir de agora, eu perdôo e liberto tudo de mal que aconteceu na minha vida” e seu coração ficará mais calmo.
A maior parte das doenças aparece porque você não conseguiu perdoar. Olhe a sua volta para ver o que você precisa excluir. Você gosta de sentir dor? Então porque fica martelando o passado na cabeça?
Acontece que infelicidade dá ibope porque você quer se fazer de vítima para parecer a coitadinha. Ter uma linda casa, o carro do ano, um emprego maravilhoso, um marido bom, filhos saudáveis, estar plena com a vida não é pecado. Ser feliz não é pecado!
Perdoar é preciso mesmo, gente! A falta do perdão dificulta as finanças, os relacionamentos, sua vida não flui. Você nunca se encontrará se não se libertar.
Vamos fazer uma coisa? A partir de hoje, comece a prestar atenção nas suas palavras e nos seus pensamentos. Você é o que fala e o que pensa. Faça algumas perguntas a si próprio. Você gosta do seu trabalho? Como é sua vida amorosa? Como terminou teu último relacionamento? E o atual, como está? Pense bem sobre isso tudo, mas pense primeiro em você. Agradar os outros vem em segundo plano, só depois que você estiver bem.
Outra dica: pegue um caderno e escreva: “Eu deveria…”. Escreva tudo o que você acha que deveria para tornar sua vida melhor. Exemplos: Deveria esquecer uma briga que não está me levando a lugar nenhum, deveria descansar mais. Assim que cumprir um item, risque-o e insira um novo. Deixe, no máximo, 10 itens na sua folha.
Gente, esse foi meu post de hoje. O perdão fará com que sua vida flua bem melhor. Pense a respeito…Beijos,   Márcia Fernandes. http://blog.marciafernandes.com.br/?p=421

Aprenda a perdoar e viva livre de mágoas


Perdoar exige maturidade e uma vontade enorme de viver livre de mágoas. Conheça as vantagens do perdão e aprenda a colocá-lo em prática 

Conteúdo do site ANAMARIA


Na novela, Iná (Nicette Bruno) reaproximou as netas (e irmãs) Ana (Fernanda Vasconcellos) e Manu (Marjorie Estiano)
Foto: Renato Rocha Miranda / Divulgação Rede Globo
Depois de passar quatro anos em coma, Ana (Fernanda Vasconcellos) se viu diante de uma realidade surpreendente: sua irmã, Manu (Marjorie Estiano), que cuidou da sobrinha como se fosse uma filha, durante esse período se casou com seu amado. Na novela "A Vida da Gente", Ana conseguiu perdoar a irmã. E você, como agiria? O fato é que a decisão de perdoar (ou não) afeta mais nossa vida do que a do outro. Entrevistamos um dos maiores psiquiatras do país, Paulo Gaudêncio, para explicar por que o perdão é poderoso.
Quero perdoar, mas não consigo!
1. A pessoa queria machucar você de propósito?
Muitos erros são cometidos sem a intenção de nos prejudicar. E, se tiverem sido intencionais, leia o próximo passo.

2. Quem magoou você se arrependeu?
Avalie se a pessoa assumiu o erro ou se só teme represálias.

3. Você está realmente disposta a perdoar?
Sua amiga puxou seu tapete? Segundo o psiquiatra, só podemos perdoar o outro se perdoarmos a nós mesmos. Pense em erros que você cometeu no passado com outras pessoas e desculpe a si mesma. Livre da culpa, você estará pronta para perdoar.
Perdoar faz bem porque...
Limpa o coração da raiva e da mágoa
Perdoar alguém que lhe fez mal acaba com um ciclo de pensamentos negativos, que só servem para nos derrubar.

É um sinal de maturidade
Conceder o perdão faz bem ao outro, mas beneficia mais a quem perdoa. É como se você tirasse um peso das costas.

Dá uma enorme sensação de liberdade
Ao sair da posição de vítima, a sensação é de liberdade - deixamos de ser prisioneiras de um sentimento que antes nos paralisava.

Ajuda a retomar as rédeas da vida
Quem diz "eu te perdoo" se sente mais forte e capaz de comandar o próprio destino.
4 desvantagens de não perdoar
Tornar-se uma pessoa amarga
Quem não perdoa, decide ressentir - e pessoas ressentidas tornam-se muito amargas.

Reviver a mágoa
"Cada vez que lembro do fato, 're-sinto' a raiva. O ressentido lembra de cada detalhe porque, na cabeça dele, a coisa acontece de novo, todos os dias", explica o psiquiatra Paulo Gaudêncio.

Ficar doente com mais frequência
Achar que perdão significa fraqueza é declarar guerra contra si mesma. Isso porque a raiva e a mágoa corroem. Daí a desenvolver doenças e sintomas físicos e emocionais é um pulo.

Fechar-se para as emoções positivas
Reviver algo que nos fez mal impede sentimentos benéficos de aflorarem.
O método que ajuda a perdoar
Depois de querer perdoar, é preciso agir. Para transformar o "querer" em "ação" surgiu o "coaching". Trata-se de um poderoso método de desenvolvimento que ainda é novidade no Brasil, mas já virou febre na Europa e nos Estados Unidos. Em meu trabalho de coach (pessoa que aplica o coaching), uso "perguntas poderosas".

Experimente esse método respondendo sinceramente às perguntas ao lado:

· De que peso eu me livraria se perdoasse tal pessoa?
· Que preço paguei e continuarei pagando por carregar essa mágoa?
· Não perdoar tem afetado negativamente minha vida?
· Não perdoar tem trazido algo de bom para mim?
· Se eu não perdoar, como estarei e como estará essa situação dentro de 10 anos?
Como perdoar estando longe
Aplique esta técnica quando for impossível perdoar a pessoa diretamente - seja porque ela já faleceu ou por desconhecer seu paradeiro.

· Escreva uma carta para a pessoa, dizendo o que a incomodou e como se sentiu.

· Agora, imagine que se passaram muitos anos e que você entende que aquela pessoa não soube agir melhor naquele momento.

· Então, escreva sobre o que aprendeu com a situação e por que ela foi importante.
· Agradeça pelo aprendizado proporcionado - mesmo que tenha sido difícil.

· Termine com "eu te perdoo".

· Coloque as folhas num envelope, com dados de remetente e destinatário.
· Queime o envelope e sinta o peso dessa história sumir junto com a mágoa.

http://mdemulher.abril.com.br/bem-estar/reportagem/viver-bem/aprenda-perdoar-viva-livre-magoas-650926.shtml

Difícil De Perdoar- Planta e Raiz


É PRECISO PERDOAR


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Estudo da mente: não há futuro sem o estudo do espírito


Estudo da mente: não há futuro sem o estudo do espírito  Dr. Nubor Facure

O que há de mais significativo na atualidade é que o avanço tecnológico que nos permitiu conhecer mais intimamente a fisiologia cerebral permitiu trazer o estudo da mente para o campo da ciência depois de séculos de especulações filosóficas.(1)Nunca se ignorou que processamos fenômenos mentais como o pensamento, a imaginação, a noção de tempo, o calculo mental e as nossas memórias, especialmente aquelas que nos aborrecem e não desgrudam de nós.(2)
Curiosamente, a pergunta para a qual mais respostas temos é, exatamente, como funciona a mente — várias escolas do pensamento filosófico e científico se propuseram a respondê-la. Podemos questionar, em primeiro lugar, se existe realmente um mentalismo, uma atividade mental que seria ligada a, ou independente de, outras atividades fisiológicas, especialmente cerebrais como são a visão, o movimento, a dor ou o simples palpitar do coração após um susto que nos emociona. Ainda hoje não existe uma unanimidade sobre a existência ou não da mente, o que torna o tema sempre muito instigante.
Filósofos clássicos e médicos-filósofos coma Hipocrates e Galeno demonstraram uma convicção na existência imaterial da Alma e na sua competência em pôr em funcionamento nosso organismo. A Alma ou Psique seria, necessariamente, responsável per nossas percepções e sensações. Havia, na discussão filosófica clássica uma série de preocupações, em particular, com a localização da Alma, sua permanência após a morte do corpo físico e, até mesmo, sua existência previa, antes do nascimento(3).
Mesmo sem negar a existência da Alma, Alcameon de Crotona e Hipócrates atribuíam ao Cérebro a causa de todas as nossas sensações e percepções. No período romano ninguém supera as lições de Galeno, que introduziu a noção de uma substância imaterial que daria a todo o nosso corpo sua dinâmica de funcionamento. No cérebro, ocorreriam nossas atividades motoras, sensitivas e racionais.
Na visão eclesiástica da mente, esse conjunto clássico de proposições "médicofilosóficas" foi de extrema conveniência para a Igreja da Idade Média, que o apoiou sem contestação, fazendo apenas ajustes para adequá-los ao pensamento teológico vigente.(4) Mas, rompendo com o passado. René Descartes sabiamente criou uma dualidade conveniente, separando a Alma (e suas paixões) do Corpo. Em 1804, Franz Gall relacionou as funções mentais com saliências do crânio, dando início a interpretação localizacionista das funções cerebrais, fato que veio a se sedimentar em 1867 com a apresentação pública de Paul Brocá da descoberta da localização cerebral da palavra falada, no pé da circunvolução frontal esquerda. (5)
No entanto, permaneceu o dilema dualista. Qual a competência e a extensão de cada componente, o corpo ou a Alma? Qual a maior ou a menor influência, a do ambiente ou a da hereditariedade? O quanto são ideias inatas e o quanta é fruto do aprendizado? Provém do Espírito o nosso livre-arbítrio ou somas compelidos a reagir a condicionamentos? Para Baruch Spinosa o cérebro está comprometido em nossas decisões e nosso aprendizado deixa marcas permanentes no cérebro. Não se estranha, portanto, que Antônio Damásio afirme que o cérebro constrói o homem.(6)
No final do século XIX, surge a psicologia como ciência, com duas correntes principais: o estruturalismo, que estuda os elementos constitutivos da mente, e o funcionalismo, que estuda as múltiplas funções da mente: como percebemos o mundo, ou tomamos decisões, ou registramos o que ouvimos e vemos, ou separamos sensações agradáveis de outras incômodas e nocivas. Freud inaugurou o estudo moderno sobre o funcionamento da mente a partir da atuação de uma força inconsciente que dirige nossas ações. Somos impulsionados por essa força inconsciente e inteiramente controlados por ela. Freud enxergou na mente um aparelho psíquico com três componentes: O Id, o Ego e o Superego. Com esses fundamentos Freud construiu a Psicanálise, revolucionando a abordagem e o tratamento das neuroses.(7)
Segundo o movimento da Gestalt, a mente não é formada pela soma de seus componentes e de suas funções. Pela sua complexidade ela é, no seu todo, sempre maior que a soma dos seus elementos. Em suas propriedades a mente inclui o contexto onde os fenômenos ocorrem - imagine um banco de jardim, ali ele tem uma função, se colocado no banheiro da casa ele fará um papel totalmente diferente. Na Gestalt considera-se que sempre realizamos um trabalho mental interno para solucionar um problema. Enquanto o behaviorismo considera que simplesmente reagimos a estímulos para agir, na Gestalt o “insight” é fundamental na construção dos nossos comportamentos. Devo pensar e fazer minhas escolhas antes de decidir.
O fisiologista russo Ivan Pavlov demonstrou que podemos produzir comportamentos novos em um animal, associando um estimulo natural como a presença de um pedaço de carne, a um sinal neutro do tipo do ruído de uma sineta, condicionando uma resposta especifica que seria a salivação. Já o psicólogo norte-americano John Watson condicionou comportamentos humanos desenvolvendo a teoria do Behaviorismo, aperfeiçoada por Skinner, que sugere um ser humano moldado por estímulos, dispensando a existência das funções cognitivas como pensamento, percepção, memórias e principalmente postula que não existe uma mente em nós. Assim: o que interessa são as circunstancias e as consequências das ações que nos motivam; o Self é apenas um repertório de comportamentos adequados para determinada serie de contingências; não existe urna atividade mental entre o estímulo e a resposta; para entendermos o comportamento, os processos mentais são irrelevantes e ao mesmo tempo inacessíveis; basta-nos considerar: o ambiente em que a resposta ocorre, a resposta em si (tipo), as consequências das respostas.
O recente campo das Neurociências apresenta-se com acertos e também com sua falácia. Estudos clínicos em pacientes vitimas de ferimentos cranianos, de lesões, tumores ou doença vascular cerebral permitiram acumular um precioso conhecimento sobre as funções das diversas áreas cerebrais. Desenvolveram-se duas grandes vertentes desse conhecimento, uma baseada no localizacionismo, na qual cada área cerebral revelou que função se relaciona, e outra construiu sistemas de funcionamento, como, per exemplo, para a linguagem e para as atividades motoras. A mente passou a ser reconhecida como um epifenômeno da complexa atividade cerebral.(8)
No campo da fisiologia, Erick Kandel realizou estudos com neurônios isolados da Aplisia, uma lesma do mar, demonstrando dois fenômenos da fisiologia dos neurônios: a sensibilização e a habituação. Essa atividade neurofisiológica, de aparência simples, conseguiu esclarecer nossos mecanismos de aprendizagem e de memória em toda a sua complexidade.(9)
No estudo dos neurotransmissores, a química cerebral, a partir da descoberta da acetilcolina, já inclui cerca de 30 neurotransmissores que estão nitidamente ligados aos fenômenos mentais, sejam os nossos desejos, como os nossos comportamentos, tanto agressivos quanto românticos, e assumem um papel de extrema importância no manejo das doenças mentais.
No campo da neuroimagem, com a introdução da Ressonância cerebral e seus aperfeiçoamentos, explodiu uma revolução nos labirintos do cérebro. Área por área, função por função estão sendo escaneadas para criar uma nova ciência da mente. O detalhamento é tão grande e a meu ver exagerado, que se propõe a identificar áreas ligadas a nossa preferência, até por um determinado sabor de sorvete. E é essa extravagância que gerou uma falácia na neurociência.(10) No máximo, essas imagens podem nos dizer que determinada atividade como, por exemplo, pensar na solução de um lance num jogo de xadrez ou fazer uma identificação de um rosto bonito, pode estar ocorrendo em determinada área do cérebro, mas isso não nos permite dizer que é aquela área que faz o lance no xadrez ou determina a escolha do rosto. A neuroimagem não consegue incluir a pessoa humana no comando da atividade cerebral. As mãos de Eurídice em súplica, a mãos que apedreja, os lábios que beijei. O olhar de espanto quando me viu, ou o gesto de adeus, são figuras possíveis na poesia, mas, nada acontece sem que a Alma se manifeste. Seria muito cômodo eu dizer ao meu gerente no banco que mais tarde meus neurônios passam para lhe pagar meu debito em conta.(11)
Sendo o Espiritismo uma Ciência do Espírito e do Mundo Espiritual, não seria de estranhar que ele esclarecesse algo mais sobre a mente e, principalmente, onde e como ela atua. Nesse sentido, os seus fundamentos acrescentam um volume de informações inesgotável e bem superior a tudo que se soube até hoje. Para simplificação, optamos por apresentar alguns de seus princípios, enriquecendo este nosso estudo sobre a mente:
Ø  Existe uma Alma que é agente de todos as nossos comportamentos e faz as opções do nosso livre-arbítrio:
Ø  A mente pode ser tomada como sinônimo de Alma, portanto, não é de se estranhar que possa ser dito que a mente não é uma simples propriedade do cérebro mas é uma entidade corpórea;
Ø  Essa alma/mente não nasce criada em um paraíso bíblico, ela percorre a mesma jornada evolutiva na mesma escala de desenvolvimento da vida na Terra. Em suas memórias estão registradas todas as experiências de reencarnações sucessivas que percorreu, o que, possivelmente, tem a ver com os arquétipos junguianos;
Ø  A cada vida que recomeça, a Alma traz suas tendências e seus compromissos cármicos que lhe permitem o resgate de suas faltas e o recomeço de sua trajetória evolutiva — daí o significado da dor e do sofrimento na história de vida de cada um de nós;
Ø  A Alma não e prisioneira do corpo físico, podendo frequentemente dele se desdobrar e entrar em sintonia com o mundo espiritual. Isso explica as descrições das EQM- experiências de quase morte, das experiências fora do corpo, dos sonhos lúcidos, das alucinações hipnagógicas e da comunicação espírita:
Ø  O pensamento não e um fenômeno etéreo, ele é energia procedente da Alma, que cria uma psicosfera em torno de cada um que o emite, estabelecendo sintonia com todas as Almas que afinam opiniões semelhantes. Isso explica a atração de simpatia e antipatia entre as pessoas;
Ø  Nossos sentidos físicos trafegam informações pelo cérebro onde elas são processadas pela Alma. conforme suas experiências previas — as alterações químicas do cérebro têm repercussões graves nas percepções que realiza a Alma, assim como temos perturbações da própria Alma que desequilibram a fisiologia do cérebro.
Nossa contribuição pessoal e a de uma metaneurologia e o Corpo mental.(12) Existem situações neurológicas diversas que nos permitem constatar a existência de uma estrutura corporificada representando nossa mente — o corpo mental tem uma anatomia e uma fisiologia compatíveis com situações clínicas conhecidas dos neurologistas. Pacientes com síndromes histéricas(13) constroem mentalmente seus sintomas paralíticos ou suas insensibilidades obedecendo a um padrão uniforme compatível com o corpo mental. A narcolepsia, o membro fantasma (14), as memórias e paralisias geradas pela hipnose(15) encaixam-se corretamente no corpo mental. Dai a minha sugestão de construirmos uma metaneurologia baseada no corpo mental — que nos abre a possibilidade de avaliação experimental da mente. Nosso futuro tecnológico trará situações extraordinárias e surpreendentes. Vamos lidar cada vez mais com máquinas que obedecerão ao pensamento, mas, cedo ou tarde, o Espírito terá de ser admitido no estudo da mente. 
Nubor Facure é médico neurocirurgião, especialista em neurologia, fundador e Diretor do Instituto do Cérebro (Campinas, SP).
Referências:
(1)THOMPSON, R.F. O Cérebro: uma introdução à neurociência. 3.ed. São Paulo:Livraria Santos Editora, 2005.
(2)LENT, R. Cem bilhões de neurônios, conceitos fundamentais de neurociência. 2ed. São Paulo: Editora Atheneu, 2010.
(3)Para Sócrates, está na Psyqué a sede da inteligência e do caráter. Platão ensinava que todo conhecimento é trazido pela Alma do "mundo das ideias", que é preexistente ao nascimento. Ele descreve a existência de 3 Almas: Vegetativa, situada no fígado e responsável pela nutrição, o crescimento e as paixões inferiores como a luxuria e a ganância; Vital, situada no coração, relacionada com a coragem, as paixões e as disputas: e Imortal, que ele localizava no cérebro. Aristóteles considerava que todo conhecimento provém dos sentidos, nada é sabido antes do nascimento, é o pensamento precursor da "tabula rasa" que se encontra em Locke e Pinker.
(4)Podemos resumir os tópicos principais admitidos pela Igreja da época: existe a Alma criada ao nascermos. Responsável pelos nossos sentimentos, memórias e pensamentos; ela nasce ignorante e inocente, tudo aprendendo de acordo com os estímulos que atingem os sentidos. Nossas emoções estão ligadas aos humores que circulam em nosso sangue. A Alma sobrevive à morte do corpo físico com o qual está fortemente ligada.
(5)RATEY, J.J. O cérebro: um guia para o usuário. Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.
(6)DAMASIO. A.R. E o cérebro criou o homem. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
(7)GAZZANIGA, M.S.: HEATHERTON, T.F. Ciência psicológica, mente, cérebro e comportamento. 2ªimp.rev.reimp. Porto Alegre: Artmed, 2007.
(8)Rose, S. O cérebro do século XXI: como entender, manipular e desenvolver a mente. São Paulo:Globo.2006.
(9)DALGALARRONDO, P. Evolução do cérebro, sistema nervoso, psicologia e psicopatologia sob a perspectiva evolucionista. Porto Alegre: Artmed. 2011.
(10)BENNET, M.R.; HACKER, M.S. Fundamentos filosóficos da neurociência. Lisboa: Instituto Piaget - Stória Editores LDA., 2005.
(11)BASTOS, L. B. Cientistas e feiticeiros: uma abordagem critica da psiquiatria atual. Rio de Janeiro; Revinter, 2012.
(12) FACURE, Nubor. O "corpo mental" como expressão clínica da mente: Uma hipótese alternativa para o estudo da mente. Revista de Ciências Medicas de Campinas.14(1):97-101,jan/fev.,2005.
(13)HALLIGAN, P. W. New approaches to conversion hysteria. BMJ 2000; 320: 1488-1489 (3june).
(14)MELZACK. R.; ISRAEL, R.; LACROIX, R.; SCHULTZ G. Phantom limbs in people with congenital limb deficiency or amputation in early childhood. Brain 1997; 120 (9) 1603-1620
(15)HALLIGAN. P.W.; ATHVVAL, B.S.; OAKLEY, D.A.; FRANCKOWIAK, R.S.J. Imaging hipnotic paralysis: Implications for conversion hysteria. The Lancet, 2000; 355:986-987.
Revista Cultura Espírita Nº 42 Set/2012
http://tdmmagnetismobatuira.blogspot.com.br/2012/11/estudo-da-mente-nao-ha-futuro-sem-o.html