quarta-feira, 10 de outubro de 2012

NEGATIVISMO POLUI A CASA; VEJA COMO AFASTÁ-LO


Todos sabem que bebês e crianças têm um super "radar interior". Mesmo de longe, eles sabem muito bem o que está acontecendo com seus pais e no ambiente. Podemos mentir para elas sobre brigas e atos negativos. Mas, no fundo, elas sabem que há algo errado e registram tudo em sua memória.

Por isso, muito cuidado com seus atos, palavras e até pensamentos diante dos filhos. Eles veem tudo, sentem tudo e gravam tudo de bom e de ruim. Eles sentem a vibração dos ambientes e das pessoas.

Este radar interior faz parte do pacote chamado "ser humano". Todos nós sentimos as energias dos ambientes que visitamos ou moramos e das pessoas em nossa volta.

É muito importante lembrar-se daquele ditado que diz: "Orai e Vigiai", pois tido o que pensamos e fazemos emite energia, que fica espalhada e registrada nos ambientes e Universos.

O padrão vibratório de uma casa tem relação direta com a energia e o estado de espírito de seus moradores. Tudo o que pensamos e fazemos, as escolhas, os sentimentos, sejam bons ou ruins, são energias. O resultado reflete nos ambientes, pessoas e situações.

 Poluir a casa ou a empresa com energia negativa é muito fácil: basta você agir, pensar e viver negativamente 24 horas por dia por vários anos. Além de ter uma casa insuportável de viver, com certeza tudo na sua vida irá dar errado e você será a pessoa mais chata e infeliz do pedaço.

O corpo é nossa primeira morada e nossa casa, sua extensão. É ela que nos acolhe, protege e guarda nossa história. Da mesma forma que limpamos, nutrimos e cuidamos da vibração de nosso corpo, devemos estender esses cuidados e carinhos ao lar. Mais que escolher o imóvel e enfeitá-lo com móveis e objetos - muitas vezes guiados apenas por modismos ou pura praticidade -, a elaboração da atmosfera de um ambiente é importante porque reflete a personalidade de seu dono, dando pistas sobre seus gostos, estilo de vida, história e sonhos.

Há quem acredite que, colocando cristais, sinos de vento, fontes, espelhos e instrumentos do Feng Shui, atrairá bons fluídos e equilíbrio para dentro de casa. Mas, isso é muito pouco. A personalidade de um ambiente vai além. Ela é conseguida dia após dia, não apenas com técnicas, mas com pequenos atos de carinho e com muita energia boa.

Além de atrair bons fluídos para nosso lar, temos todas as condições de criá-los no interior do ambiente. O conjunto de pensamentos, sentimentos, estado de espírito, condições físicas, anseios e intenções dos moradores fica impregnado no ambiente, criando o que se chama de egrégora.

Você, com certeza, já esteve em uma residência ou ambiente onde sentiu um profundo bem-estar e sensação de acolhimento, independentemente da beleza, luxo ou qualquer outro fator externo. Essa atmosfera gostosa, sem dúvida, era dada principalmente pelo estado de espírito positivo de seus moradores Infelizmente, hoje em dia, é muito mais corriqueiro entrarmos em ambientes que nos oprimem ou nos dão a sensação de falta de paz e, às vezes, até de sujeira, mesmo que a casa esteja limpa. A vontade é ir embora rapidamente, ainda que sejamos bem tratados. São locais poluídos energeticamente.

 O que poucos sabem é que as paredes, os objetos e a atmosfera da casa têm memória e registram as energias de todos os acontecimentos e do estado de espírito de seus moradores. Por isso, quando pensar na saúde energética de sua casa, tome a iniciativa básica e vital de impregnar sua atmosfera apenas com bons pensamentos e muita fé. Evite brigas e discussões desnecessárias. Observe seu tom de voz: nada de gritos e formas agressivas de expressão. 

Não bata portas e tente assumir gestos harmoniosos, cuidando de seus objetos e entes queridos com carinhNão pense mal dos outros. Pragas, nem pensar! Selecione muito bem as pessoas que vão frequentar sua casa. Festas, brindes e comemorações alegres são bem-vindos porque trazem alegria e muita energia, mas cuidado com os excessos. Nada de bebedeiras e muito menos uso de drogas, que atraem más energias. 

Se você nutre uma mágoa profunda ou mesmo um ódio forte por alguém, procure ajuda para limpar essas energias densas de seu coração. Lembre-se que sua casa também pode estar contaminada. Aprenda a fazer escolhas e determine o que quer para sua vida e o ambiente onde mora: alegria, amor, paz, prosperidade, saúde, amizades, beleza.

Reflita sobre como você vive em sua casa, no que pensa, como anda seu humor e reclamações do seu dia-a-dia. Tudo isto interfere no seu astral. Compartilhe e-mails com mensagens positivas, pois isso é colaborar com a disseminação da luz, abrindo corações, despertando consciências, contribuindo assim, para a transformação planetária.

   
POR:  CARLA  -  TERAPEUTA HOLÍSTICA

ESPÍRITOS QUE NOS ACOLHEM APÓS A MORTE



"Sofri um acidente de moto e morri. Vaguei sem rumo por muito tempo por aí, sem ter consciência de que já tinha morrido. Era como ser um véu se fizesse presente, o tempo todo me ofuscando a visão. Num primeiro momento tudo fica confuso.

 A gente acorda num hospital, cheio de aparelhos e muitos médicos e enfermeiros.

Depois estes médicos vão aumentando e uns nos medicam com remédios e outros com imposição das mãos. Uns se mantém alertas a qualquer sinal diferente nos aparelhos aos quais estamos ligados, outros pouco se importam com os sinais emitidos, pois  estão equipados com aparelhos nunca antes vistos por um ser vivente.

De repente tudo acaba. Os primeiros médicos nos dão como causa perdida e o segundo grupo fica feliz e nos acolhe como a um filho que chega de viagem. Tudo é muito tumultuado. Tudo é muito confuso. Nos deixam ali e pedem para outras pessoas de branco, os enfermeiros, cuidarem de nós. Mas, num momento de confusão maior ainda, fugi dali e fui para a rua. Fui pra casa em busca de minha família.

Encontrei todos tristes e pesarosos. Ninguém me ouvia, ninguém me dava atenção, como se alguém ou algum acontecimento mais importante que a minha volta lhes desviasse a atenção. Então, fugi dali também e fui buscar alguém que me explicasse o que aconteceu. Nada. Ninguém me dava respostas.

Vaguei muito tempo até que me ajoelhei e pedi com todo o meu coração ajuda a Deus ou a uma força maior. Pedi que me ajudassem e que, se eu tivesse feito algo de muito errado, que me perdoassem pois estava arrependido de não ter sido uma boa pessoa, por nunca ter 'perdido' o meu tempo com religião ou com um Deus.
Eu acreditava que existia uma força maior, mas não parava pra pensar se essa força tinha um nome, uma origem. Nunca rezei e achava que acreditar nessa força já era suficiente.

 Acreditava em Deuses diferentes. Uns ditos e encontrados por amigos em chás, em seitas. Não sabia em que pensar e, na verdade, não chegava à conclusão nenhuma.

Enfim... Depois desse pedido com fé, recebi um presente, fui socorrido pela minha avó Nena.
Quanta felicidade, quanto alívio, já não estava só. Já podia ver uma luz.

Ela, com muita paciência e amor me explicou tudo e facilmente pude entender o que havia acontecido. Hoje vivo bem e feliz numa colônia espiritual e além de estudar, já me foram delegadas algumas atribuições como espírito colaborador. Agradeço a Deus a cada dia pela oportunidade e pela misericórdia, por ter se apiedado de mim e me mostrado o caminho.

Deixo um beijo caloroso aos meus familiares, às minhasirmãs e à minha mãe querida. Digo que tudo foi e é como tem de ser. Um abraço a todos e que Deus nos abençoe e nos guarde em sua bondade e misericórdia".
EM http://amigosespiritasonline.blogspot.com.br/2012/10/espiritos-que-nos-acolhem-apos-morte.html

Fonte: http://www.partidaechegada.com/2010/04/espiritos-que-nos-acolhem-apos-morte.html

SINOPSES DA SÉRIE NOSSO LAR



              
SÉRIE NOSSO LARAutor Espiritual: André Luiz
Psicografia: Francisco Cândido Xavier
Sinopses: Eurípedes Kühl
Realização: Instituto André Luiz

Resolução de tela: 1024 x 768 ou superior

                     CLIQUE AQUI :     http://www.institutoandreluiz.org/sinopses.html

OBRAS DISPONÍVEIS:
NOSSO LAR                              OS MENSAGEIRO                                                                             ENTRE A TERRA E O CÉU                MISSIONÁRIOS DA LUZ
LIBERTAÇÃO                             NOS DOMÍNIOS DA MEDIUNIDADE
SEXO E DESTINO                       NO MUNDO MAIOR
E A VIDA CONTINUA                   OBREIROS DA VIDA ETERNA

terça-feira, 9 de outubro de 2012

65 anos de fundação da Comissão Estadual de Espiritismo-PE.



Temos a grata satisfação de convidar  a família Espírita Pernambucana, para juntos comemorarmos os 65 anos de fundação da Comissão Estadual de Espiritismo - PE   Aqueles que desejarem participar da Primeira Reunião Solene (23.10.12) em Frei Miguelinho/PE, temos ônibus com saída às 16:00h e retorno às 21:00. Previsão de chegada em Recife as 23:00h.Maiores informações podem ser solicitadas por Email ou pelo fone: 8842.0780 com Francisco Barboza, para reserva de vagas.A Segunda solenidade será na sede da CEE dia 28.10.12.
Um fraternal abraço Heleno Vidal                                                                                                                                                                                 Presidente da CEE
(nota do site: informação recebida por email.)

INUMAR OU CREMAR, EIS A QUESTÃO



http://www.gobgo.org.br/noticias/2011/08/imagens/06ago11a.jpg

A despeito de ser praticada desde a mais remota antigüidade, a cremação (incineração de um cadáver até reduzi-lo a cinzas) é assunto controverso na opinião da sociedade contemporânea ocidental. Em eras recuadas, a prática da cremação provinha de duas razões diferentes: a necessidade de trazer de volta os guerreiros mortos, para receberem sepultura em sua pátria, como sói ocorrer entre os gregos; ou de fundamentos religiosos, como entre os nórdicos, que criam assim libertar o Espírito de seu arcabouço físico e evitar que o desencarnado pudesse causar danos aos encarnados.

Em Roma, quiçá, devido ao ritual adotado para queimar os corpos dos soldados mortos, a cremação se transformou em símbolo de prestígio social, de tal forma que a construção de columbários([1]) tornou-se negócio rentável. De longa data, os indianos e outros povos reencarnacionistas sabem que o corpo físico, uma vez extinto, não mais pode ser habitado por um Espírito, pois isso contraria a Lei Natural; portanto, o cadáver poderá ser cremado, transformado em cinzas, sem qualquer processo traumático.

As obras da codificação espírita nada dizem a respeito da cremação. Por isso, cremos que o problema da incineração do corpo merece mais demorado estudo entre nós. Até porque, se para uns o processo crematório não repercute no Espírito, para muitos outros, por trás de um defunto, muitas vezes, esconde-se a alma inquieta e sofrida, sob estranhas indagações, na vigília torturada ou no sono repleto de angústia. Para semelhantes viajores da grande jornada, a cremação imediata dos restos mortais será pesadelo terrível e doloroso. 

Existem correntes ideológicas avessas à cremação, quase sempre embaladas por motivo de ordem médico-legal (nos casos estabelecidos em lei, quando envolva morte violenta, por interesse público); ou movida por razão de ordem afetiva (porque os familiares acham uma violência a incineração do corpo e querem preservar os restos mortais para culto ao morto); ou, ainda impulsionada pela lógica de ordem religiosa (porque muitas pessoas ainda acreditam na ressurreição do corpo etc) principalmente, porque a Igreja de Roma era contra o ato e até negava o sacramento às pessoas cremadas. Poderíamos, ainda, acrescentar mais uma objeção – talvez a mais séria: o desconhecimento das coisas do Espírito, que persiste, em grande parte, por medo infundido, preconceito arraigado e falta de informação.([2])

Além disso, a questão que envolve a cremação tem implicações sociológicas, jurídicas, psicológicas, éticas e religiosas. Até porque, o tema diz respeito a todas as pessoas (lembremos que todos nós, ante a fatalidade biológica, iremos desencarnar).  De acordo com tese de pesquisa sobre o tema, a cada 70 anos o planeta terá o número de enterrados na mesma quantidade de encarnados atuais, ou seja: daqui a sete décadas terá 6 bilhões de cadáveres sepultados.

 Enquanto os profitentes do enterro tradicional (inumação) o defendem por aguardarem, o juízo final e a ressurreição do corpo físico, os que defendem a cremação, afirmam que o enterramento tem conseqüências sanitárias e econômicas, e nesse raciocínio explicam que os cemitérios estariam causando sérios danos ao meio ambiente e à qualidade de vida da população em geral. Laudos técnicos atestam que cemitérios contaminam a água potável que passa por eles e conduz sério risco de saúde humana às residências das proximidades, além das águas de nascentes podem também contaminar quem reside longe dos cemitérios.

O planeta tem seus limites espaciais o que equivale dizer que bilhões e bilhões de corpos enterrados vão encharcar o solo, invadir as águas com o necrochorume (líquido formado a partir da decomposição dos corpos que atacam a natureza, as quais provocariam doenças), disseminando doenças e outros riscos sobre os quais sanitaristas e pesquisadores têm se preocupado. Por outro lado, o uso da cremação diminuiria os encargos básicos econômicos, como por exemplo: adquirir terreno para construir jazigo; a manutenção das tumbas; nas grandes capitais falta de espaço para construir cemitérios etc. Pelo menos em ralação ao nosso País fiquemos, por enquanto, sossegados, pois, como lembra Chico Xavier“ ainda existe bastante solo no Brasil e admitimos, por isso, que não necessitamos copiar apressadamente costumes em pleno desacordo com a nossa feição espiritual.([3])

Sob o enfoque espiritual o assunto é mais complexo quando consideramos que muitas vezes “o Espírito não compreende a sua situação; não acredita estar morto, sente-se vivo. Esse estado perdura por todo o tempo enquanto existir um liame entre o corpo e o perispírito. ([4]) O perispírito, desligado do corpo, prova a sensação; mas como esta não lhe chega através de um canal limitado, torna-se generalizado. Poderíamos dizer que as vibrações moleculares se fazem sentir em todo o seu ser, chegando assim ao seu sensorium commune ([5]), que é o próprio Espírito, mas de uma forma diversa.

Ressalta Kardec, “Nos primeiros momentos após a morte, a visão do Espírito é sempre turva e obscura, esclarecendo-se à medida que ele se liberta e podendo adquirir a mesma clareza que teve quando em vida, além da possibilidade de penetrar nos corpos opacos”.[6] Dessa forma, o homem que tivesse vivido sempre sobriamente se pouparia de muitas tribulações e menos sentirá as sensações penosas. Portanto, para ele, que vive na Terra tão somente para o cultivo da prática do bem, nas suas variadas formas e dentro das mais diversas crenças, a desencarnação não significa perturbações em face de sua consciência elevada e do coração amante da verdade e do amor.

Ao ser indagado se o recém-desencarnado pode sofrer com a incineração dos despojos cadavéricos, Emmanuel respondeu: “Na cremação, faz-se mister exercer a caridade com os cadáveres, procrastinando por mais horas o ato de destruição das vísceras materiais, pois, de certo modo, existem sempre muitos ecos de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo onde se extinguiu o ‘tônus vital’, nas primeiras horas seqüentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material”.([7])

Chico Xavier, ao ser questionado no programa “Pinga Fogo”, da extinta TV Tupi, de São Paulo, pelo jornalista Almir Guimarães, quanto à cremação de corpos que seria implantada no Brasil, à época, explicou: “Já ouvimos Emmanuel a esse respeito, e ele diz que a cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de, pelo menos, 72 horas de expectação para a ocorrência em qualquer forno crematório, o que poderá se verificar com o depósito de despojos humanos em ambiente frio” (.[8]) (grifamos) porém, Richard Simonetti, em seu livro “Quem tem Medo da Morte” lamenta que “nos fornos crematórios de São Paulo, espera-se o prazo legal de 24 horas, inobstante o regulamento permitir que o cadáver permaneça na câmara frigorífica pelo tempo que a família desejar”.([9]) Nesse caso o prazo poderia ser maior.

O Espiritismo não recomenda nem condena a cremação. Mas, faz-se necessário exercer a piedade com os cadáveres, protelando por mais tempo a incineração das vísceras materiais([10]) pois, existem sempre muitas repercussões de sensibilidade entre o Espírito desencarnado e o corpo onde se esvaiu o "fluido vital", nas primeiras horas seqüentes ao desenlace, em vista dos fluidos orgânicos que ainda solicitam a alma para as sensações da existência material. A impressão da desencarnação é percebida, havendo possibilidades de surgir traumas psíquicos. Destarte, recomenda-se aos adeptos da Doutrina Espírita que desejam optar pelo processo crematório prolongar a operação por um prazo mínimo de 72 horas após o desenlace.

 Jorge Hessen

 FONTES DE REFERÊNCIAS:

([1]) edifício com nichos para as urnas funerárias

([2]) A Igreja romana, por ato do Santo Ofício, desde 1964, resolveu aceitar a cremação, passando a realizar os sacramentos aos cremados, permitindo as exéquias eclesiásticas. Aliás, em nota de rodapé de seu “Tratado” (vol. II. P. 534), o professor Justino Adriano registra o seguinte: “Jésus Hortal, comentando o novo Código de Direito Canônico diz que a disciplina da Igreja ‘sobre a cremação de cadáveres, a que, por razões históricas, era totalmente contrária, foi modificada pela Instrução da Sagrada Congregação do Santo Ofício, de 5 de julho de 1963 (AAS 56, 1964, p. 882-3). Com as modificações introduzidas pelo novo Ritual de Exéquias, é possível realizar os ritos exequiais inclusive no próprio crematório, evitando, porém, o escândalo ou o perigo de indiferentismo religioso.

([3]) Xavier, Francisco Cândido. Escultores de Almas, SP: edição CEU, 1987.

([4]) Ensaio teórico sobre a sensação nos espíritos (cap. VI item IV, questão 257 Livro dos Espíritos).

([5]) Sensorium commune: expressão latina, significando a sede das sensações, da sensibilidade. (N. do E.).

([6]) Ensaio teórico sobre a sensação nos espíritos (cap. VI, item IV, questão 257 Livro dos Espíritos)

([7]) Xavier, Francisco Cândido. O Consolador, ditado pelo Espírito Emmanuel, RJ: Ed. FEB 11 ª edição, 1985, pg 95.

([8]) As duas entrevistas históricas realizadas ao saudoso Francisco Cândido Xavier na extinta TV Tupi/SP canal 4, em 1971 e 1972, respectivamente, enfaixadas nos livros Pinga Fogo com Chico Xavier (Editora Edicel) e Plantão de Respostas - Pinga Fogo II (Ed. CEU),

([9]) Simonetti, Richard.Quem tem Medo da Morte, SP: editora CEAC, 1987.

([10]) Depoimento de Chico Xavier in Revista de Espiritismo nº. 33 (FEP) Out/dez 1996.