quarta-feira, 26 de setembro de 2012

MECANISMOS DA MEDIUNIDADE





Espírito: André Luiz
Livro - 061 / Ano - 1960 / Editora - FEB

Mediunidade
Acena-nos a antiguidade terrestre com brilhantes manifestações mediúnicas, a reportarem da História.
Discípulos de Sócrates referem-se, com admiração e respeito, ao amigo invisível que o acompanhava constantemente.
Reporta-se Plutarco ao encontro de Bruto, certa noite, com um dos seus perseguidores desencarnados, a visitá-lo, em pleno campo.
Em Roma, no templo de Minerva, Pausânias, ali condenado a morrer de fome, passou a viver, em Espírito, monodeizado na revolta em que se alucinava, aparecendo e desaparecendo aos olhos de circunstantes assombrados, durante largo tempo.
Sabe-se que Nero, nos últimos dias de seu reinado, viu-se fora do corpo carnal, junto de Agripina e de Otávia, sua genitora e sua esposa, ambas assassinadas por sua ordem, a lhe pressagiarem a queda no abismo.
Os Espíritos vingativos em torno de Calígula eram tantos nos jardins de Lâmia, eram ali vistos, freqüentemente, até que se lhe exumaram os despojos para a incineração.
Todavia, onde a mediunidade atinge culminância é justamente no Cristianismo nascituro.
Toda a passagem do Mestre inesquecível, entre os homens, é um cântico de luz e amor, externando-lhe a condição de Medianeiro da Sabedoria Divina.
E, continuando-lhe o ministério, os apóstolos que se lhe mantiveram leais converteram-se em médiuns notáveis, no dia de Pentecostes, quando, associadas as suas forças, por se acharem "todos reunidos", os emissários espirituais do Senhor, através deles, produziram fenômenos físicos em grande cópia, como sinais luminosos e vozes diretas, inclusive fatos de psicofonia e xenoglossia, em que os ensinamentos do Evangelho foram ditados em várias línguas, simultaneamente, para os israelitas de procedências diversas. Desde então, os eventos mediúnicos para eles se tornaram habituais. Espíritos materializados libertavam-nos da prisão injusta. O magnetismo curativo era vastamente praticado pelo olhar e pela  imposição das mãos.
Espíritos sofredores eram retirados de pobres obsessos, aos quais vampirizavam.
Um homem objetivo e teimoso, quanto Saulo de Tarso, desenvolve a clarividência de um momento para outro, vê o próprio Cristo, às portas de Damasco, e lhe recolhe as instruções. E porque Saulo, embora corajoso, experimente enorme abalo moral, Jesus, condoído, procura Ananías, médium clarividente na aludida cidade, e pede-lhe socorro para o companheiro que encetava a tarefa.
Não somente na casa dos apóstolos em Jerusalém mensageiros espirituais prestam contínua assistência aos semeadores do Evangelho; igualmente no lar dos cristãos, em Antioquia, a mediunidade opera serviços valiosos e incessantes. Dentre os médiuns aí reunidos, um deles, de nome Agabo, incorpora um Espírito benfeitor que realiza importante premonição. E nessa mesma igreja, vários instrumentos medianímicos aglutinados favorecem a produção da voz direta, consignando expressiva incumbência a Paulo e Barnabé.
Em Troáde, o apóstolo da gentilidade recebe a visita de um varão, em Espírito, a pedir-lhe concurso fraterno.
E, tanto quanto acontece hoje, os médiuns de ontem, apesar de guardarem consigo a Bênção Divina, experimentavam injustiça e perseguição. Quase por toda a parte, padeciam inquéritos e sarcasmos, vilipêndios e tentações.
Logo no início das atividades mediúnicas que lhes dizem respeito, vêem-se Pedro e João segregados no cárcere. Estêvão é lapidado. Tiago, o filho de Zebedeu, é morto a golpes de espada. Paulo de Tarso é preso e açoitado várias vezes.
A mediunidade, que prossegue fulgindo entre os mártires cristãos, sacrificados nas festas circenses, não se eclipsa, ainda mesmo quando o ensinamento de Jesus passa a sofrer estagnação por impositivos de ordem política. Apenas há alguns séculos, vimos Francisco de Assis exalçando-a em luminosos acontecimentos; Lutero transitando entre visões; Teresa d'Ávila em admiráveis desdobramentos; José de Copertino levitando ante a espantada observação do papa Urbano VIII, e Swedenborg recolhendo, afastado do corpo físico, anotações de vários planos
         espirituais que ele próprio filtra para o conhecimento humano, segundo as concepções de sua época.
Compreendemos, assim, a validade permanente do esforço de André Luiz, que, servindo-se de estudos e conclusões de conceituados cientistas terrenos, tenta, também aqui, colaborar na elucidação dos problemas da mediunidade, cada vez mais inquietantes na vida conturbada do mundo moderno.
Sem recomendar, de modo algum, a prática do hipnotismo em nossos templos espíritas, a ele recorre, de escantilhão, para fazer mais amplamente compreendidos os múltiplos fenômenos da conjugação de ondas mentais, além de com isso demonstrar que a força magnética é simples agente, sem ser a causa das ocorrências medianímicas, nascidas, invariavelmente, de espírito para espírito.
Em nosso campo de ação, temos livros que consolam e restauram, medicam e alimentam, tanto quanto aqueles que propõem e concluem, argumentam e esclarecem. Nesse critério, surpreendemos aqui um livro que estuda. Meditemos, pois, sobre suas páginas.
Emmanuel
(Uberaba, 6 de agosto de 1959)



EVANGELHO NO LAR





1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.

2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.
3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.
4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.
5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.
6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. No início poderá existir certa timidez mas, com o correr do tempo, os comentários surgirão espontaneamente pois que os Espíritos amigos estarão auxiliando na compreensão dos textos selecionados.
7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.
8. Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção do pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Incentivar também, com carinho, o comentário após a leitura. Sugerimos aqui os livros Fonte Viva e/ou Pão Nosso, de Emmanuel, Agenda Cristã e/ou Sinal Verde, de André Luiz.

9. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica os que partiram.


10. É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar.

11. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.

12. Tempo: o necessário para a família. Sugerimos uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. Sugerimos música instrumental, em volume baixo.

Elaborado pelo Instituto André Luiz
Site Espírita André Luiz - www.institutoandreluiz.org/

"A proteção da Esfera Superior é inegável para todos nós que ainda nos movimentamos na sombra.  Ai de nós, todavia, se não procurarmos as bênçãos da luz... - André Luiz

































Cinismo e Hipocrisia



por Lena Lopez 

A hipocrisia é moralmente as atitudes de uma pessoa contraditória, nas posições, conceitos e articulação dos seus relacionamentos, é a dissimulação, a falsidade e o fingimento, faltando com a verdade, utilizando de meios sem lisura, bem como as más-intenções e também os sentimentos mesquinhos. A hipocrisia surge quando alguém está aspirando ou praticando ser o que realmente não é. Na Grécia antiga os atores utilizavam as máscaras para os seus papéis, em peças teatrais, a partir disso surgiu o termo hipócrita indicando que alguém consegue esconder sua verdadeira face, ou própria realidade atrás de uma máscara de aparências.
Segundo Shakespeare, O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém.
Hipocrisia, seja qual for o seu significado, falsidade, segundas intenções, aproximação por interesse, mentiras, traições, punhaladas pelas costas, fofocas ou intrigas. Sempre fica uma pergunta, idiotas são as pessoas por serem ou se fazerem baixas ou idiota são os que acreditam nelas? Com tanta gente sacana por aí, ou você se iguala e passa a fazer parte do jogo ou, se rala tentando ser autêntico. Sim, tentando ser autêntico, pois todos nós não conseguimos sê-lo totalmente, temos as nossas hipocrisias, mesmo que ela seja de sobrevivência no meio, até certo ponto saudável e de nenhuma maneira maléfica e manipuladora.
Mas, sobrevivência à parte, parece que existem pessoas que caminham no rumo contrário à evolução e ficam cada vez mais idiotas, involuem para dentro de sí próprios.
Cinismo e hipocrisia são resultado da negação da natureza humana.
Pode ser hipocrisia, cinismo ou então, já no campo da psicologia, mera dissonância cognitiva, isto é, a pessoa recusa tomar conhecimento de algo que contraria as suas íntimas convicções, ou pulsões. Pensa uma coisa e diz outra!
A hipocrisia e o cinismo são racionais, a pessoa sabe o que está a ser e sabe o que está fazendo.
É como um homem que trai a mulher e é descoberto. De um modo geral, ele não diz que traiu porque queria variar ou porque lhe apeteceu, mas sim porque ela, a mulher, o "obrigou" a isso, pelo seu desinteresse, pelas suas atitudes ou pelo convívio saturado. A culpa não é dele, é da mulher. Ele, que de fato se enrolou com outra pessoa, é transcendentalmente a vítima, e a vítima passa a culpado. Isto é muito comum, e deixa a mulher com grandes sentimentos de culpa e consequentemente com baixa-auto estima , até decobrir o canalha com quem casou ou vive, e ai meus amigos, não há quem a segure. 
Acontece o mesmo em muitas situações do nosso dia-a-dia, pessoas que se dizem uma coisa e são outras, dão um tapa e escondem a mão ou quando se veêm acuadas tentam de todas as maneiras, justificarem seus atos, jogando a culpa nos outros, elas nunca fazem nada, somente fizeram, por que foram vítimas primeiro.
Muitas pessoas , muitas mesmo, vivem da mentira, da intriga, do cinismo e da hipocrisia, porque isso faz parte da sua estrutura psicológica, é o alimento para a sua conturbada sobrevivência, usam do cinismo para serem aceitos socialmente. São pessoas inseguras, que se sentem excluídas e precisam de todas as maneiras, algo para se auto-justificarem.
Pesquisando sobre o assunto, encontrei um texto na Revista Espírita (Dezembro/1860), que continua atual e divaga muito bem sobre o tema:
Deveria haver na Terra dois campos bem distintos: o dos homens que fazem o bem abertamente e o dos que fazem o mal abertamente. Mas, não! O homem não é franco no tocante ao mal: afeta virtude. Hipocrisia! Hipocrisia! deusa poderosa, quantos tiranos criaste! quantos ídolos fizeste adorar! O coração do homem é realmente muito estranho, pois pode bater quando está morto, pois pode, em aparência, amar a honra, a virtude, a verdade, a caridade! Diariamente o homem se prostra ante estas virtudes e falta à sua palavra, desprezando o pobre e o Cristo. Diariamente é um tartufo e mente. Quantos homens parecem honestos porque a aparência muitas vezes engana! Cristo os chamava sepulcros caiados, isto é, a podridão interna, o mármore por fora, brilhando ao sol. Homem, na verdade pareces essa morada da morte; e, enquanto teu coração estiver morto, Jesus não te inspirará, Jesus, esta luz divina que não clareia o exterior, mas ilumina interiormente.
A hipocrisia — entendei bem — é o vicio da vossa época. E quereis fazer-vos grandes pela hipocrisia! Em nome da liberdade, vos engrandeceis; em nome da moral, vos embruteceis; em nome da verdade, mentis.

LAMENNAIS
Médium Sr. Didier
Publicado também no Blog Sublimes Pensamento.

Crianças e a Mediunidade


Posted: 25 Sep 2012 04:43 PM PDTEssa matéria encontra-se no portal Luz Espírita,  http://www.luzespirita.com/ 

Não é aconselhável estimular a prática da mediunidade na criança. Isto porque o organismo da criança não está completamente desenvolvido, seus órgãos, sobretudo o sistema nervoso; estão em fase de maturação. Além do mais, a criança talvez não possua discernimento necessário para evitar as influências dos maus Espíritos. Kardec, perguntando aos Espíritos orientadores da Codificação sobre se haveria inconveniente em desenvolver-se a mediunidade nas crianças, obteve de um deles a seguinte resposta: "(...) Certamente e sustento mesmo que é muito perigoso, pois que esses organismos débeis e delicados sofreriam por essa forma grandes abalos, e as respectivas imaginações excessiva sobre-excitação. Assim, os pais prudentes devem afastá-las dessas idéias, ou, quando nada, não lhes falar do assunto, senão do ponto de vista das conseqüências morais." (01 )


"No exame do assunto, há que se observar o problema do desenvolvimento sob duplo sentido. físico e mental. Há crianças bem desenvolvidas fisicamente, mas de recursos mentais e intelectuais deficientes (...). Existem crianças fisicamente pouco desenvolvidas, porém mental e intelectualmente bem dotadas. Em ambos os casos a prudência aconselha seja evitado, junto à criança, o trabalho mediúnico. Desenvolver a mediunidade, ou seja, educá-la, significa colocar-nos em relação e dependência magnética, mental e moral com entidades dos mais variados tipos evolutivos (...). O frágil organismo infantil e sua inexperiência podem sofrer os efeitos de uma aproximação obsidiante. A imaginação da criança é, sobremodo, excitável, o que pode ocasionar conseqüências perigosas sob o ponto de vista do equilíbrio, da estabilidade espiritual (...). São negativos todos os aspectos do desenvolvimento mediúnico das crianças.

O Codificador, missionário escolhido, estava certo ao desaconselhar tal proceder. Há recursos de amparo às crianças que revelam mediunidade. Prece em seu favor e dos Espíritos que delas tentam acercar-se. Passes ministrados por companheiros responsáveis. Freqüência às aulas espíritas de Evangelho, a fim de que possam, a pouco e pouco, ir assimilando noções doutrinárias compatibilizadas com sua idade." (05) Devemos considerar, porém, que há crianças cuja mediunidade ocorre naturalmente, sem causar-lhes transtornos. Estas crianças são médiuns naturais e, "(...) quando numa criança a faculdade se mostra espontânea, é que está na sua natureza e que a sua constituição se presta a isso. O mesmo não acontece quando é provocada e sobre-excitada. (...) a criança, que tem visões, geralmente não se impressiona com estas, que lhe parecem coisa naturalíssima, a que dá muito pouca atenção e quase sempre esquece. (...)" (02) Para o início da prática mediúnica "Não há idade precisa, tudo dependendo inteiramente do desenvolvimento físico e, ainda mais, do desenvolvimento moral.


Há crianças de doze anos a quem tal coisa afetará menos do que a algumas pessoas já feitas. Falo da mediunidade, em geral; porém, a de efeitos físicos é mais fatigante para o corpo; a da escrita tem outro inconveniente, derivado da inexperiência da criança, dado o caso de ela querer entregar-se a sós ao exercício da sua faculdade e fazer disso um brinquedo." (03) "A prática do Espiritismo (...) demanda muito tato, para a inutilização das tramas dos Espíritos enganadores. Se estes iludem a homens feitos, claro é que a infância e a juventude mais expostas se acham a ser vítimas deles. Sabe-se, além disso, que o recolhimento é uma condição sem a qual não se pode lidar com Espíritos sérios. As evocações feitas estouvadamente e por gracejo constituem verdadeira profanação, que facilita o acesso aos Espíritos zombeteiros, ou malfazejos. Ora, não se podendo esperar de uma criança a gravidade necessária a semelhante ato, muito de temer é que ela faça disso um brinquedo, se ficar entregue a si mesma. Ainda nas condições mais favoráveis, é de desejar que uma criança dotada de faculdade mediúnica não a exercite, senão sob a vigilância de pessoas experientes, que lhe ensinem, pelo exemplo, o respeito devido às almas dos que viveram no mundo. Por aí se vê que a questão de idade está subordinada às circunstâncias, assim de temperamento, como de caráter. (...)" (04)


FONTES DE CONSULTA
01. KARDEC, Allan. Dos Incovenientes e Perigos da Mediunidade. In. O Livro do Médiuns. Trad. De Guillon Ribeiro. 61. ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1995. Item 221 (subitem 6º pág. 265)
02. Item 221 (subitem 7º). Pág.265.
03. Item 221 (subitem 8º). Pág. 266.
04. Item 222. pág. 266.
05. PERALVA Martins. Mediunidade nas crianças. In. Mediunidade e Evolução. 7.ed. 7.ed. Rio [de janeiro]:FEB. 1995. Pág. 137

terça-feira, 25 de setembro de 2012

filme Espírita - E a Vida Continua... - trailer oficial


 

                                     E a Vida Continua... - trailer oficial



Sobre o filme

Quando o carro da bela e jovem Evelina (Amanda Acosta) quebra na estrada, ela não faz ideia de como seus caminhos serão profundamente alterados para sempre. Socorrida pelo gentil Ernesto (Luiz Baccelli), Evelina logo fica sabendo que tanto ele como ela estão indo exatamente para o mesmo hotel.
Coincidência? Talvez, mas Ernesto não acredita em coincidências.

Imediatamente eles desenvolvem uma amizade tão sólida que persistirá quando ambos passam para o outro plano. Será ali, do outro lado da vida, que Evelina e Ernesto enfrentarão enormes dificuldades e desafios, onde não faltarão surpresas e surpreendentes revelações?

O filme é baseado no best-seller espírita “E a Vida Continua”, escrito em 1968 pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Trata-se do 13º e último livro da série “A Vida no Mundo Espiritual”. 

Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo
Produção:  Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções
Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo
e Paulo Figueiredo
Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes
Distribuição Paris Filmes

Coordenação de Produção: Ricardo Parah
Gerência de Produção: Giselle Figueiredo
Produção de Elenco:Rosana Penna
Direção de Arte/Figurino: Liana Obata
Direção de fotografia: Tony Ciambra
Câmera:  Bruno Martins e Edson Audi 
Som direto:  Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro


Sinopse:

A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.
Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para  continuar vivendo.

Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.

No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve?

Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.

Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.

Atores principais do filme

AMANDA ACOSTA - Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI - Ernesto Fantini
LIMA DUARTE - Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda 
LUIZ CARLOS DE MORAES - Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos 
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa 
ANA LÚCIA TORRE - Brígida 
CLAUDIA MELLO – Alzira 
ARLETE MONTENEGRO - Sra. Tamburini 
ROSANA PENNA – Elisa 
RONALDO OLIVA -  Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina 
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio 
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa 
PERSONAGENS DO UMBRAL - Guilherme Santana, Lucienne Cunha, Marco Antonelli e Débora Muniz, mais um grande elenco.
Site oficial
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