segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Compaixão


em http://www.gotasdepaz.com.br/detalhe-contoefato.asp?IdContoFato=129&ContoeFato=Compaix%E3o

Empatia e compaixão são palavras usadas muitas vezes até como sinônimos,mas que na verdade, consiste em dois elementos diferentes da psique humana.


È claro que, quando você entende os sentimentos do outro como se fossem seus,e consegue se colocar no lugar dele, certamente vai sentir compaixão por essa pessoa. Mas você pode ter compaixão sem sentir empatia.Você pode ter compaixão por alguém, até por um animal, sem reconhecer os sentimentos dele em você mesmo.A compaixão vem do coração, e se manifesta na vontade e na benevolência em relação a tudo que é vivo.Cristo era supremamente compassivo, assim como Mahatma Gandhi.Quando seu coração vai na direção ao outro, você está sentindo compaixão.Atos simples de bondade, como deixar alguém passar na sua frente numa fila num ponto de ônibus,ceder seu assento num ônibus para uma mulher grávida, dar comida embaixo dos viadutos,para aqueles que não tem o que comer, e de onde morar, são exemplos de comportamento compassivo, se forem motivados por impulso genuinamente de bondade, e não por que você queria apenas fazer a coisa certa.A compaixão e a empatia se originam em lugares diferentes.Se você se colocar no lugar, digamos de seu pai que o humilhou,você não precisa necessariamente ter compaixão por ele.Você pode pensar: puxa, meu pai repetiu comigo o que o meu avô fez com ele.Sem refletir, ele transferiu para mim os comportamentos de que foi vítima.Vou me esforçar para ter empatia com o que ele sentiu, porque entendo esses sentimentos.Mas procurar não repassar esse comportamento para meus filhos.                 À medida que você entende as razões que levaram seu pai a agir de determinada maneira,você pode começar a sentir compaixão por ele.Talvez seja difícil, até porque ele pode continuar sendo cruel com você.Mas, se perceber que ele é um ser humano tão ferido, quanto você pode enxergar para além das magoas, vai perceber que, quando a empatia e a compaixão se fundem, elas nos conduzem para o destino final de todas as lições que levam a imortalidade.O amor espiritual, o amor incondicional, o amor puro e eterno.
Pare, pense e reflita!

Duas visões para analisarmos com o crivo da razão 01 - DOUTRINA DOS ESPÍRITOS SEM JESUS NÃO FAZ SENTIDO :e 02 - O ESPIRITISMO (KARDEC) NÃO É CRISTÃO (JESUS)


 01 - DOUTRINA DOS ESPÍRITOS SEM JESUS NÃO FAZ SENTIDO


Mais uma vez levantamos a questão sobre o surradíssimo realejo dos que intentam banir o Cristo da Doutrina Espírita, para transformá-la - pasmem! - numa espécie de academia de "doutores antimísticos". Volto ao tema, porque tais confrades têm se colocado como vítimas da pecha de afugentadores do Mestre Maior das hostes doutrinárias. Trôpegos, cavalgam, suspirando a falácia de que peregrinam o calvário da xenofobia contra eles.É evidente que há um estranho movimento de alguns confrades, para expulsar Jesus do Espiritismo ou, pelo menos, reduzi-lo a mera figura de segundo escalão no ideário espírita, iniciativa infeliz que esbarra na firme convicção do próprio Kardec, que o reconhece como a figura mais importante da Humanidade.Os discípulos de Angeli Torterolli (aquele que insultou várias vezes Bezerra de Menezes no século XIX, na famigerada luta entre "místicos e científicos"), nos dias de hoje, alguns desenterram ossos e relembram-lhe o nome como uma das figuras mais expressivas(?!) e desconhecidas do movimento espírita brasileiro. Tais coveiros criticam Chico Xavier, a FEB e Emmanuel (na afirmação de que, por ter sido o Padre Manuel da Nóbrega, estava trazendo influência católica) para o Espiritismo e, - acreditem! - afirmam que o "Kardec brasileiro" era mariólatra e nunca abandonou sua simpatia pelo catolicismo.(?!)Achincalham, até, a figura do pioneiríssimo Olympio Teles de Menezes, alcunhando-o de espiritólico, pois, que conciliava os princípios espíritas com algumas crenças católicas.As trevas são poderosas? Claro! Atualmente, essas tropas, disfarçadas de espíritas, infiltradas no movimento doutrinário brasileiro, querem separar a parte científica, filosófica e religiosa da Doutrina, afirmando que o Espiritismo não é religião, ou seja, estão querendo colocar Jesus como coadjuvante do projeto do Espiritismo.As hordas das regiões densas são poderosas e se "organizam", uma vez que têm, como meta, a retirada de Jesus dos estudos espíritas. Se conseguirem retirar o Cristo da Doutrina Espírita, a casa espírita se transforma em escola de fantoches da ilusão, vira circo mesmo, vira comédia! Se abolirmos os estudos evangélicos do projeto espírita, vira negócio estranho, lembrava nosso velho Chico.Sejamos lúcidos e francos: Sem Jesus, o Espiritismo deteriora e acaba! Fazendo coro com as sábias palavras de Chico Xavier, relembramos que o Mestre Jesus está na nossa experiência cotidiana. Tanto é verdade, que em nossas agruras e dissabores pungentes, o primeiro nome de que nos lembramos, capaz de nos proporcionar alívio e reconforto, é JESUS. (...)No filosofismo desses obsedados, usa-se o reforço de palavras ocas, através de arranjos de definições e conceitos que sempre giram em torno de um mesmo eixo, qual rosca-sem-fim, e sem avanços efetivos. Confrades esses, encabrestados por astutos cavaleiros das brumas umbralinas, atestam que Kardec escreveu o Evangelho para apaziguar os teólogos, tentando uma aproximação com a Igreja (!) Nesse desenfreado galope de raciocínio, desrespeitam a seriedade do ínclito Druida de Lyon. Arremessam, na estribaria, o caráter ilibado de Kardec e a firmeza de suas convicções. O bom senso nos sussurra, obviamente, que os teólogos ortodoxos não ficaram satisfeitos com o terceiro livro do Pentateuco Kardeciano. Pensam que é só isso? Não, tem mais! Então, vejamos: apregoam, esses vanguardeiros da arrogância, que é necessário atualizar e contextualizar o pensamento do Codificador. Que os centros espíritas precisam se transformar em centros de cultura espírita, sem as amarras do religiosismo decrépito e ultrapassado.São, inequivocamente, andróides das trevas que espalham as esdrúxulas idéias: "Jesus é somente o emergir de um arquétipo plasmado no inconsciente coletivo". Nesse arroubo de supremo reducionismo, atestam que, de tudo quanto a civilização cristã reteve de Jesus, nesses dois milênios, muito mais há de mito. Enxovalham nossas mentes com afirmativa do tipo: -"Nosso Jesus não é o mítico Governador do Planeta, aquele que vive, entre "Anjos e Tronos", na bela ficção literária de Humberto de Campos" e, ainda, regurgitam outras pérolas frasais como: -"Nosso Jesus, inteiramente homem, não evoluiu em linha reta" e, mais ainda, cacarejam: -"Jesus não criou nenhuma nova moral. Apenas interpretou, adequadamente, aquela que sempre esteve no coração do homem por todos os tempos e lugares.! Que talento, hein! Tratam, o mais supremo dos homens como um "João ninguém".Em que pese nossas palavras mais contundentes no texto, temos a dúlcida energia para afirmar que Jesus é o Governador espiritual do planeta e de todos os espíritos que nele se encontram. Suas faculdades morais e espirituais jamais poderemos definir em nossa paupérrima linguagem humana. Ele foi a manifestação do amor de Deus, a personificação de sua bondade. Para o célebre pedagogo e gênio de Lyon, o Cristo foi "Espírito superior da ordem mais elevada, Messias, Espírito Puro, Enviado de Deus, é Diretor angélico do orbe e Síntese do amor divino". Sua lição, acima de editos e espadas, decretos e encíclicas, sobe sempre e cresce cada vez mais, na acústica profunda da audição humana, preparando os homens e a vida para a soberania do Amor Universal. Embora seja Ele o centro de polêmicas e cogitações infindáveis, Jesus, para nós espíritas, foi, é, e sempre será a síntese da Ciência, da Filosofia e da Religião. Concretamente, a Doutrina dos Espíritos sem Jesus não faz sentido como uma Nova Ordem Espiritual para a Humanidade. 

 02 - O ESPIRITISMO (KARDEC) NÃO É CRISTÃO (JESUS)
Luiz Gonzaga de Sousa
 Esta página muestra parte del texto pero sin formato.



No mundo atual, todo mundo faz apologia a JESUS, como sendo o salvador do mundo. De fato, o que dizem que ele pregou realmente, conduz a uma melhora de todos, conduzindo a uma libertação contra uma materialidade, as coisas do mundo ainda muito animalizada e brutalizada devido a ignorância sobre o mundo espiritual, que ainda se observa na maneira de ser de muitos seres humanos às vezes intelectualizados. Não há como negar que não somente JESUS, mas outros abnegados trabalhadores do mundo encarnados e desencarnados, como Zoroastro, Lao Tse, Buda, Moisés e muitos outros estiveram atuando incansavelmente pela melhora de todos que não tiveram oportunidade, ou não foram tocados em sua sensibilidade a um verdadeiro caminhar. Ao verificar os trabalhos desses abnegados advogados da justiça divina, observa-se que os seus ensinamentos dizem respeito à fraternidade, a auto-iluminação e o entendimento de como descobrir um amanhã que conduza sempre ao encontro com a pureza infinita, à inteligência primeira das coisas fundamentais para uma vida de seriedade e de luz.
O espiritismo é o entendimento da filosofia da vida eterna, através da comunicação com o mundo transcendente, com trabalhadores do bem, não trazendo mensagens, entretanto, ajudando a que os seres humanos e não humanos que ainda não conhecem o verdadeiro sentido da vida, possam raciocinar em conjunto para a auto-descoberta e ter uma lida de calma, de paciência, de abnegação e como de maneira consciente. Os espíritos sempre estiveram com os seres humanos, tendo em vista que são estes que desencarnaram, porém não se libertaram de uma vida muito ligada às bebidas, às festanças, ao lazer e até mesmo de impulsos inferiores, indicando que a energia do passado ainda está impregnada naqueles que a tudo reagem com muita facilidade e JESUS sempre condenou. Desta forma, os espíritos de luz, iniciaram uma labuta de orientar a todos para sua auto-descoberta, incitando a que um grande sacerdote do mundo espiritual que estava encarnado pudesse retomar uma discussão, dele com os espíritos, a cerca de muitas informações que os homens estavam necessitando para compreender a vida.
O espiritismo surgiu justamente, desse contato que, sob a metodologia de perguntas e respostas, muitos questionamentos do planeta terra e até mesmo do espaço pudessem ser respondidas, para uma meditação mais profunda do que seja realmente o relacionamento dos seres humanos e/ou não com respeito a tudo que cerca, neste condicionamento energético que a ciência material não conseguiu explicar. Devido seu auto-conhecimento do mundo espiritual armazenado em sua consciência, que o senhor RIVAIL não sabia de tal potencial, inicia-se o processo, com alguns exemplos de efeitos físicos para justificar que a verdade lógica, pode ter uma conotação real de provas físicas e isto foi feito dada a incredulidade dos que só acreditam no que vêem ou pegam. A ligação que têm com o cristianismo é somente porque JESUS dizem ser um exemplo de compreensão, de mestre das sabedorias divinas, símbolo de filosofia que hipnotizou a todos com suas mensagens, práticas laborais que ser humano algum tinha feito igual, impressionando a todos com tanta autoridade sobre os homens e os espíritos.
O professor RIVAIL é o precursor do espiritismo, tendo em vista que o século XIX é o momento de muita conturbação intelectual, onde prepondera o materialismo de MARX e o positivismo de COMTE, cujo valor científico seria o medir e pesar das descobertas que, a cada momento aparecia nos estudos dos cientistas, ou daqueles que se devotavam às artes e às filosofias no descobrir o amanhã. Neste contexto em que a religiosidade perdia sentido frente ao avanço da ciência, a espiritualidade implementa uma atividade de trabalho mediúnico, que poderia até servir de brincadeira, no entanto, indicava uma possibilidade de alguém se interessar pelas coisas além da matéria, isto é a busca de seu interior, ou o encontro com Deus que perdia sentido. Com isto, os espíritos indicaram que sua presença era uma realidade e que não deveria esquecer de que nas descobertas da vida os espíritos estão ao lado, de uma forma ou de outra, participando dos trabalhos, cuja energia ainda não se dissipou de sua estrutura de agregação do planeta que condiciona determinado tipo de energia que todos têm que passar e se libertar.
Nessa labuta do professor RIVAIL, não houve um referencial teórico que proporcionasse sustentáculo, tal como apregoam alguns membros do espiritismo, denotando que o cristianismo, especificamente o de JESUS, seria o modelo pressuposto para justificar toda filosofia da doutrina dos espíritos, que isto não constitui plenamente verdadeiro, porque o espiritismo surgiu de um trabalho dos espíritos. Tudo isto aconteceu, ao considerar que os humanos, ou os espíritos encarnados, não teriam condições de engendrar um pensamento que conduzisse ao verdadeiro caminhar à sua auto-descoberta, pois todos passam por instantes de puerilidade espiritual, necessitando de aprendizado para conseguir o conhecimento pleno de tudo que existe. Todavia, o mundo conheceu diversos filósofos que pregaram a purificação do espírito, com uma explicação mais convincente, a um povo que não percebia muito longe sua realidade material, ficando no vazio o que foi dito em vários séculos de filosofia e religiosidade que quase ninguém entendeu e seus seguidores não sustentaram as idéias da auto-evolução.
Não se sabe porque, mas JESUS teve uma vida bem menos ativa em suas pregações religiosas, isto é, mais ou menos três anos de labuta, com a maioria de seu tempo devotado à oração nas montanhas e não deixou grandes compêndios de ensinamentos espirituais, no entanto seu nome ainda toca e repica nos quatros cantos da terra, indicando que foi uma energia sublime que veio perfumar a terra e seu derredor. Sem dúvida, esse espírito teve e tem a sua importância nesta contexto vibracional em que todos estão submetidos, mesmo que tenha sido uma criação intelectual posterior para assegurar uma estrutura de poder imperial que dominava naquela época e deu certo, porque impositiva ou não, algumas pessoas conseguem se controlar perante sua inferioridade. As palavras que dizem ser de JESUS não são suficientemente fortes para proporcionar corpo teórico a uma filosofia que durasse tanto tempo, não somente os dois mil anos, mas o tempo que ainda vai passar direcionando a mente de muitos irmãos que não almejam conduzir-se por si próprios, entretanto são levados por mãos alheias e frágeis.
Na introdução do "Livro dos Espíritos" existe uma primeira citação que coloca a palavra CRISTO, quando lá está "a moral dos Espíritos superiores se resume, como a do CRISTO, nesta máxima evangélica: 'Agir para com os outros como quereríamos que os outros agissem para conosco'" e daí uma pergunta: quem é o CRISTO? o JESUS ou o representante de Deus para conduzir seu povo, como se insinua? Bom, aquela criança, que se tornou jovem e morreu na cruz, como costume de sua época, não se sabe seu nome verdadeiro, dizem que este é um nome de congregação tibetana, mas esta frase citada que dizem ser de JESUS e não de CRISTO, todavia,, os místicos de sua época diziam que ele seria o CRISTO, o salvador de todos que viviam no cativeiro imperial. Além do mais, este provérbio ou outro semelhante foi dito por alguns outros filósofos, que no mundo moderno não são citados com o mesmo vigor como tratam a JESUS, atribuindo-lhe todos os ensinamentos da história, pois no espiritismo desavisado não é diferente, adotando a doutrina dos espíritos como o ressurgir do cristianismo, que não é a mesma coisa.
Ainda no "Livro dos Espíritos", na pergunta 876, respondendo a uma determinada interrogação, lá está o seguinte: "o CRISTO vo-la deu: desejai para os outros o que quereríeis para vós mesmos" , pois nota-se que esta máxima foi pronunciada por diversos outros pregadores do auto-conhecer-se, uma forma de libertação das energias de um mundo de provas e expiações para a sublimidade celestial da criação. Mensagens com este teor existem em Crishna, em Buda e em todo tipo de contato com a espiritualidade, que era muito comum no oriente, muito antes de JESUS aparecer fisicamente na terra para o seu testemunho ou colaboração no processo de crescimento que toda humanidade necessita para sentir a brisa de um cantar puro dos anjos que voam com a maior perfeição. Mais uma frase que não designa referencial teórico em se propalar que o espiritismo seja cristão, ou adveio de JESUS, por conseguinte, não se pode esquecer que a doutrina dos espíritos não rejeita a presença deste abnegado filho de Maria e de José que, com sua luz que adquiriu ao longo de muitas encarnações pode vir ao encontro dos filhos pródigos, que devem retornar ao seu caminhar na pureza.
Tudo isto se pode verificar na resposta 798, quando explica de forma muito sábia que,
vários séculos depois do advento do Cristianismo, elas deixaram traços que só a completa renovação das raças pode apagar. Todavia, sua marcha será mais rápida que a do Cristianismo, pois é o próprio Cristianismo que lhe abre os caminhos e sobre o qual ele se apóia. O Cristianismo tinha o que destruir; o Espiritismo só tem que edificar .
Como se nota, o espiritismo é um complemento dos trabalhos desenvolvidos pelo cristianismo, como se fosse algo que cumpriu seu papel, acabou-se e agora nova filosofia aparece para consolidar a evolução da humanidade, não tendo como referencial teórico, mas tendo como seqüencialidade de algo que precisa de nova visão. As palavras de bondade que dizem JESUS ter proferido são as mesmas que já disseram algum tempo no passado à sua estada aqui no planeta como ser humano e os milagres que fez, foram apenas manipulação das leis da natureza que talvez Ele conhecesse muito bem, como demonstra a história que Ele as tinha ciência de como se manipulava o contato com a divindade.
Em revendo atentamente as perguntas 665 e 886, verifica-se o nome de CRISTO em duas oportunidades que praticamente dizem a mesma coisa, pois a primeira diz: "o CRISTO disse aos homens: amai-vos uns aos outros" e "tal é o sentido das palavras de JESUS: Amai-vos uns aos outros, como irmãos" , são mensagens que não significam referenciais de um marco teórico que diga o espiritismo ser cristão. Estes discursos foram ditos por muitos que saiam pelo mundo a fora pregando a justiça, a paz e a luz, mesmo que fossem filósofos, juizes, ou sacerdotes que viviam de decifrar os escritos feitos em épocas remotas, que seriam de difícil compreensão, porém a linguagem de educação e de entendimento da vida sempre tem um vocabulário de bom nível. Desta feita, não é necessário ser cristão para tratar os demais, da forma que a citação indica que deve ser feito, porque é questão de princípio, amar os outros como a si próprio, pois é se fazendo o bem que se tem o bem devido a lei que a próprio física explica e quem pratica o mal sempre vai ter o mal em suas portas, porque foi sua a criação do mal.
Do mesmo modo que, os que ensinam a viver bem, a amar o próximo como a si mesmo, JESUS foi mais além, segundo a história relata, Ele mandou amar os inimigos, talvez não no sentido que as pessoas pensam, mas respeitando as condições de quem não quer nada com a pessoa e até mesmo desejando o mal para com os seus desafetos, cuja vibração só deixa acontecer devido as mesmas condições em que vivem. Este pensamento está na própria pergunta feito ao mundo espiritual, que é a de número 887, que diz:
Disse JESUS também: amai mesmo vossos inimigos. Ora, o amor por nossos inimigos não é contrário às nossas tendências naturais e a inimizade não provém da ausência de simpatia entre os Espíritos? ,
cujos espíritos ratificam tal citação atribuída a CRISTO. Em nenhum momento JESUS quis pregar que as pessoas acorressem aos inimigos, rebaixando-se aos caprichos de quem vive na inferioridade, que joga ódio, raiva, inveja e uma série de negatividades, outrossim, aceitar o próximo como ele é, é de fundamental importância, tendo em vista que a vibração naquele irmão renitente pode ser amenizada e melhorada.
Em resumo, fica bastante claro que o espiritismo, que foi codificado pelo professor RIVAIL, com pseudônimo de KARDEC não possui como referencial o cristianismo que dizem ser filosofia de JESUS, cuja história diz que a comprovação desta questão também não tem muita consistência pela maneira como foi estruturado este pensamento que traz muitas pessoas enganadas nas verdadeiras mensagens de JESUS o CRISTO. Com isto não vai nenhum descrédito no movimento cristão, que pensam seguir a filosofia de JESUS, cuja história ainda não contou como deveria o que realmente aconteceu com Aquele abnegado homem ilustre que deixou sua marca, não somente como místico, mas como alguém que veio trazer as mensagens sublimes de irmandade e de felicidade para todos. O espiritismo surgiu em um outro momento, totalmente diferente do cristianismo, cujos espíritos é que deixaram suas lições para todos compreendessem como conviver, com tantas injustiças, que ainda existem no planeta que aspira seus instantes de regeneração, para se terem os momentos com a pureza que todos almejam com tanta esperança e muita luz.

sábado, 18 de agosto de 2012

PAI NOSSO!


Pai nosso que estás no céu, no Universo Cósmico da Perfeição, nas tuas múltiplas formas e Divinos Nomes.
Em nós está o Teu Reino Perfeito de Luz e de Amor para que seja concretizada a Tua Vontade aqui na Terra assim como é eterna já nos Céus.
Bem amado Mestre Jesus que um dia disse:
"TUDO O QUE PEDIRES EM MEU NOME AO MEU PAI, TE SERÁ DADO."
Para que eu possa Te falar, entro agora no quarto do meu templo interno, fecho a porta e Te falo em segredo das minhas aflições:
Pai ensina-me a dizer somente palavras que abençoem,
Ensina-me a ouvir apenas a Verdade sem ilusões,
Clareia a minha visão para que meus olhos só vejam o bem,
Mostre-me caminhos para que meus pés trilhem a fé e a esperança,
Abençoe minhas mãos para que cada gesto seja de Amor e Cura.
Senhor ensina-me, neste momento, a calar para que eu possa ouvir-Te.
Pai, eu pedi e recebi.
Procurei e achei.
Bati à porta e ela se abriu.
Agora o meu Universo é repleto de alegrias e Paz, porque acordei para tudo o que a vida pode me ofertar.
Desta forma, divido com vocês, meu amor que é abundante e eterno.
Meu Mestre, meu Amigo, meu Irmão, minha eterna gratidão pelos Teus ensinamentos, por todas as curas realizadas, pela confiança depositada em mim para ser a Luz do Mundo.
Grato por todas as vitórias conquistadas e por que foram e outras que serão por acréscimo me ofertadas.
Pai Nosso, agora "EU SOU" porque és Tu que vives em mim!
EU SOU a Vitória Mestre, o Cristo.
EU SOU Seu Poder e sua Paz Cósmica.
EU SOU a Ressurreição e a Vida.
Eu Sou a vitória de Jesus Cristo, que multiplica esta Vitória através de mim a cada hora.

Assim seja

Visite SOCORRO À VIDA em: http://socorrovida.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Naturezas da Mediunidade


COEM - Curso de Orientação e Educação Mediúnica
em http://www.ceuh.org.br/coem/ceuh_coem_sessao_3.pdf

3ª Sessão – Naturezas da Mediunidade
Introdução
A faculdade mediúnica, tanto natural como de prova, acompanha a vida humana, pois desde que o homem
existe, os Espíritos estão prontos a se comunicar com ele. Um estudo da mediunidade através dos tempos exige uma ampla pesquisa no sentido de RESGATAR as contribuições dadas pelo homem da caverna, pelas pitonisas,pelas bruxas e pelos médiuns em cada etapa do desenvolvimento da sociedade.
Classificação segundo a natureza
Fácil observar-se que a mediunidade, embora una em sua essência (faculdade que permite ao homem encarnado entrar em relação com os espíritos), não o é quanto a sua natureza, ou razão de ser; variando de indivíduo para indivíduo.
Assim, destacamos:
a) Mediunidade própria ou natural
Edgard Armond a define: "À medida que evolui e se moraliza, o indivíduo adquire faculdade psíquica e aumenta conseqüentemente sua percepção espiritual. A isso denominamos mediunidade natural. (4)".
b) Mediunidade de prova ou trabalho
Faculdade oferecida ao indivíduo, em caráter precário, como uma tarefa a desenvolver, quando encarnado, com vistas à sua melhoria espiritual e a de seus semelhantes.Preparado de antemão no plano espiritual, o médium, ao reencarnar tem, no exercício mediúnico, abençoada oportunidade de trabalho.
c) Mediunidade de expiação
Há determinadas pessoas compromissadas grandemente em virtude do mau uso de seu livre-arbítrio anterior (em passadas existências), a sensibilidade psíquica aguçada é imposta ao médium como oportunidade para
ressarcimento de seus atos menos felizes do pretérito com vistas à sua libertação futura.
Esta mediunidade se manifesta à revelia da criatura e comumente lhe causa sofrimentos aos quais não se pode furtar.
A sua forma de manifestação mais comum é a obsessão que pode atingir até o estagio de subjugação.
d) Médiuns missionários
Convém lembrar que, além dos aspectos acima referidos, excepcionalmente podemos encontrar médiuns que são verdadeiramente missionários do plano espiritual, entre os homens, os quais, pelos seus elevados dotes morais e espirituais, se tornam, a título de testemunho, em instrumentos da vontade Divina, em favor da humanidade.
Aspectos da mediunidade própria ou natural
A sensibilidade mediúnica oriunda do trabalho perseverante do espírito é resultado de seu próprio esforço.
Como toda conquista espiritual, demanda perseverança e seu aperfeiçoamento se faz através das reencarnações,seguidas de idêntico empenho no plano espiritual.
Conquistada essa sensibilidade, transforma-se num atributo do espírito – patrimônio intransferível de sua
individualidade. Isenta dos percalços naturais, inerentes às provas e expiações, a sensibilidade psíquica conquistada é de caráter definitivo.O seu exercício não acarreta sofrimentos e permite o intercâmbio espontâneo com as entidades espirituais, sem necessidade do trabalho mediúnico de caráter obrigatório.
Por estar ao alcance de todos, paulatinamente, caminhamos para a conquista deste atributo, através do qual
contaremos com maiores recursos de identificação com o plano espiritual.
A expressão fenomênica característica das demais manifestações mediúnicas cede lugar a intuição pura e simples e as incursões da alma no plano extrafísico.A sua característica principal é, portanto, a intuição.
As relações entre os Espíritos e os médiuns se estabelecem por meio dos respectivos perispíritos, dependendo a facilidade dessas relações do grau de afinidade existente entre os dois fluidos. Combinando os fluidos perispiríticos, os Espíritos não só transmitem aos médiuns seus pensamentos, como também chegam a exercer sobre eles uma influência física, fazem-nos agir e falar à sua vontade.
Podem os espíritos manifestar-se de uma infinidade de maneiras, mas não o podem senão com a condição de acharem uma pessoa apta a receber e transmitir impressões deste ou daquele gênero, segundo as aptidões que possua. Da diversidade de aptidões decorre que há diferentes espécies de médiuns.
Aspectos da mediunidade de prova ou trabalho
A sensibilidade mediúnica é concedida como uma oportunidade de trabalho para a criatura.
Conferida em caráter transitório, por empréstimo, segundo programação no plano espiritual, antes do reencarne do médium, pode ser suspensa por iniciativa da própria espiritualidade, consoante o uso que dela fizer. Seu despertar é quase sempre cercado de recursos alertadores, com vistas à segura orientação do médium. Respeitado o livre-arbítrio do médium, este pode ou não atender ao compromisso assumido na espiritualidade. Dispondo-se ao exercício mediúnico, além do aprendizado natural e excelente oportunidade de serviço, conta o médium com possibilidades de reajustar-se frente aos problemas de seu passado. Recusando-se ao trabalho, no entanto, normalmente, retorna ao plano espiritual mais compromissado, em virtude do menosprezo da oportunidade que lhe foi concedida.
Aspectos da mediunidade de expiação
A sensibilidade mediúnica é imposta ao médium para reajustes necessários, determinados pelos seus atos menos dignos do passado de culpas.Manifesta-se independente da vontade atual do médium e muitas vezes à sua própria revelia. Pelo seu caráter expiatório, pode cercar-se de determinados sofrimentos físico-psíquicos, que serão amenizados, ou mesmo eliminados pela perseverança do seu portador no trabalho mediúnico, dentro da seara cristã.
Independente de qualquer iniciativa visando ao seu desenvolvimento, a mediunidade surge, nem sempre branda,às vezes, violentamente, surpreendendo o próprio médium e aqueles que o cercam.
Tão logo surja esta manifestação, deve o médium ingressar numa reunião de Educação Mediúnica para melhor capacitar-se no devido controle de suas faculdades, com vistas ao seu exercício cristão.
Comumente manifesta-se sob o aspecto de obsessão e, se o médium não busca os recursos evangélico doutrinários indispensáveis a sua auto-educação, pode cair nas tramas da subjugação..
Anotações e Indicações Bibliográficas
(1) "O Livro dos Médiuns", Allan Kardec - FEB - 29ª edição
(2) "Os Mensageiros", André Luiz - FEB - 4ª edição
(3) "Nos Domínios da Mediunidade", André Luiz - FEB - 2ª edição
(4) "Mediunidade", Edgard Armond - LAKE - 9ª edição